Éderson é convocado para a Copa após corte de Wesley

A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) anunciou neste domingo  a convocação do meio-campista Éderson para a disputa da Copa do Mundo. O jogador foi chamado para substituir Wesley, que acabou cortado após sofrer uma lesão muscular.

Segundo a entidade, Wesley passou por uma reavaliação médica e foi submetido a uma ressonância magnética. O exame constatou uma lesão no músculo adutor da coxa esquerda, impossibilitando sua permanência na competição.

Em comunicado oficial, a CBF lamentou a baixa e destacou a importância do atleta para o grupo. A entidade afirmou que Wesley continuará sendo considerado parte da equipe que busca o sexto título mundial para o Brasil.

Com a mudança, Éderson se apresentará à delegação brasileira já nesta segunda-feira, nos Estados Unidos, onde a Seleção segue sua preparação para a sequência da Copa do Mundo.

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Mundial: Bélgica lidera Grupo G, que tem ainda Egito de Mohamed Salah

Em processo de renovação, a seleção da Bélgica é a cabeça de chave do Grupo G, um dos mais equilibrados da Copa do Mundo do Canadá, México e Estados Unidos, que começa na próxima quinta-feira (11). A chave tem ainda o Egito, do meio-campista Mohamed Salah; o Irã, em sua quarta participação consecutiva; e a Nova Zelândia, que retorna ao Mundial após hiato de 16 anos.

Além dos experientes Romelu Lukaku, Kevin De Bruyne e Thibaut Courtois – remanescentes da geração de ouro da Bélgica, que eliminou o Brasil nas quartas de final do Mundial da Rússia (2018), terminando em terceiro lugar – o técnico francês Rudi Garcia convocou jovens talentos. É o caso dos atacantes Jeremy Doku (Manchester City), Charles De Ketelaere (Atalanta) e Leandro Trossard (Arsenal).

Os Diabos Vermelhos vão diputar a Copa pela 15ª vez na história. Eles selaram a vaga ao terminarem as Eliminatórias Europeias na liderança do Grupo J – a chave tinha ainda País de Gales, Macedônia do Norte, Cazaquistão e Liechtenstein.

Semifinalista da Copa Africana das Nações no ano passado, a seleção do Egito volta nesta edição, após ter ficado de fora da Copa do Catar (2018). A equipe é comandada há pouco mais de dois anos pelo técnico Hossam Hassan, ex-jogador e maior artilheiro do Egito, com 69 gols. Um dos objetivos de Hassan é assegurar uma classificação inédita ao mata-mata. Nas participações anteriores (1934, 1990 e 2018), os Faraós pararam na fase de grupos.

Encabeçando a lista de convocados está o atacante Mohamed Salah, de 33 anos, que deixou o Liverpool no último dia 24, após nove anos no clube. Outros destaques são o atacante Omar Marmoush (Manchester City), o meio-campista Mahmoud Trezeguet e o goleiro Mohamed El Shenawy (ambos do Al-Ahly).

Em meio a incertezas geradas pela guerra dos Estados contra o Irã, a delegação iraniana optou, após autorização da Fifa, por ficar hospedada em Tijuana (México), e não mais no Arizona (EUA), como previsto inicialmente. As partidas do Irã na primeira fase seguem programados para ocorrer nos EUA, nas cidades de Los Angeles (dois jogos) e Seattle (um),

A equipe Team Melli (time nacional na língua persa) é comandada desde 2023 pelo técnico Amir Ghalenoei, que conduziu o time às semifinais da Copa da Ásia no mesmo ano. Esta será a sétima participação – a quarta seguida - do Team Melli em Mundiais. Nas eliminatórias asiátias, os iranianos arremataram a vaga com a primeira posição no Grupo A: perderam apenas um de 16 jogos.

O destaque entre os convocados é o atacante Mehdi Taremi (Olimpyakus), de 33 anos, segundo maior artilheiro da seleção, com 57 gols – o primeiro foi o ex-jogador Ali Daei, com 198.

Fechando o Grupo G está a Nova Zelândia, classificada com cinco vitórias em cinco jogos – a maioria com goleadas - nas eliminatórias da Oceania. Será a terceira participação dos All Whites (apelido do time em referência ao uniforme todo branco) no torneio - as anteriores foram em 1982 e 2010.

À frente da equipe está o técnico Darren Bazeley, alçado a treinador da equipe principal em 2023, depois de alguns anos nas categorias de base. O jogador mais conhecido da equipe é o atacante Chris Wood (Nottingham Forest), de 34 anos, que será o capitão do time. Nas eliminatórias ele marcou nove gols.

