Uefa mantém boicote e diz que perdeu confiança em Gianni Infantino

IstoÉ News

A União das Associações Europeias de Futebol (Uefa) reafirmou nesta quinta-feira (6) que manterá o boicote às competições organizadas pela Fifa. A entidade declarou não confiar mais no presidente da organização, Gianni Infantino, citando a persistência de motivos que levaram ao rompimento.

  • A UEFA mantém o boicote às competições da Fifa, declarando perda de confiança no presidente Gianni Infantino.
  • A confederação europeia alega que propostas de investidores privados na Fifa não foram retiradas e faltam garantias futuras.
  • A Federação de Futebol da Albânia retirou oficialmente seu apoio à candidatura de Infantino à reeleição, intensificando a pressão.

Por que a confiança em Infantino se perdeu?

Em comunicado oficial, a confederação europeia declarou que “a confiança na presidência” do cartola ítalo-suíço “continua perdida” e afirmou que os motivos que levaram ao rompimento permanecem inalterados.

“As federações-membro da Uefa foram muito claras sobre as condições vinculadas à sua não participação nas competições da Fifa”, disse a entidade europeia.

Segundo a Uefa, as propostas para permitir a participação de investidores privados em grandes competições internacionais não foram formalmente retiradas, nem houve garantias de que iniciativas semelhantes não voltarão a ser apresentadas no futuro, um ponto já crítico no recuo da Fifa em projetos de venda de torneios.

“Essas condições não foram cumpridas. O anúncio de ontem não muda nada”, avaliou a Uefa, em referência à manifestação de apoio de integrantes da administração da Fifa ao presidente da entidade.

Para a confederação europeia, o respaldo demonstrado por funcionários cujos cargos dependem da atual gestão não altera a perda de confiança na liderança de Gianni Infantino. A declaração foi divulgada um dia após o presidente da Fifa afirmar a seus colaboradores que não pretende renunciar ao cargo.

Segundo veículos da imprensa internacional, Gianni Infantino reconheceu erros na condução do projeto que previa a criação de uma estrutura para atrair investimentos privados para competições da Fifa, mas sustentou que todas as medidas foram tomadas dentro das normas da entidade.

Apesar do pedido de desculpas, a Uefa rejeitou a justificativa e reiterou que nenhuma das condições apresentadas para encerrar o boicote foi atendida.

Segundo o jornal The Guardian, a entidade também estaria estudando solicitar uma avaliação independente sobre os planos da Fifa relacionados à comercialização de seus principais torneios.

Divisão entre federações e o futuro da Fifa

A crise também provocou novos desdobramentos políticos dentro do futebol internacional. A Federação de Futebol da Albânia anunciou oficialmente a retirada de seu apoio à candidatura de Gianni Infantino à reeleição para a presidência da Fifa.

Em carta enviada ao secretário-geral da entidade, Mattias Grafström, o presidente da federação albanesa e vice-presidente da Uefa, Armando Duka, afirmou que a decisão foi motivada pelos recentes acontecimentos envolvendo a governança da Fifa.

“A Federação de Futebol da Albânia permanece comprometida em colaborar com a Uefa e seus parceiros internacionais para apoiar uma governança do futebol baseada na transparência, na integridade e nos melhores interesses do esporte”, declarou Duka.

Enquanto parte das federações europeias endurece sua posição, dirigentes africanos mantêm apoio a Gianni Infantino. O ministro dos Esportes da África do Sul, Gayton McKenzie, defendeu cautela diante do “linchamento público” do ítalo-suíço e destacou o papel desempenhado por ele no desenvolvimento do futebol africano.

“Podemos debater suas ideias, mas não nos esqueçamos de quem tem sido nosso amigo”, afirmou.

Com o impasse, cresce a pressão sobre a liderança da Fifa às vésperas do processo eleitoral da entidade, embora Gianni Infantino continue afirmando que seguirá na disputa pela reeleição.

Leia Mais ►

Roma e Adidas lançam novo uniforme reserva para 2026/2027

IstoÉ News

A AS Roma e a Adidas revelaram nesta quinta-feira, 6 de agosto, o novo uniforme reserva do clube para a temporada 2026/2027. A apresentação, que ocorreu em Roma, na Itália, destaca um design inovador que busca celebrar a história e as tradições da equipe da capital italiana.

  • O novo uniforme reserva da Roma para a temporada 2026/2027 foi apresentado.
  • O design do uniforme é predominantemente marfim, com uma faixa horizontal amarela e vermelha no peito.
  • A coleção homenageia a identidade histórica do clube e a virtude da Pietas da Roma Antiga.

