João Fonseca vence Tsitsipas e avança à terceira rodada no Canadá

IstoÉ News

O tenista brasileiro João Fonseca, de 19 anos e atual 27º colocado no ranking da ATP, derrotou Stefanos Tsitsipas, ex-número 3 do mundo, por 2 sets a 0 no Masters 1000 do Canadá. A vitória, conquistada em 5 de agosto em Montréal, garantiu a Fonseca sua passagem para a terceira rodada do torneio e marcou a segunda vez que ele superou o tenista grego em sua carreira.

O que aconteceu

  • João Fonseca avançou à terceira rodada do Masters 1000 do Canadá após vencer Stefanos Tsitsipas.
  • O tenista brasileiro superou o grego em 1h50, com parciais de 7/6 (6/3) e 7/5.
  • Fonseca aguarda o vencedor do confronto entre Casper Ruud e Juan Manuel Cerúndolo para definir seu próximo adversário.

Ainda demonstrando certa falta de ritmo – o jovem atleta não disputava uma partida do circuito profissional desde 3 de julho –, Fonseca precisou de 1h50 para fechar o duelo. As parciais foram de 7/6 (6/3) e 7/5, refletindo a intensidade do confronto.

O brasileiro iniciou a partida de forma promissora, conseguindo uma quebra de serviço logo no começo do primeiro set após uma dupla falta de Tsitsipas, abrindo 2 a 0. Contudo, no game seguinte, Fonseca cometeu uma dupla falta e uma sequência de erros não forçados, permitindo que o grego devolvesse a quebra.

Como Fonseca superou o ex-número 3?

O primeiro set manteve-se equilibrado, com falhas de ambos os lados, e foi decidido no tie-break. Fonseca capitalizou uma bola mandada para fora por Tsitsipas, garantindo a vantagem inicial no placar.

A segunda parcial seguiu o mesmo roteiro de disputas acirradas. O brasileiro obteve uma quebra no início, mas viu Tsitsipas reagir e devolver a quebra quando Fonseca sacava para fechar o jogo. Com o placar em 5 a 5, o jovem brasileiro demonstrou resiliência e agressividade, encaixando boas devoluções para quebrar o serviço de Tsitsipas novamente. Ele então confirmou seu saque com um ace decisivo, encerrando o set em 7 a 5 e garantindo a vitória.

Após o triunfo, Fonseca expressou sua satisfação: “O jogo de hoje me traz muita força e confiança. Estava difícil para mim, com a bola quicando muito, ele sacando bem, então estou muito feliz com essa vitória”. Ele complementou: “No 5 a 4, eu sabia que seria tenso porque faz tempo que eu não jogo, mas fui agressivo, confiante, e isso me trouxe a vitória”.

Na próxima etapa, Fonseca enfrentará o vencedor do confronto entre o norueguês Casper Ruud, 14º do mundo, e o argentino Juan Manuel Cerúndolo (52º).

Da IstoÉ com ANSA

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Milan e Inter empatam por 1 a 1 em derby com homenagens a Baresi

IstoÉ News

Em um emocionante confronto realizado nesta quarta-feira, 5 de agosto, em Perth, Austrália, Milan e Inter de Milão empataram por 1 a 1 no primeiro derby da temporada. A partida foi marcada por uma tocante homenagem ao lendário zagueiro rossonero Franco Baresi, falecido recentemente aos 66 anos de idade, reforçando o legado do ídolo que vestiu a camisa 6 por duas décadas.

  • O derby de Milão, realizado em Perth, Austrália, teve como foco principal uma emocionante homenagem ao ídolo rossonero Franco Baresi.
  • A partida entre Milan e Inter terminou empatada em 1 a 1, com gols de Federico Dimarco para a Inter e Christopher Nkunku para o Milan.
  • Os jogadores do Milan entraram em campo usando a camisa de número 6, eternizada por Baresi, e diversas outras ações marcaram a celebração de sua memória.

O placar foi aberto pelo lado nerazzurro, com Federico Dimarco balançando as redes aos sete minutos do segundo tempo. Contudo, Christopher Nkunku, em cobrança de pênalti, garantiu o empate para o Milan aos 38 minutos, selando o resultado de 1 a 1.

Qual a dimensão da homenagem a Baresi?