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Brasil supera Egito em último compromisso antes da Copa do Mundo


Os testes chegaram ao fim para o técnico Carlo Ancelotti. Neste sábado (6), a seleção masculina do Brasil realizou o último amistoso preparatório para a Copa do Mundo. Já em solo norte-americano, os brasileiros superaram o Egito por 2 a 1 no Huntington Bank Field, em Cleveland, diante de mais de 64 mil torcedores.

O próximo compromisso do Brasil já será o primeiro da caminhada em busca do sexto título. No próximo sábado (13), às 19h (horário de Brasília), a seleção canarinho estreia na Copa do Mundo contra Marrocos, no MetLife Stadium, em Nova Jersey.

No dia 19 de junho, às 21h30, o confronto será diante do Haiti, no Lincoln Financial Field, na Filadélfia. No dia 24, os brasileiros finalizam a participação no Grupo C contra a Escócia, às 19h, no Hard Rock Stadium, em Miami.

Como esperado, Ancelotti promoveu várias mudanças em relação ao time que iniciou a goleada contra o Panamá no domingo passado (31 de maio), por 6 a 2, no Maracanã. Os zagueiros Léo Pereira e Bremer, o lateral-esquerdo Alex Sandro e os atacantes Matheus Cunha e Luiz Henrique, titulares no Rio de Janeiro, deram lugar, respectivamente, a Ibãnez, Marquinhos, Lucas Paquetá e Igor Thiago contra o Egito.

O atacante Neymar, que se recupera de uma lesão na panturrilha direita, sofrida na derrota do Santos para o Coritiba, por 3 a 0, na Neo Química Arena, em São Paulo, em 17 de maio, pelo Campeonato Brasileiro, sequer viajou para Cleveland. O camisa 10 permaneceu em tratamento na concentração da seleção verde e amarela, em Nova Jersey.

Os primeiros minutos foram de falhas cruciais, decisivas para a rede balançar. Aos seis, o volante Mohannad Lashin demorou a decidir para que lado sair jogando e foi desarmado na entrada da área por Bruno Guimarães, que bateu na saída do goleiro Mostafa Shobeir.

Quatro minutos depois, foi a vez de Marquinhos recuar sem força para Alisson e o atacante Mostafa Abdelraouf, conhecido pelo apelido Ziko em referência ao ídolo do Flamengo, antecipar-se e aproveitar para empatar a partida.

Aos 15 minutos, preocupação com Wesley. O lateral-direito sentiu a virilha após uma finalização e teve de ser substituído por Danilo. O ex-jogador do Flamengo, atualmente na Roma (Itália), não segurou as lágrimas no banco de reservas, ainda sem detalhes de uma possível lesão.

O Brasil tentou não diminuir o ritmo após o gol de Ziko e o baque pela saída de Wesley e acumulou chances perdidas. Aos 25 minutos, Vinícius Júnior foi lançado pela esquerda e invadiu a área com liberdade, mas o chute de direita saiu fraco, para defesa de Shobeir.

Sete minutos depois, foi a vez do também atacante Raphinha parar no goleiro egípcio, em finalização de dentro da área, buscando o canto direito. Já aos 37, Igor Thiago recebeu de Bruno Guimarães entre os zagueiros e também arriscou, forçando Shobeir a fazer outra grande intervenção.

A exemplo do amistoso contra o Panamá, Ancelotti voltou para o segundo tempo com a equipe bastante modificada. Saíram Alisson, Marquinhos, Ibañez, Casemiro, Bruno Guimarães, Lucas Paquetá, Vinícius Júnior e Igor Thiago para as entradas de Weverton, Bremer, Léo Pereira, Fabinho, Danilo Santos, Luiz Henrique, Matheus Cunha e Endrick.

E foi dos pés deste último que saiu o segundo gol brasileiro. Aos seis minutos, Raphinha ficou com a sobra de uma bola recuperada no campo ofensivo e cruzou rasteiro, da esquerda, para Endrick chegar batendo na área e recolocar a seleção de Ancelotti na frente.

As substituições, de ambos os lados, diminuíram a intensidade do jogo. O técnico italiano ainda colocou Alex Sandro e Gabriel Martinelli nas vagas de Douglas Santos e Raphinha. Um time inteiro de alterações, com pouca criação de oportunidades fora o lance do segundo gol.