Predominantemente no tom marfim, próximo ao off-white, o modelo traz como principal destaque uma larga faixa horizontal nas cores amarela e vermelha, que atravessa a região do peito. Essa faixa é uma clara referência à identidade histórica da equipe, remetendo às suas cores tradicionais e emblemáticas.

No centro da composição, um escudo retrô da Roma foi reintroduzido. Este emblema, originalmente introduzido em 1938 e utilizado, com pequenas variações, exclusivamente neste modelo de uniforme até a temporada 1946/1947, reforça o elo com o passado glorioso do clube.

Detalhes do design e inspiração cultural

Outro detalhe marcante é a presença do logotipo vermelho Trefoil da Adidas, estrategicamente posicionado entre o escudo histórico e a gola. Na parte traseira da gola, a inscrição “ROMA CHIAMÒ” faz uma alusão direta ao hino do Campo Testaccio, adicionando uma camada de profundidade cultural ao vestuário.

De acordo com a Adidas, o conceito por trás da coleção é profundamente inspirado na Pietas, uma das principais virtudes da Roma Antiga. Esta virtude está associada à lealdade, ao respeito e ao compromisso com a comunidade, valores que a fornecedora de material esportivo busca associar à torcida romanista.

Qual o significado da “Pietas” na coleção?

A Adidas destaca ainda que o uniforme, “caracterizado por uma estética limpa, personifica o vínculo da AS Roma com seus torcedores e suas tradições, bem como a responsabilidade de vestir a camisa com orgulho”. A intenção é que a vestimenta transcenda o aspecto meramente esportivo, tornando-se um símbolo de identidade e pertencimento. (ANSA)

Leia Mais ►

Excluir Marrocos da Copa de 2030: pressões crescem em Portugal e na Espanha

IstoÉ News

Pressionado por partidos políticos em Portugal e na Espanha, o Marrocos enfrenta pedidos crescentes para ser excluído da organização conjunta da Copa do Mundo de 2030, torneio cuja sede foi atribuída pela Fifa a uma candidatura tripartite. A crise migratória em Ceuta e alegações de violações de direitos humanos são os principais motivadores desses apelos, que buscam uma revisão da participação marroquina na competição.

  • Partidos políticos em Portugal e na Espanha buscam excluir o Marrocos da organização da Copa do Mundo de 2030.
  • A crise migratória em Ceuta, classificada como “ataque à fronteira espanhola”, é o principal estopim para as reivindicações.
  • Alegações de “violações dos direitos humanos” e “desrespeito ao direito internacional” contra Marrocos também fundamentam os pedidos.

Em Portugal, o partido Livre, que conta com seis deputados, enviou uma carta formal à Federação Portuguesa de Futebol (FPF) e ao governo liderado pelo primeiro-ministro Luís Montenegro. O documento solicita que Portugal, em articulação com a Espanha, defenda a retirada do Marrocos da organização do Mundial.

Os parlamentares afirmam no documento que o recente episódio em Ceuta, qualificado como um “ataque à fronteira espanhola com consequências trágicas”, intensifica as preocupações sobre a conduta de Rabat. Além da crise migratória, o Livre menciona “violações dos direitos humanos”, “desrespeito ao direito internacional” e “repressão violenta ao povo saaraui” como motivos para reavaliar a participação marroquina no torneio.

Pressões em Portugal se intensificam

Em resposta aos questionamentos, a Federação Portuguesa de Futebol informou que acompanha atentamente todos os desdobramentos relativos à organização da Copa do Mundo de 2030. No entanto, a FPF ressaltou que, até o momento, não recebeu nenhuma manifestação oficial de preocupação por parte das entidades responsáveis pelo torneio internacional.

Paralelamente, uma fonte do gabinete de Montenegro indicou à imprensa que o chefe do governo português não demonstra, neste momento, disposição para apoiar a proposta apresentada pelo partido Livre.

Na Espanha, o partido de extrema-direita Vox protocolou uma moção no Congresso pedindo que o governo espanhol solicite à Fifa a revisão da candidatura conjunta. A iniciativa será objeto de debate na Comissão de Educação, Esporte e Formação Profissional da casa legislativa.

A justificativa da proposta, apresentada pela legenda liderada por Santiago Abascal, argumenta que “Marrocos não é um parceiro leal, nem para a organização de um evento esportivo desta magnitude nem no que diz respeito às relações de vizinhança”.

Marrocos é um parceiro leal para a Copa?