Os jogadores do time rossonero entraram em campo vestindo a camisa de número 6, eternizada por Baresi durante suas duas décadas dedicadas ao clube. A iniciativa da equipe foi uma forma de prestar tributo, já que a agenda da pré-temporada impediu que o elenco milanista comparecesse ao funeral do ex-zagueiro, realizado na última terça-feira, 4 de agosto.

Além disso, antes do apito inicial, um minuto de silêncio foi observado por ambas as equipes, enquanto a imagem icônica de Baresi era projetada no telão do estádio. A frase “6 per sempre capitano” (Seis para sempre capitão) também aparecia, utilizando um trocadilho com a palavra em italiano “sei”, que significa tanto “seis” quanto “você é”.

Aos seis minutos do primeiro tempo, em um momento carregado de emoção, o jogo foi temporariamente interrompido para que todos os presentes pudessem aplaudir em homenagem ao ex-capitão.

O legado de um ídolo

Ruben Amorim, o novo técnico do Milan, expressou a relevância de Baresi: “Ele foi um jogador especial e uma pessoa especial, vai fazer muita falta. Mas a única maneira de recordá-lo como ele merece é trabalhar bem e devolver nosso clube para onde ele deve estar”, declarou Amorim, ressaltando o impacto duradouro do zagueiro.

Da IstoÉ com ANSA

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Fiorentina contrata Franco Mastantuono por empréstimo

IstoÉ News

A Fiorentina anunciou nesta quarta-feira (5) a contratação por empréstimo do meia-atacante argentino Franco Mastantuono, de 18 anos, que pertencia ao Real Madrid. O acordo envolve o pagamento de 3,5 milhões de euros ao clube espanhol, com a assinatura do contrato prevista para as próximas horas.

  • A Fiorentina contrata o meia-atacante argentino Franco Mastantuono, de 18 anos, por empréstimo junto ao Real Madrid.
  • O clube italiano pagará 3,5 milhões de euros (R$ 21 milhões) ao time espanhol pelo jovem talento.
  • Mastantuono busca mais tempo de jogo na Fiorentina, que o enxerga como peça-chave para a recuperação na Série A italiana.

Mastantuono é o oitavo reforço da equipe de Florença para a próxima temporada. O jogador optou pela Fiorentina em busca de maior regularidade e minutos em campo, após ter perdido espaço no elenco do Real Madrid nos últimos meses.

Qual o histórico de Franco Mastantuono?

Revelado nas categorias de base do River Plate, na Argentina, Franco Mastantuono foi contratado pelo time espanhol por uma quantia estimada em 45 milhões de euros (aproximadamente R$ 266 milhões na cotação atual). Durante sua passagem pelos merengues, o jovem atleta disputou 35 partidas, marcando três gols e concedendo uma assistência.

O que a Fiorentina espera do novo reforço?

A expectativa é que o meia-atacante seja uma peça-chave no processo de retomada da Fiorentina. Na temporada passada, a equipe lutou contra o rebaixamento no Campeonato Italiano e finalizou a Série A na 15ª posição, distante das ambições do clube. A chegada de Mastantuono visa trazer qualidade e dinamismo ao meio-campo ofensivo.

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Zola assume coordenação da base da seleção italiana

IstoÉ News

A Federação Italiana de Futebol (Figc) anunciou nesta quarta-feira (5) a contratação do ex-jogador Gianfranco Zola para coordenar as categorias de base da seleção. A decisão, revelada em Roma pelo presidente da entidade, Giovanni Malagò, visa fortalecer o futuro do futebol italiano após períodos de crise. Zola terá a responsabilidade de gerenciar os projetos de desenvolvimento juvenil.

  • Gianfranco Zola assume a coordenação das categorias de base da seleção italiana de futebol.
  • A contratação faz parte do projeto de reestruturação da Figc, liderado por Giovanni Malagò, após ausências da Itália em Copas do Mundo.
  • Zola atuará em conjunto com o diretor técnico Claudio Ranieri e continuará como vice-presidente da Lega Pro.

Em conversa por telefone com a agência ANSA, o cartola Giovanni Malagò explicou que a escolha de Zola foi uma decisão conjunta com o novo diretor técnico da Figc, Claudio Ranieri, que assumiu o cargo sucedendo Paolo Maldini. A chegada do ídolo do futebol italiano é vista como um passo estratégico para os planos da federação.