No lado egípcio, o atacante Mohammed Salah, astro do futebol mundial que está de saída do Liverpool (Inglaterra), entrou na etapa final, mas pouco acrescentou. A rede acabou não mais balançando em Cleveland.

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Em virada relâmpago, seleção brasileira feminina vence Estados Unidos

O Brasil levou a melhor no primeiro de dois amistosos em casa diante da seleção mais tradicional e vitoriosa do futebol feminino. Neste sábado (6), as brasileiras derrotaram os Estados Unidos, tetracampeões mundiais e donos de cinco ouros olímpicos, por 2 a 1, de virada, na Neo Química Arena, em São Paulo.

Esta foi apenas a quinta vitória da equipe canarinho sobre as norte-americanas, em 44 jogos entre os países na história. Curiosamente, o segundo triunfo seguido. No último embate, em 8 de abril de 2025, as brasileiras ganharam por 2 a 1 no PayPal Park, em San José, alcançando o primeiro resultado positivo diante das rivais na casa delas.

Considerando o histórico de confrontos entre as seleções em solo brasileiro, o Brasil chegou a três triunfos em sete partidas, com dois empates e duas derrotas. Os times se reencontram nesta terça-feira (9), às 21h30 (horário de Brasília), na Arena Castelão, em Fortaleza.

O técnico Arthur Elias mandou o Brasil a campo com a goleira Lelê, as zagueiras Mariza, Isa Haas e Thais Ferreira; a lateral Isabela pelo lado direito e Taina Maranhão na ala esquerda; as volantes Angelina e Duda Sampaio e as atacantes Kerolin, Dudinha e Bia Zaneratto. A craque Marta, em transição após se recuperar de um edema na coxa esquerda, ficou no banco de reservas, mas sabendo que não iria entrar em campo.

O duelo começou eletrizante. Pressionando a saída de bola do Brasil, as norte-americanas saíram na frente com apenas um minuto de jogo. A meia Lily Yohannes desarmou Mariza na intermediária e a atacante Sophie Wilson aproveitou a sobra para se aproximar da área e chutar rasteiro, no canto direito de Lelê, que não chegou a tempo para efetuar a defesa.

As brasileiras não se intimidaram e se lançaram ao ataque. Aos seis minutos, Bia Zaneratto avançou pela direita, encarou a marcação e tentou a batida cruzada. O chute não saiu forte e sobrou com Dudinha, que finalizou de primeira, quase da marca do pênalti, mas por cima da meta adversária.

Não demorou para o empate sair. Aos dez minutos, Isabela cruzou pela direita e Taina Maranhão, de cabeça, escorou no contrapé da goleira Mandy McGlynn, para deixar tudo igual. Três minutos depois, Bia Zaneratto virou o placar. Ela arrancou desde o círculo central, entrou na área e rolou para Dudinha, que retribuiu a gentileza. A Imperatriz teve tempo de dominar e mandar para as redes.

Apesar de não terem saído mais gols no primeiro tempo, as equipes mantiveram a postura ofensiva. O Brasil conseguiu ocupar o campo de ataque por mais tempo e dar bastante trabalho à marcação adversária. As norte-americanas, com dificuldades, assustaram aos 44 minutos, quando Wilson ficou frente a frente com Lelê, dentro da área, mas parou duas vezes na goleira do Corinthians.

Na volta do intervalo, os Estados Unidos adotaram uma posição mais agressiva, dificultando a saída de bola do Brasil. Aos 12 minutos, a pressão norte-americana quase surtiu efeito, com um bate-rebate que terminou em chute rasteiro da lateral Avery Patterson que Isa Haas conseguiu antecipar e desviar para escanteio com a ponta do pé.

Para dar sangue novo à equipe brasileira, Arthur trocou, inicialmente, Angelina e Taina Maranhão por Yaya e Ludmila, respectivamente. Depois, promoveu quatro alterações, com Lorena, Rafaelle, Aline Gomes e Gio Garbelini nos lugares de Lelê (que deixou o campo com dores), Thais Ferreira, Kerolin e Bia Zaneratto.

O Brasil conseguiu equilibrar as ações e teve alguns contra-ataques, mas não teve êxito. Aos 45, Gio Garbelini teve grande chance, cara a cara com McGlynn, mas o chute por cobertura saiu fraco e a goleira conseguiu a defesa.

Nos acréscimos, a meia Jaedyn Shaw, após outro bate-rebate, desperdiçou a oportunidade do empate quase na pequena área, chutando por cima da meta. Apito final e festa dos mais de 31 mil torcedores presentes na Neo Química Arena.