O Vox também sustenta que os acontecimentos recentes em Ceuta e as preocupações latentes com a segurança do evento justificam uma revisão da participação marroquina como país-sede. “Os ataques extremamente graves à soberania nacional e à integridade territorial da Espanha, ocorridos após as chegadas em massa a Ceuta, somados às dúvidas sobre a capacidade do Marrocos de garantir a segurança do evento, tornam necessário que o Executivo defenda o papel de liderança e os interesses da Espanha”, diz o texto do partido.

A iniciativa do Vox ocorre um dia após o partido de esquerda Sumar, integrante da coalizão governista espanhola, também defender publicamente a exclusão do Marrocos da Copa do Mundo de 2030, citando a crise migratória como principal razão.

Fifa permanece em silêncio oficial

Até o momento, a Fifa não se pronunciou oficialmente sobre os pedidos apresentados por parlamentares portugueses e espanhóis. Diante da ausência de manifestações da entidade máxima do futebol mundial, a candidatura conjunta de Espanha, Portugal e Marrocos permanece inalterada.

Leia Mais ►

João Fonseca vence Tsitsipas e avança à terceira rodada no Canadá

IstoÉ News

O tenista brasileiro João Fonseca, de 19 anos e atual 27º colocado no ranking da ATP, derrotou Stefanos Tsitsipas, ex-número 3 do mundo, por 2 sets a 0 no Masters 1000 do Canadá. A vitória, conquistada em 5 de agosto em Montréal, garantiu a Fonseca sua passagem para a terceira rodada do torneio e marcou a segunda vez que ele superou o tenista grego em sua carreira.

O que aconteceu

  • João Fonseca avançou à terceira rodada do Masters 1000 do Canadá após vencer Stefanos Tsitsipas.
  • O tenista brasileiro superou o grego em 1h50, com parciais de 7/6 (6/3) e 7/5.
  • Fonseca aguarda o vencedor do confronto entre Casper Ruud e Juan Manuel Cerúndolo para definir seu próximo adversário.

Ainda demonstrando certa falta de ritmo – o jovem atleta não disputava uma partida do circuito profissional desde 3 de julho –, Fonseca precisou de 1h50 para fechar o duelo. As parciais foram de 7/6 (6/3) e 7/5, refletindo a intensidade do confronto.

O brasileiro iniciou a partida de forma promissora, conseguindo uma quebra de serviço logo no começo do primeiro set após uma dupla falta de Tsitsipas, abrindo 2 a 0. Contudo, no game seguinte, Fonseca cometeu uma dupla falta e uma sequência de erros não forçados, permitindo que o grego devolvesse a quebra.

Como Fonseca superou o ex-número 3?

O primeiro set manteve-se equilibrado, com falhas de ambos os lados, e foi decidido no tie-break. Fonseca capitalizou uma bola mandada para fora por Tsitsipas, garantindo a vantagem inicial no placar.

A segunda parcial seguiu o mesmo roteiro de disputas acirradas. O brasileiro obteve uma quebra no início, mas viu Tsitsipas reagir e devolver a quebra quando Fonseca sacava para fechar o jogo. Com o placar em 5 a 5, o jovem brasileiro demonstrou resiliência e agressividade, encaixando boas devoluções para quebrar o serviço de Tsitsipas novamente. Ele então confirmou seu saque com um ace decisivo, encerrando o set em 7 a 5 e garantindo a vitória.

Após o triunfo, Fonseca expressou sua satisfação: “O jogo de hoje me traz muita força e confiança. Estava difícil para mim, com a bola quicando muito, ele sacando bem, então estou muito feliz com essa vitória”. Ele complementou: “No 5 a 4, eu sabia que seria tenso porque faz tempo que eu não jogo, mas fui agressivo, confiante, e isso me trouxe a vitória”.

Na próxima etapa, Fonseca enfrentará o vencedor do confronto entre o norueguês Casper Ruud, 14º do mundo, e o argentino Juan Manuel Cerúndolo (52º).

Da IstoÉ com ANSA

Leia Mais ►

Milan e Inter empatam por 1 a 1 em derby com homenagens a Baresi

IstoÉ News

Em um emocionante confronto realizado nesta quarta-feira, 5 de agosto, em Perth, Austrália, Milan e Inter de Milão empataram por 1 a 1 no primeiro derby da temporada. A partida foi marcada por uma tocante homenagem ao lendário zagueiro rossonero Franco Baresi, falecido recentemente aos 66 anos de idade, reforçando o legado do ídolo que vestiu a camisa 6 por duas décadas.