Malagò e a reestruturação da FIGC

Segundo Malagò, Gianfranco Zola, que atualmente ocupa o cargo de vice-presidente da Lega Pro (entidade que administra a Série C do Campeonato Italiano), assumirá a função de “coordenador dos projetos das atividades juvenis”. O presidente da Figc enfatizou a importância desta contratação: “Eu e Ranieri queríamos muito isso”, afirmou.

“O carisma de Zola, sua preparação e seu compromisso mostrado com os jovens nestes anos representam a melhor base para construir nosso futuro”, declarou o chefe da Figc. Ele adicionou que o ex-jogador conciliará a nova função com a vice-presidência da Lega Pro, demonstrando a confiança em sua capacidade de multitarefa e dedicação.

Zola é a peça fundamental que faltava no projeto de Malagò para reconstruir a seleção da Itália, que enfrenta um período desafiador com três ausências consecutivas na Copa do Mundo, torneio que a Azzurra não disputa desde 2014, no Brasil. A reformulação das categorias de base é vista como essencial para reerguer o futebol nacional.

Ex-presidente do Comitê Olímpico Nacional Italiano (Coni) e do comitê organizador das Olimpíadas de Inverno de Milão-Cortina, Malagò foi eleito presidente da Figc em meados de junho. Ele chegou com amplo respaldo para reformar os alicerces do futebol tetracampeão mundial, buscando inovações e novas perspectivas para a seleção.

Qual a importância de Zola para o futuro do futebol italiano?

Inicialmente, Giovanni Malagò havia escolhido Paolo Maldini como diretor técnico e o brasileiro Leonardo como consultor. Contudo, ambos renunciaram após apenas duas semanas de trabalho, devido ao veto da federação à contratação de Andrea Pirlo como treinador da Azzurra, gerando um impasse nos primeiros dias de sua gestão.

Em seguida, Malagò bancou pessoalmente o retorno de Roberto Mancini para comandar a seleção e chamou Claudio Ranieri para o cargo de diretor técnico. Essa dupla experiente agora contará com o auxílio de Gianfranco Zola, que, em sua carreira como jogador, disputou 35 partidas e marcou 10 gols pela Itália entre 1991 e 1997, sendo um nome de peso para inspirar os jovens atletas.

Ídolo do Chelsea, o ex-jogador pendurou as chuteiras em 2005, após uma carreira brilhante. Ele teve uma discreta trajetória como treinador na década passada, mas manteve-se próximo ao esporte. Ao longo dos últimos anos, Zola atuou como comentarista em emissoras de TV italianas e britânicas, e em 2023, foi eleito vice-presidente da Lega Pro, demonstrando seu contínuo engajamento com o futebol. (ANSA)

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Jannik Sinner visita clínica antes de temporada nos EUA

IstoÉ News

SÃO PAULO – O tenista Jannik Sinner, atual número 1 do mundo, visitou uma clínica de fisioterapia em Milão, na Itália, nesta terça-feira (4) para realizar avaliações físicas. A ação ocorre antes da sua participação na aguardada temporada de quadra dura nos Estados Unidos, onde ele buscará manter seu desempenho vitorioso após a recente conquista de Wimbledon.

Segundo informações do jornal italiano La Gazzetta dello Sport, Sinner esteve na Physioclinic, reconhecida como uma “estrutura de referência em tratamentos fisioterápicos”, para controles já programados. Embora a visita faça parte da rotina de preparação do atleta, o diário cogita que ela possa estar relacionada a um leve desconforto no joelho direito do italiano, um detalhe que, segundo a publicação, não deverá comprometer sua performance nos próximos torneios americanos.

O que aconteceu

  • Jannik Sinner, número 1 do mundo, realiza exames físicos em clínica de fisioterapia em Milão.
  • A visita do atleta italiano pode estar ligada a um possível desconforto no joelho direito.
  • Sinner se prepara para a temporada de quadra dura nos EUA, que inclui o Masters 1000 de Cincinnati e o US Open.

O atleta, que é a sensação do circuito mundial de tênis, foi acompanhado por quatro membros de sua equipe durante a avaliação. Ao deixar a clínica, Sinner demonstrou seu carinho pelos fãs, distribuindo autógrafos para os presentes no local.

A saúde do joelho de Sinner preocupa para a temporada nos EUA?