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Vitória vira sobre Fortaleza e conquista o penta da Copa do Nordeste

Pela quinta vez na história, a Copa do Nordeste é do Esporte Clube Vitória. Neste sábado (6), o Leão rubro-negro derrotou o Fortaleza por 2 a 1 no Barradão, em Salvador, repetindo o placar do triunfo no jogo de ida, na última terça-feira (2), na Arena Castelão, na capital cearense.

Campeão em 1997, 1999, 2003, 2010 e, agora, 2026, o time comandado por Jair Ventura retoma o posto de maior vencedor da competição, perdido no ano passado para o arquirrival Bahia, a quem volta a igualar.

O Leão do Pici, que tinha ficado com a taça nas três ​anteriores em que decidiu o torneio (2019, 2022 e 2024), amargou um inédito vice-campeonato.

Nas contas do Vitória, porém, este é o sexto título e, não, o quinto. O clube entende que o Torneio José Américo de Almeida Filho, de 1976, organizado pela Federação Paraibana de Futebol, tem o peso de uma Copa do Nordeste.

Há um pleito junto a Confederação Brasileira de Futebol (CBF), realizado em 2021 e que também envolve o Náutico, pelo reconhecimento de conquistas regionais anteriores a 1994.

Com o título, o Leão rubro-negro garante vaga antecipada à terceira fase da Copa do Brasil do ano que vem. Além disso, o clube assegurou, durante a campanha, um acumulado de R$ 6,5 milhões, sendo R$ 1 milhão pelo triunfo na decisão.

O herói do penta foi Emmanuel Martínez. Aos 26 minutos do segundo tempo, quando o Vitória perdia por 1 a 0 graças a um gol de Luiz Fernando na etapa inicial, o também atacante Erick bateu escanteio rasteiro pela direita e o meia argentino, livre, próximo da entrada da área, chutou de primeira, no ângulo direito do goleiro João Ricardo.

O Fortaleza se lançou com tudo ao ataque para recuperar a vantagem de um gol e, pelo menos, levar a decisão para os pênaltis, sem sucesso.

Pelo contrário. Aos 45, Martínez afastou a bola com um chutão desde o campo de defesa e deu o contra-ataque para Renato Kayzer. O centroavante invadiu a área e bateu rasteiro para virar o placar e decretar o título.

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Invicto, Brasil enfrenta campeãs olímpicas na Liga das Nações de Vôlei

A semana de abertura da Liga das Nações de vôlei feminino termina neste domingo (7). A seleção brasileira, uma das anfitriãs da primeira sequência de jogos do torneio, tem pela frente a Itália, atual campeã olímpica e líder do ranking mundial, no Ginásio Nilson Nelson, em Brasília, às 14h30 (horário local).

Na primeira fase da Liga das Nações, que reúne 18 seleções, as equipes fazem 12 jogos em três sedes diferentes, com quatro partidas em cada. Além de receber os duelos desta primeira semana, o Brasil terá confrontos em Ancara (Turquia) e Osaka (Japão). As oito melhores campanhas vão à fase final, em Macau, região administrativa pertencente à China.

O duelo contra as italianas será o quarto e último do Brasil nesta sequência em casa, em que a seleção comandada por José Roberto Guimarães acumula três vitórias em três jogos. A mais recente na tarde deste sábado (6), sobre a Bulgária, por 3 sets a 0, com parciais de 25/23, 25/17 e 25/13, diante de aproximadamente nove mil torcedores no ginásio da capital federal.

A oposta Tainara, com 14 pontos (11 de ataque e três aces - quando a jogadora saca e as adversárias não evitam que a bola atinja a quadra), foi o principal nome do Brasil na partida. As centrais Júlia Kudiess e Diana também se destacaram, atingindo, cada uma, a marca de cem pontos de bloqueio na história da Liga das Nações, disputada desde 2018.

As vitórias anteriores foram conquistadas sobre Holanda e República Dominicana, nas últimas quarta-feira (3) e quinta-feira (4), ambas por 3 sets a 1. As brasileiras perseguem um título inédito, após três vice-campeonatos, em 2021, 2022 e 2025. No ano passado, o revés na decisão foi justamente para a Itália.

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Ministro do Esporte entrega marco regulatório da Copa Feminina à Fifa

O ministro do Esporte, Paulo Henrique Cordeiro, apresentou ao presidente da Federação Internacional de Futebol (Fifa), Gianni Infantino, o marco regulatório completo da Copa do Mundo Feminina de 2027, sancionado na terça-feira passada (2) pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O encontro foi em Miami (Estados Unidos), na última sexta-feira (5).

