O Governo do Estado de São Paulo anunciou a prorrogação do uso de
máscaras, inclusive em ambientes abertos no estado de São Paulo até 31 de
janeiro de 2022. Essa medida impacta diretamente os torcedores que desejam
assistir os jogos da Copinha: todo espectador que for assistir partidas em
algumas das 32 sedes terá que usar máscara de forma obrigatória para adentrar no
estádio e usar a máscara durante toda a partida. Quem retirar a máscara durante
os jogos, especialmente em um estádio municipal, e for flagrado por alguém do Centro
de Vigilância Sanitária estadual poderá levar multa equivalente a meio salário
mínimo.
-----------------------------
Foi anunciada em coletiva de imprensa na última segunda-feira pelo
Governo do Estado a obrigatoriedade do uso de máscara em espaços coletivos em
todo o território, visando reforçar a proteção da população. O uso de máscaras
é obrigatório em São Paulo desde 1º de julho de 2020. O não uso de máscaras em
locais públicos prevê multas de R$ 552,71 por pessoa física.
Na Copinha, alguns estádios a serem utilizados como sedes são públicos,
de propriedade da Prefeitura da cidade, como o Martins Pereira, em São José dos
Campos, onde receberá os jogos do Corinthians. O Anacletto Campanella, em São
Caetano do Sul, terá partidas do São Paulo é também um estádio municipal.
-----------------------------
Nos chamados estádios particulares, quem pode levar a multa é o
clube-sede, caso algum torcedor seja flagrado sem o uso da máscara por alguém
do Centro de Vigilância Sanitária estadual. O valor da multa é R$ 5.294,38 por
estabelecimento, conforme resolução estadual - pois estes devem prezar pela
segurança dos seus colaboradores e consumidores, segundo o Governo do Estado.
Na Copinha, o estádio Jayme Cintra, em Jundiaí, de propriedade do Paulista,
é um exemplo de estádio que não tem dono uma Prefeitura. Outro local que
receberá jogos da Copinha e não é um estádio municipal é o Zezinho Magalhães,
em Jaú, de propriedade do XV de Jaú.
Entre julho do ano passado até o fim de novembro, as equipes do Centro
de Vigilância Sanitária estadual realizaram 10.476 autuações relacionadas ao
descumprimento de normas sanitárias, entre elas o não uso da máscara.
A utilização da proteção facial segue vigente em SP e será mantida em
virtude da necessidade de manter hábitos preventivos e complementares à
vacinação, contribuindo para minimizar o impacto tanto da Covid-19 e suas
variantes quanto do vírus Influenza, causador da gripe.
“O nosso compromisso é com a saúde da população. Há vírus respiratórios
circulando e a máscara é uma aliada no combate à transmissão e,
consequentemente, na prevenção”, explicou o secretário de Estado da Saúde, Jean
Gorinchteyn.