Jannik Sinner não entra em quadra desde 12 de julho, data em que assegurou o bicampeonato de Wimbledon, ao superar o alemão Alexander Zverev por 3 sets a 1. Ele tem embarque agendado para 9 de agosto, com destino aos Estados Unidos, onde tem compromissos importantes. O calendário inclui o Masters 1000 de Cincinnati, que ocorrerá de 13 a 23 de agosto, e o prestigioso US Open, marcado para 30 de agosto a 13 de setembro. Sinner ostenta o título de vice-campeão em ambas as competições do ano anterior, elevando as expectativas para sua performance em 2024.

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Brasil vence Chile na estreia do Sul-Americano de basquete feminino

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A seleção brasileira feminina de baquete sobrou diante do Chile na estreia do torneio classificatório Sul-Americano para a AmeriCupW, a Copa América da modalidade. Na tarde desta segunda-feira (3), em Zárate (Argentina), a equipe cravou 85 a 57 no placar. A próxima equipe adversária pelo Grupo B será a Venezuela, na quinta-feira (6), às 14h (horário de Brasília), com transmissão ao vivo no canal da Federação Internacional de Basquete (Fiba) no YouTube. Se voltar a vencer, a seleção avança às semifinais e, de quebra, garante uma das quatro vagas que o Classificatório distribui para a AmeriCupW de 2027, em El Salvador.

O triunfo de hoje foi o primeiro sob o comando do técnico Léo Figueiró, que assumiu como técnico da seleção no último dia 23, após a saída da treinadora norte-americana Pokey Chatman.

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A armadora Bella Nascimento foi a cestinha do Brasil contra as venezuelanas, com 17 pontos. Também se destacaram em quadra a pivô Aline Moura, com um duplo-duplo (15 pontos e 10 rebotes), a armadora Aaliyah Guyton (14 pontos e seis assistências) e a ala/pivô Sassá Gonçalves (13 pontos e nove rebotes).

Ao todo sete países disputam o Classificatório Sul-Americano. No grupo A estão Argentina, Colômbia, Paraguai e Uruguai e a chave B conta com Brasil, Chile e Venezuela. Na primeira fase do classificatório, as seleções se enfrentam entre si no mesmo grupo. Quem terminar na liderança da chave, vai direto para a semifinal. Já o segundo e o terceiro colocados disputarão o playoff para se classificar.

Programação

Quinta-feira (06) – 14h – Brasil x Venezuela (primeira fase)

Sexta (07) –  quartas de final

Sábado (08) – semifinais

Domingo (9) – final

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“Técnico agride atletas em vôlei de praia; Fipav investiga”

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Um incidente de agressão durante a final feminina da Copa da Itália de vôlei de praia, em Montesilvano, levou a Federação Italiana de Voleibol (Fipav) a abrir uma investigação nesta segunda-feira (3). O técnico James Martins foi flagrado tratando as atletas Chiara They e Sara Breidenbach com rispidez, segurando seus braços com força durante um tempo técnico da partida, o que gerou forte repercussão no meio esportivo e nas redes sociais.

O que aconteceu

  • Agressão de técnico: James Martins foi flagrado segurando com força os braços das atletas Chiara They e Sara Breidenbach durante a final da Copa da Itália de vôlei de praia.
  • Repercussão: O episódio gerou críticas e ampla repercussão nas redes sociais e no meio esportivo.
  • Investigação: A Fipav informou que abriu uma investigação e que todos os envolvidos serão ouvidos para esclarecer os fatos.

As imagens do incidente, que mostram o treinador segurando com força os braços das duas jogadoras, circularam amplamente. Chiara They, a primeira a ser abordada pelo técnico, chegou a gritar para que ele parasse enquanto Sara Breidenbach também era alvo da atitude.

Federação condena conduta e abre inquérito

Em comunicado oficial, a Fipav informou que encaminhou o caso aos órgãos competentes da entidade e que todas as pessoas envolvidas serão ouvidas para esclarecer os fatos. O presidente da Fipav, Giuseppe Manfredi, manifestou-se veementemente.

“As imagens que vimos são inaceitáveis e representam um comportamento que condenamos nos termos mais veementes”, afirmou Giuseppe Manfredi.

Segundo o dirigente, a conduta de Martins ultrapassa qualquer limite do contexto esportivo. “A atitude do técnico em relação às suas atletas vai muito além de qualquer contexto técnico ou esportivo e não pode ser justificada de forma alguma. Comportamentos desse tipo são absolutamente inaceitáveis”, declarou Manfredi.

Qual a postura da Fipav diante de tais atos?