Na reunião, Cordeiro também mostrou o andamento de ações para a realização do evento em solo brasileiro, com a conclusão das inspeções técnicas nas oito sedes do torneio. Estão confirmadas as cidades do Rio de Janeiro (Maracanã), Salvador (Casa de Apostas Arena Fonte Nova), São Paulo (Neo Química Arena), Belo Horizonte (Mineirão), Brasília (Arena Mané Garrincha), Fortaleza (Arena Castelão), Porto Alegre (Beira-Rio) e Recife (Arena de Pernambuco).

"O Brasil está cumprindo todos os compromissos assumidos desde a candidatura. A sanção do marco regulatório representa um passo decisivo para garantir segurança jurídica, organização e excelência na realização do torneio. Estamos construindo as condições para fazer da Copa do Mundo Feminina de 2027 um marco para o esporte brasileiro e para o futebol feminino mundial", afirmou o ministro, em comunicado enviado pelo Ministério do Esporte.

Infantino afirmou que a federação tem confiança de que o evento "será um sucesso".

"Teremos um impacto mundial incrível, que vai mudar o esporte feminino, porque será no Brasil. Fifa e Brasil estão juntos nessa missão", completou Infantino, no mesmo comunicado à imprensa.

A Copa Feminina será realizada entre os dias 24 de junho e 25 de julho de 2027. Além do Brasil, mais dez seleções já estão confirmadas. Seis delas se credenciaram por meio da Copa da Ásia: Austrália, China, Coreia do Norte, Coreia do Sul, Filipinas e Japão. A Nova Zelândia venceu as eliminatórias da Oceania e a Alemanha, na última sexta-feira (5), tornou-se o primeiro classificado na Europa.

Também na sexta, Argentina e Colômbia asseguraram as respectivas vagas restando ainda uma rodada para o fim da Liga das Nações, eliminatória da Confederação Sul-Americana de Futebol (Conmebol) para definir os dois países classificados ao Mundial e outros dois que vão para uma repescagem internacional, prevista para ocorrer entre novembro e fevereiro. Venezuela, Equador, Paraguai e Peru ainda estão na briga.

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Guto Miguel se torna 1º brasileiro campeão juvenil em Roland Garros

Lincoln Chaves - Repórter da EBC

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O goiano Luiz Augusto Queiroz Miguel, de 17 anos, fez história em Paris (França) neste sábado (6). Guto, como é conhecido, tornou-se o primeiro brasileiro a ser campeão de simples entre os juvenis em Roland Garros, um dos quatro principais torneios do tênis mundial, os Grand Slams - os demais são o Aberto da Austrália, Wimbledon (Grã-Bretanha) e US Open (Estados Unidos).

O tenista, que iniciou a competição em quarto no ranking mundial de juvenis, superou, na decisão, o norte-americano Michael Antonius por 2 sets a 0, com parciais de 6/2 e 6/4. Com o resultado, ele assumirá a primeira colocação da lista da Federação Internacional de Tênis (ITF, sigla em inglês) entre os atletas até 18 anos.

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Guto já havia se tornado apenas o quarto brasileiro a chegar em uma decisão de simples em Roland Garros no juvenil. O último havia sido o paulista Luís Felipe Tavares, em 1967.

Com o título, ele repetiu os feitos de outros três brasileiros que conseguiram títulos de Grand Slam na categoria juvenil em simples: o alagoano Tiago Fernandes (Aberto da Austrália, em 2010), o paranaense Thiago Wild (US Open, em 2018) e o carioca João Fonseca (US Open, em 2023).

"Sei que é um torneio juvenil, sei o que é ser o número um do mundo juvenil, mas ainda existe muito pela frente na minha carreira. É importante aproveitar esse momento, mas manter os pés no chão e continuar trabalhando", afirmou Guto, que ocupa o 829º lugar do ranking da Associação dos Tenistas Profissionais (ATP), em comunicado à imprensa.

Guto chegou à final superando o compatriota Leonardo Storck, por 2 sets a 1 (6/1, 3/6 e 6/2), em semifinal disputada na sexta-feira (5).

Número 56 do ranking juvenil antes de Roland Garros, o mato-grossense Storck, de 17 anos, foi convidado para o Grand Slam após vencer o Junior Series, torneio realizado em São Paulo no mês de abril, em parceria das Confederações Brasileira (CBT) e Sul-Americana (Cosat) com a Federação Francesa de Tênis (FFT). Entre os profissionais, ele ocupa a 1782ª posição.