Manfredi reforçou ainda que todos os participantes das atividades promovidas pela federação devem seguir os princípios de proteção à pessoa e respeito mútuo, assegurando a integridade e os direitos dos atletas.

A Fipav destacou que eventuais responsabilidades serão apuradas conforme os regulamentos da entidade e reafirmou seu compromisso com a defesa dos valores esportivos e com a segurança de todos os envolvidos em suas competições.

Da IstoÉ com ANSA.

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Presidente do Torino afirma que Lega preferia Antonio Conte na seleção

IstoÉ News

O presidente do Torino, Urbano Cairo, revelou neste domingo (2) ao jornal Gazzetta dello Sport que havia uma preferência entre dirigentes da Lega Serie A pela nomeação de Antonio Conte para comandar a seleção italiana, a Azzurra. A declaração foi dada durante um evento em Versilia, na Toscana, após um amistoso de seu clube. Cairo criticou a escolha final por Roberto Mancini e as decisões de Gianni Infantino na FIFA.

O que aconteceu

  • Presidente do Torino, Urbano Cairo, afirma que havia preferência por Antonio Conte para a seleção italiana.
  • O dirigente questionou a escolha por Roberto Mancini e expôs bastidores da Federação Italiana de Futebol (Figc).
  • Cairo criticou decisões da FIFA, incluindo a proposta de venda de participações comerciais da Copa do Mundo.

Cairo, que participou recentemente de uma reunião da Lega Serie A, detalhou os bastidores da escolha do novo treinador da Azzurra. Segundo ele, o presidente da Federação Italiana de Futebol (Figc), Giovanni Malagò, pretendia inicialmente nomear um diretor técnico antes de definir o comandante da seleção, mas o planejamento acabou “desmoronando”.

“Sabemos como as coisas aconteceram. Malagò queria nomear primeiro o diretor técnico, comprometendo-se a convencer Paolo Maldini, e depois tudo desmoronou por causa da escolha de Andrea Pirlo e da questão do patrocinador russo ligado às apostas”, afirmou Cairo.

Por que a escolha do técnico foi polêmica?

O técnico do Dubai United foi descartado pela Figc para assumir a seleção italiana devido ao seu envolvimento com uma casa de apostas russa. Na sequência, Roberto Mancini, que já havia comandado a Azzurra entre 2018 e 2023, foi apresentado como o novo treinador da equipe nacional.

Na entrevista, Cairo acrescentou que deseja sucesso à nova gestão, ressaltando a importância de um bom desempenho da seleção, especialmente após a ausência da Itália nas últimas três Copas do Mundo.

Ao explicar por que teria optado por Antonio Conte, o presidente do Torino destacou a necessidade de um impacto imediato no trabalho da equipe nacional.

“Eu o teria escolhido porque é necessário dar um forte impulso à atividade, para começar bem desde o início. Respeito o Conte, ele já havia se saído bem com a seleção, uma seleção que não era nada de especial, principalmente no ataque”, declarou Urbano Cairo.

Críticas à gestão da FIFA

Para Cairo, Antonio Conte também “estava motivado” e, portanto, “poderia ser o homem certo”. “Havia uma tendência na Lega a favor de Conte como treinador, mas Malagò escolheu diferente”, declarou o presidente do Torino.

Além da questão da seleção italiana, Urbano Cairo também comentou temas relacionados à política do futebol internacional. O presidente do Torino elogiou algumas iniciativas do presidente da FIFA, Gianni Infantino, como a expansão dos direitos de transmissão da Copa do Mundo e do Mundial de Clubes, mas criticou outras decisões recentes.

Entre elas, mencionou a suspensão do jogador dos Estados Unidos Folarin Balogun e questionou a proposta de venda de participações comerciais da Copa do Mundo para investidores externos.

“O futebol deve ser intocável. E depois a ideia de vender as cotas da Copa do Mundo para investidores externos, uma decisão tomada assim, quase da noite para o dia. Não, as decisões devem ser compartilhadas sem seguir uma política pessoal”, concluiu Urbano Cairo.

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“Infantino busca apoio de Trump em meio a pressão na Fifa”

IstoÉ News

O presidente da Fifa, Gianni Infantino, é alvo de crescente pressão para deixar o comando da entidade máxima do futebol. Em meio a esta crise, ele teria buscado apoio do então mandatário dos Estados Unidos, Donald Trump, conforme noticiado pelo jornal “New York Post” nesta segunda-feira, 3 de agosto.

+ Uefa critica Infantino após Fifa recuar de venda da Copa do Mundo

O que aconteceu

  • Gianni Infantino, presidente da Fifa, é acusado de buscar apoio de Donald Trump em meio à crescente pressão por sua saída do cargo.
  • A iniciativa de buscar suporte político teria sido motivada por críticas generalizadas à proposta de criação da Fifa Forward Enterprise (FFE).
  • Após o recuo da Fifa sobre a FFE e sentir-se isolado, Infantino teria tentado contato repetido com o governo dos EUA, embora a Fifa negue as alegações.

A informação, divulgada pelo “New York Post”, citou duas fontes familiarizadas com o assunto. A busca por apoio de Trump teria ocorrido após o aumento das críticas à proposta de Infantino para a criação de uma empresa com investidores privados. Esta empresa administraria competições organizadas pela Fifa, incluindo a Copa do Mundo.

Críticas à Fifa Forward Enterprise

O projeto da Fifa Forward Enterprise (FFE) provocou uma ameaça de boicote por parte da Uefa e recebeu duras críticas de confederações importantes, como a da Ásia (AFC) e a da América do Norte, Central e Caribe (Concacaf). A repercussão negativa gerou um clima de tensão na cúpula do futebol mundial.

Diante do cenário adverso, o dirigente ítalo-suíço Gianni Infantino afirmou que a criação da FFE tinha como objetivo principal “fornecer uma base para fortalecer ainda mais nosso esporte em todo o mundo, especialmente nos países onde o apoio é mais necessário”. Apesar de defender a iniciativa, ele garantiu que o projeto não seria levado adiante, recuando da proposta original.

Infantino sente-se isolado em meio à crise?

Ainda de acordo com a reportagem do “New York Post”, Infantino teria tentado contato com Trump repetidas vezes desde a última sexta-feira, 31 de julho, data em que abandonou oficialmente a proposta da FFE. Contudo, o presidente da Fifa não teria conseguido estabelecer o contato desejado com o então chefe de estado norte-americano, o que o fez sentir-se “isolado” diante da crise.

A mesma reportagem também alegou que o presidente da Fifa teria marcado conversas privadas com o secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio. No entanto, fontes da própria Fifa negaram categoricamente à Fox News que qualquer ligação com Rubio ou “com qualquer outro membro da administração Trump, hoje ou em qualquer outro dia”, estivesse sendo realizada, contradizendo as informações veiculadas pelo “New York Post”.

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Palermo contrata ítalo-brasileiro de 20 anos por empréstimo

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O Palermo, clube que integra a holding controladora do Manchester City e do Bahia, anunciou neste sábado (1º) a contratação por empréstimo do ponta-esquerda ítalo-brasileiro Dominic Vavassori, oriundo da Atalanta. O jovem de 20 anos chega para reforçar o elenco rosanero na Série B, visando o retorno à elite do futebol italiano.

O que aconteceu

  • O Palermo anuncia a contratação por empréstimo de Dominic Vavassori, jovem ítalo-brasileiro de 20 anos, vindo da Atalanta.
  • O jogador, com passagens pela seleção sub-21 da Itália, reforçará o clube na Série B, que busca o retorno à primeira divisão após dez anos.
  • Vavassori, que possui cidadania brasileira, destacou-se na temporada passada com oito gols e cinco assistências pela Atalanta sub-23.

A chegada de Dominic Vavassori ao clube foi celebrada em comunicado oficial. “O City Football Group, o presidente Dario Mirri e toda a família rosanero dão as boas-vindas a Dominic em Palermo”, declarou o clube. A equipe, que busca retornar à primeira divisão após dez temporadas de ausência, aposta no talento do jovem para alcançar seus objetivos.

Quem é Dominic Vavassori?

Nascido em Bergamo, na Itália, Vavassori também possui cidadania brasileira. Na temporada anterior, ele defendeu o time sub-23 da Atalanta na Série C, onde teve um desempenho notável. Em 30 partidas disputadas, o ponta-esquerda marcou oito gols e concedeu cinco assistências, demonstrando sua capacidade ofensiva.

Além de sua atuação na equipe de base, Dominic Vavassori teve a oportunidade de estrear no time principal da “Deusa” na Série A. Ele entrou em campo por nove minutos em um confronto contra a Fiorentina, pela última rodada do campeonato. A partida terminou empatada em 1 a 1.