Outra promessa a se destacar em Paris foi Victoria Barros. A potiguar de 16 anos, terceira do mundo entre as tenistas até 18 anos, foi semifinalista em Roland Garros, perdendo da chinesa Xinran Sun, na sexta, por 2 sets a 0 (6/2 e 6/3). Ela foi a primeira brasileira desde a paulista Dadá Vieira, em 1987, a ir tão longe em um Grand Slam juvenil em simples. No ranking da Associação de Tênis Feminino, Victoria está na 968ª colocação.

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Endrick decide, Brasil vence o Egito e encerra preparação para a Copa com triunfo

João Vitor Revedilho

A Seleção Brasileira fechou sua preparação para a Copa do Mundo com vitória. Neste sábado, em Cleveland, nos Estados Unidos, a equipe comandada por Carlo Ancelotti derrotou o Egito por 2 a 1 no último amistoso antes da estreia no Mundial. Bruno Guimarães abriu o placar ainda no início da partida, os africanos empataram após uma falha de Marquinhos, mas Endrick marcou na etapa final e garantiu o triunfo brasileiro.

O resultado positivo, porém, foi acompanhado por uma preocupação para a comissão técnica. O lateral-direito Wesley deixou o gramado ainda no primeiro tempo com dores na virilha esquerda e saiu chorando após ser substituído. O jogador será reavaliado nos próximos dias, a menos de uma semana do primeiro compromisso do Brasil na Copa.

A seleção começou a partida impondo seu ritmo e foi recompensada logo aos seis minutos. Bruno Guimarães roubou a bola no campo ofensivo, avançou e bateu colocado da entrada da área para abrir o marcador.

A vantagem, entretanto, durou pouco. Quatro minutos depois, Marquinhos errou na saída de bola e entregou a posse para Zico, que aproveitou a oportunidade para deixar tudo igual para os egípcios.

Mesmo após o empate, o Brasil manteve o controle das ações. Com maior posse de bola e presença constante no campo adversário, a equipe criou oportunidades para retomar a dianteira, mas encontrou dificuldades para superar o goleiro Shobeir, um dos destaques da primeira etapa.

Lesão de Wesley preocupa

O principal momento de apreensão ocorreu aos 16 minutos do primeiro tempo. Wesley sentiu dores na região da virilha após uma jogada pela direita e precisou deixar o campo. Danilo entrou em seu lugar.

Já no banco de reservas, o lateral não conteve a emoção e foi visto chorando, demonstrando preocupação com a proximidade da Copa do Mundo.

Mudanças surtem efeito no segundo tempo

Na volta do intervalo, Carlo Ancelotti promoveu uma ampla reformulação na equipe e realizou oito substituições de uma só vez. Ao longo da segunda etapa, o treinador chegou a trocar todos os jogadores utilizados na partida.

As alterações surtiram efeito rapidamente. Aos sete minutos, Douglas Santos e Matheus Cunha pressionaram a saída de bola adversária e recuperaram a posse no campo ofensivo. A jogada terminou com Raphinha servindo Endrick dentro da área. O atacante concluiu com precisão e recolocou o Brasil em vantagem.

Após o segundo gol, a Seleção administrou o resultado com tranquilidade. O Egito tentou reagir e buscou pressionar nos minutos finais, especialmente após a entrada de Mohamed Salah, que iniciou a partida no banco de reservas. Apesar disso, a equipe africana encontrou dificuldades para criar oportunidades claras e pouco ameaçou o goleiro Weverton.

Com a vitória, o Brasil encerra a série de amistosos preparatórios em alta e embarca para a Copa do Mundo com duas vitórias consecutivas, após também superar o Panamá. A estreia da equipe de Carlo Ancelotti acontece na próxima semana diante do Marrocos.

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Brasil encara o Egito em último teste antes da Copa; veja horário

João Vitor Revedilho

A Seleção Brasileira entra em campo neste sábado, às 19h (horário de Brasília), para enfrentar o Egito em amistoso preparatório para a Copa do Mundo de 2026. A partida será disputada no Cleveland Browns Stadium, em Cleveland, nos Estados Unidos, e representa o último compromisso da equipe comandada por Carlo Ancelotti antes da estreia no Mundial.

O Brasil chega embalado pela goleada por 6 a 2 sobre o Panamá, em partida disputada no Maracanã. O desempenho, principalmente na etapa final, ampliou as opções observadas pela comissão técnica, que ainda pretende realizar ajustes e testes antes da estreia contra o Marrocos na Copa do Mundo.