A projeção de Vavassori no cenário do futebol italiano já se mostra promissora. Em junho, o atleta vestiu a camisa da Itália sub-21 pela primeira vez, participando da vitória por 1 a 0 sobre a Albânia. Sua convocação e desempenho reforçam a expectativa sobre seu potencial para o Palermo.

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Uefa critica Infantino após Fifa recuar de venda da Copa do Mundo

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A União das Associações Europeias de Futebol (Uefa) saudou neste sábado, 1º de agosto, a decisão da Fifa de abandonar a proposta de vender parte da Copa do Mundo a investidores privados. Contudo, a entidade europeia expressou uma profunda perda de confiança na liderança do presidente Gianni Infantino, criticando a falta de transparência e os “esquemas secretos” por trás da iniciativa.

O que aconteceu

  • A Uefa celebrou o recuo da Fifa em seu plano de vender parte da Copa do Mundo e outras competições a investidores privados.
  • A entidade europeia manifestou total desconfiança na liderança de Gianni Infantino, acusando-o de conduta opaca e tramitação de “esquemas secretos”.
  • A proposta, que visava a criação da Fifa Forward Enterprise (FFE), foi retirada após a forte oposição da Uefa e de outras confederações globais.

A Uefa, em comunicado oficial, declarou que a decisão da Fifa em retirar o plano “foi rejeitada por unanimidade pelas associações nacionais da Uefa e por muitas outras federações e confederações de todos os tamanhos ao redor do mundo, cuja missão é proteger o futebol”.

Críticas à gestão de Infantino

A entidade europeia não poupou críticas, apontando para “esquemas secretos tramados às pressas por indivíduos anônimos e de benefícios duvidosos para o esporte”. A Uefa exigiu que os responsáveis por tais práticas fossem “identificados e responsabilizados”.

O comunicado ainda acusou Gianni Infantino de ter descumprido a promessa de transparência na gestão da Fifa e de ter tentado “impor à força” um plano considerado “precário e obscuro”. “Nos próximos dias e semanas, a Uefa vai trabalhar com suas associações e em estreita cooperação com outras confederações para refletir sobre como isso aconteceu e elaborar um plano para garantir que tal situação não se repita”, afirmou a entidade, ressaltando que “essa análise deve ser minuciosa e profunda, e nenhuma opção deve ser descartada”.

A nota conclui que “a atual liderança da Fifa perdeu não apenas a confiança da Uefa, mas também a de muitos outros membros da família do futebol”. Além disso, a confederação europeia apontou que, “com reservas superiores a US$ 5 bilhões, ele [Infantino] também falhou em utilizar o dinheiro das associações em benefício do futebol”.

Qual era a proposta da Fifa?

A Uefa anunciou que iniciará “imediatamente um trabalho com parceiros e partes interessadas de todo o mundo para propor uma nova forma de distribuição de recursos”. O objetivo é “começar a utilizar parte desse dinheiro parado nas contas bancárias da Fifa para dar o impulso inicial de que o futebol de base e o esporte como um todo necessitam em cada um dos 211 membros da Fifa”, diz o comunicado.

O projeto previa a criação de uma empresa privada, a Fifa Forward Enterprise (FFE), responsável pelas operações comerciais e pelas competições organizadas pela federação. Essa companhia teria um valor de mercado estimado em US$ 20 bilhões. A Fifa venderia para investidores uma fatia de US$ 4,2 bilhões em ações da FFE.

A liderança desse grupo de acionistas seria de Joshua Kushner, fundador da gestora de recursos Thrive Capital e irmão de Jared Kushner, genro do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Gianni Infantino mantém boas relações com a família Trump.

Por que Infantino recuou?

O presidente da Fifa, Gianni Infantino, havia dado prazo até 19 de setembro para que as federações nacionais manifestassem apoio à iniciativa. Ele chegou a ameaçar distribuir menos dinheiro para quem votasse contra a criação da FFE, mas recuou diante do boicote da Uefa, que prometera não disputar as competições da entidade, e da oposição das confederações da Ásia (AFC) e das Américas do Norte e Central (Concacaf).

Em sua declaração sobre o recuo, Infantino afirmou na noite de sexta-feira, 31 de julho: “Após ouvir atentamente todas as opiniões, ficou claro que o projeto criou divisões de uma natureza que, independentemente do nível de apoio, não estão mais de acordo com o objetivo estabelecido em primeiro lugar. Nosso propósito sempre foi – e sempre será – unir e melhorar. Dessa forma, esta proposta não prosseguirá”.

A confederação europeia concluiu o comunicado afirmando que a derrota da proposta de Infantino é “uma vitória para todo o futebol”.

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Fifa mantém plano de ‘privatização’ apesar de oposição

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A Federação Internacional de Futebol (Fifa) mantém seu plano de criar uma empresa com investidores privados para administrar os torneios organizados pela entidade, mesmo diante da crescente oposição. A decisão, anunciada nesta sexta-feira (31) em Paris, reforça o posicionamento da Fifa em seguir com o processo de consulta, que, segundo ela, será de forma “aberta e democrática”, buscando combater “notícias incorretas” sobre a proposta. A entidade argumenta que é essencial que todas as partes interessadas se manifestem com base em informações precisas antes de qualquer definição.

O que aconteceu

  • A Fifa prossegue com o plano de criar uma empresa com investidores privados para gerenciar seus torneios.
  • A proposta enfrenta forte resistência de confederações como Uefa, Concacaf e AFC, que alertam para riscos ao futebol mundial.
  • A iniciativa gerou repercussões políticas, com a renúncia de um conselheiro e críticas de líderes globais.

Entenda a proposta de investimento da Fifa

O plano, idealizado pelo presidente Gianni Infantino, prevê a fundação de uma empresa privada, a Fifa Forward Enterprise (FFE). Esta nova entidade seria responsável por todas as operações comerciais e pela organização das competições federativas. A FFE teria um valor de mercado estimado em US$ 20 bilhões (equivalente a R$ 102 bilhões).

No âmbito da proposta, a Fifa venderia uma participação de US$ 4,2 bilhões (R$ 21,5 bilhões) em ações para investidores privados. Este grupo de acionistas seria liderado por Joshua Kushner, fundador da gestora de recursos Thrive Capital e irmão de Jared Kushner, genro do ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Infantino mantém boas relações com a família Trump, fator que é considerado relevante no contexto da negociação.

Por que o plano da Fifa gera tanta oposição?

Apesar do potencial financeiro, o projeto tem sido alvo de severas críticas. A União Europeia e a União das Associações Europeias de Futebol (Uefa) manifestaram-se contrárias à iniciativa. A Uefa, inclusive, anunciou a possibilidade de boicotar todas as competições da Fifa, incluindo a Copa do Mundo, caso o plano não seja retirado.

Outras confederações regionais, como a Confederação de Futebol da América do Norte, Central e Caribe (Concacaf) e a Confederação Asiática de Futebol (AFC), também expressaram preocupação. Em nota, a AFC afirmou que compartilha das inquietudes levantadas pelas demais entidades e alertou para os riscos que a iniciativa representa para o futuro do futebol global. A confederação destacou que a mera discussão pública sobre um possível boicote à Copa do Mundo deve servir de alerta para toda a comunidade do futebol. Atualmente, a AFC reúne 47 associações nacionais, incluindo Austrália, China, Japão e Arábia Saudita.

As repercussões políticas e internas da iniciativa

A pressão exercida sobre a Fifa já provocou mudanças internas significativas. Carlos Cordeiro, que atuava como principal conselheiro de Gianni Infantino, anunciou sua renúncia ao cargo. Ex-presidente da Federação de Futebol dos Estados Unidos e ex-banqueiro do Goldman Sachs, Cordeiro afirmou que não participou da elaboração da proposta e declarou sua total oposição ao projeto.

Em uma publicação na rede social LinkedIn, o ex-dirigente classificou a iniciativa como “ruim para as associações-membro da Fifa, ruim para o futebol e ruim para o futuro a longo prazo do esporte”. No cenário político britânico, o primeiro-ministro Andy Burnham voltou a criticar duramente o presidente da Fifa, classificando Infantino como “a pessoa errada” para liderar a entidade.

Além disso, Burnham definiu como “absurdo” o plano de abrir espaço para investidores privados na principal competição do futebol mundial. Segundo o premiê britânico, “a Copa do Mundo não é um produto” e não deve ser tratada como um ativo comercial, pois a competição pertence aos torcedores e não a investidores financeiros. Nos Estados Unidos, o presidente Donald Trump afirmou que não foi consultado por Infantino sobre a proposta, respondendo com um simples “não” ao ser questionado por jornalistas. (ANSA)

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