Do outro lado, o Egito também vive bom momento. A seleção africana venceu a Rússia por 1 a 0 no amistoso mais recente e acumula ainda um triunfo diante da Arábia Saudita e um empate contra a Espanha nos compromissos preparatórios realizados neste ano.

Brasil terá mudanças promovidas por Ancelotti

A equipe brasileira manterá o esquema com quatro jogadores de característica ofensiva, mas terá alterações em relação ao duelo contra o Panamá. Douglas Santos assume a lateral esquerda na vaga de Alex Sandro, enquanto Lucas Paquetá e Igor Thiago entram no setor ofensivo nos lugares de Luiz Henrique e Matheus Cunha.

Na defesa, Gabriel Magalhães será preservado devido ao desgaste físico. Com isso, Léo Pereira formará a dupla de zaga ao lado de Marquinhos. A formação foi confirmada por Carlo Ancelotti na véspera da partida.

Provável escalação do Brasil: Alisson; Wesley, Marquinhos, Léo Pereira e Douglas Santos; Casemiro e Bruno Guimarães; Lucas Paquetá, Raphinha, Igor Thiago e Vini Jr.

Egito aposta em Salah para surpreender

Sob o comando de Hossam Hassan, maior artilheiro da história da seleção egípcia, o Egito chega sem desfalques para o amistoso. A principal esperança ofensiva da equipe é o atacante Mohamed Salah, destaque do Liverpool, que deve atuar ao lado de Omar Marmoush, do Manchester City.

Além da dupla, nomes experientes como Trezeguet e o goleiro Mohamed El Shenawy também estão entre os titulares esperados.

Provável escalação do Egito: El Shenawy; Hany, Fathy, Yasser, Rabia e Fatouh; Lashin, Trézéguet e Attia; Salah e Marmoush.

Arbitragem

A arbitragem da partida será mexicana. Adonai Escobedo comandará o confronto, auxiliado por Ibrahim Martinez e Maximiliano Gomez. O responsável pelo VAR será Carlos Rivero.

O amistoso será o último compromisso das duas seleções antes do início da Copa do Mundo de 2026, que começa na próxima semana nos Estados Unidos.

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Seleção feminina enfrenta EUA em amistoso crucial pré-Copa

IstoÉ News

Em meio à preparação para a Copa do Mundo de 2027 no Brasil, a seleção feminina de futebol encara a equipe dos Estados Unidos, atual campeã olímpica e vice-líder no ranking da Fifa. O primeiro de dois amistosos ocorre na Neo Química Arena, em São Paulo, neste sábado (6), às 19h (horário de Brasília). Brasil e EUA voltarão a duelar na próxima terça (9), às 21h30, na Arena Castelão, em Fortaleza, com a participação de Marta sendo dúvida para a partida.

O que aconteceu

  • A seleção feminina de futebol do Brasil enfrenta os Estados Unidos em amistoso preparatório para a Copa do Mundo de 2027.
  • A meio-campista Marta é dúvida para o jogo deste sábado (6) devido a um desconforto na coxa, após participar de treino limitado.
  • Os confrontos marcam o retorno das norte-americanas ao Brasil após quase doze anos e são cruciais para a preparação da Amarelinha.

A meio-campista Marta, principal nome da seleção brasileira, ainda é dúvida para o jogo desta noite. A jogadora participou do último treino na sexta (5), após ser poupada das atividades ao longo da semana em razão de um desconforto na região posterior da coxa.

O técnico Arthur Elias afirmou que aguardará a avaliação do departamento médico para decidir sobre a escalação da jogadora. “A princípio, eu senti ela muito bem no treinamento. Achei um nível muito bom de jogo, mas deu pouco tempo”, declarou Elias.

A situação de Marta compromete a seleção feminina?

Um post compartilhado por Seleção Feminina de Futebol (@selecaofemininadefutebol)

A última vez que a camisa 10, Marta, defendeu a Amarelinha foi em agosto do ano passado, quando a seleção foi campeã da Copa América, em Quito (Equador), após cobrança de pênaltis (cinco a quatro). Na ocasião, Marta foi decisiva na final contra a Colômbia.

Quem também está de volta à equipe é a zagueira Rafaelle (Orlando Pride/EUA), que vestiu a Amarelinha pela última vez na conquista da prata olímpica em Paris. Além de Rafaelle, outras nove das 26 convocadas pelo técnico Arthur Elias subiram ao pódio em Paris.

Histórico de embates Brasil x EUA

Desde que Arthur Elias assumiu o comando técnico da seleção brasileira, em setembro de 2023, Brasil e Estados Unidos já duelaram quatro vezes. As norte-americanas levaram a melhor nas finais da Copa Ouro e dos Jogos Olímpicos, ambos vencidos por um a zero. Nos dois amistosos disputados nos EUA, a seleção norte-americana ganhou o primeiro por dois a zero, e a Amarelinha venceu o segundo de virada (dois a um), selando um triunfo histórico que interrompeu um jejum de dez anos sem vitórias sobre as rivais.

No retrospecto geral, a seleção dos EUA segue em vantagem: em 43 confrontos, foram apenas quatro vitórias da Amarelinha.

O fator casa pode ser decisivo?

Ciente da rivalidade, a meio-campista Angelina, capitã da seleção, destaca que o fator casa pode ser desafiador para as norte-americanas. “A gente sabe que os Estados Unidos têm esse histórico sim, mas é algo que a gente quer mudar”, afirmou.

“Prova disso é o último amistoso contra elas, a gente ganhar na casa delas. Isso foi o primeiro passo. Elas sabem muito bem o desafio que terão jogando aqui, com nosso estádio lotado, com o apoio do nosso torcedor empurrando a gente”, projetou Angelina sobre a importância do apoio local.

*Com Agência Brasil

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Seleção feminina encara Estados Unidos esta noite em São Paulo

Agência Brasil

Logo Agência Brasil

Em meio à preparação para a Copa do Mundo de 2027 no Brasil, a seleção feminina encara na noite deste sábado (6) a equipe dos Estados Unidos, atual campeã olímpica e vice-líder no ranking da Fifa. O jogo às 19h (horário de Brasília) na Neo Química Arena, em São Paulo, será o primeiro de dois amistosos contra as norte-americanas, que voltam a competir em território nacional após hiato de quase 12 anos. Depois da capital paulista, Brasil e EUA voltam a duelar na próxima terça (9), às 21h30, na Arena Castelão, em Fortaleza.

A meio-campista Marta ainda é dúvida para o jogo desta noite. A jogadora participou do último treino na sexta (5), depois ter sido poupada das atividades ao longo da semana em razão de desconforto na região posterior da coxa. 

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“A princípio, eu senti ela muito bem no treinamento. Achei um nível muito bom de jogo, mas deu pouco tempo”, disse Elias, que vai aguardar a avaliação do departamento médico para decidir se escala a jogadora para o jogo desta noite.

A última vez que a camisa 10 defendeu a Amarelinha foi em agosto do ano passado, quando a seleção foi campeã da Copa América, em Quito (Equador), após cobrança de pênaltis (5 a 4). Na ocasião, Marta foi decisiva na final contra a Colômbia.

Quem também está de volta à equipe é a zagueira Rafaelle (Orlando Pride/EUA), que vestiu a Amarelinha pela última vez na conquista da prata olímpica em Paris.  Além de Rafaelle, outras nove das 26 convocadas pelo técnico Arthur Elias subiram ao pódio em Paris.

Histórico de embates Brasil x EUA

Desde que Arthur Elias que assumiu o comando técnico da Amarelia, em setembro de 2023, Brasil e Estados Unidos já duelaram quatro vezes. As norte-americanas levaram a melhor nas finais da Copa Ouro e dos Jogos Olímpicos – ambos por 1 a 0. Já nos dois amistosos disputados nos EUA, a seleção norte-americana ganhou o primeiro por 2 a 0, e a Amarelinha venceu de virada (2 a 1), selando um triunfo histórico que interrompeu um jejum de 10 anos sem vitórias sobre as rivais.

No retrospecto geral, a seleção dos EUA seguem em vantagem: em 43 confrontos, foram apenas quatro vitórias da Amarelinha.

Ciente da rivalidade, a meio-campista Angelina, capitã da seleção, destaca que o fator casa pode ser desafiador para as norte-americanas.

“A gente sabe que os Estados Unidos têm esse histórico sim, mas é algo que a gente quer mudar. Prova disso é o último amistoso contra elas, a gente ganhar na casa delas. Isso foi o primeiro passo. Tem essa coisa de elas ganharem muitas Copas e Olimpíadas [quatro títulos mundiais e cinco ouros olimpicos], porém elas sabem muito bem o desafio que elas vão ter jogando aqui, com nosso estádio lotado, com o apoio do nosso torcedor empurrando a gente”, projetou Angelina.

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