  • O derby de Milão, realizado em Perth, Austrália, teve como foco principal uma emocionante homenagem ao ídolo rossonero Franco Baresi.
  • A partida entre Milan e Inter terminou empatada em 1 a 1, com gols de Federico Dimarco para a Inter e Christopher Nkunku para o Milan.
  • Os jogadores do Milan entraram em campo usando a camisa de número 6, eternizada por Baresi, e diversas outras ações marcaram a celebração de sua memória.

O placar foi aberto pelo lado nerazzurro, com Federico Dimarco balançando as redes aos sete minutos do segundo tempo. Contudo, Christopher Nkunku, em cobrança de pênalti, garantiu o empate para o Milan aos 38 minutos, selando o resultado de 1 a 1.

Qual a dimensão da homenagem a Baresi?

Os jogadores do time rossonero entraram em campo vestindo a camisa de número 6, eternizada por Baresi durante suas duas décadas dedicadas ao clube. A iniciativa da equipe foi uma forma de prestar tributo, já que a agenda da pré-temporada impediu que o elenco milanista comparecesse ao funeral do ex-zagueiro, realizado na última terça-feira, 4 de agosto.

Além disso, antes do apito inicial, um minuto de silêncio foi observado por ambas as equipes, enquanto a imagem icônica de Baresi era projetada no telão do estádio. A frase “6 per sempre capitano” (Seis para sempre capitão) também aparecia, utilizando um trocadilho com a palavra em italiano “sei”, que significa tanto “seis” quanto “você é”.

Aos seis minutos do primeiro tempo, em um momento carregado de emoção, o jogo foi temporariamente interrompido para que todos os presentes pudessem aplaudir em homenagem ao ex-capitão.

O legado de um ídolo

Ruben Amorim, o novo técnico do Milan, expressou a relevância de Baresi: “Ele foi um jogador especial e uma pessoa especial, vai fazer muita falta. Mas a única maneira de recordá-lo como ele merece é trabalhar bem e devolver nosso clube para onde ele deve estar”, declarou Amorim, ressaltando o impacto duradouro do zagueiro.

Da IstoÉ com ANSA

Leia Mais ►

Fiorentina contrata Franco Mastantuono por empréstimo

IstoÉ News

A Fiorentina anunciou nesta quarta-feira (5) a contratação por empréstimo do meia-atacante argentino Franco Mastantuono, de 18 anos, que pertencia ao Real Madrid. O acordo envolve o pagamento de 3,5 milhões de euros ao clube espanhol, com a assinatura do contrato prevista para as próximas horas.

  • A Fiorentina contrata o meia-atacante argentino Franco Mastantuono, de 18 anos, por empréstimo junto ao Real Madrid.
  • O clube italiano pagará 3,5 milhões de euros (R$ 21 milhões) ao time espanhol pelo jovem talento.
  • Mastantuono busca mais tempo de jogo na Fiorentina, que o enxerga como peça-chave para a recuperação na Série A italiana.

Mastantuono é o oitavo reforço da equipe de Florença para a próxima temporada. O jogador optou pela Fiorentina em busca de maior regularidade e minutos em campo, após ter perdido espaço no elenco do Real Madrid nos últimos meses.

Qual o histórico de Franco Mastantuono?

Revelado nas categorias de base do River Plate, na Argentina, Franco Mastantuono foi contratado pelo time espanhol por uma quantia estimada em 45 milhões de euros (aproximadamente R$ 266 milhões na cotação atual). Durante sua passagem pelos merengues, o jovem atleta disputou 35 partidas, marcando três gols e concedendo uma assistência.

O que a Fiorentina espera do novo reforço?

A expectativa é que o meia-atacante seja uma peça-chave no processo de retomada da Fiorentina. Na temporada passada, a equipe lutou contra o rebaixamento no Campeonato Italiano e finalizou a Série A na 15ª posição, distante das ambições do clube. A chegada de Mastantuono visa trazer qualidade e dinamismo ao meio-campo ofensivo.

Leia Mais ►

Zola assume coordenação da base da seleção italiana

IstoÉ News

A Federação Italiana de Futebol (Figc) anunciou nesta quarta-feira (5) a contratação do ex-jogador Gianfranco Zola para coordenar as categorias de base da seleção. A decisão, revelada em Roma pelo presidente da entidade, Giovanni Malagò, visa fortalecer o futuro do futebol italiano após períodos de crise. Zola terá a responsabilidade de gerenciar os projetos de desenvolvimento juvenil.

  • Gianfranco Zola assume a coordenação das categorias de base da seleção italiana de futebol.
  • A contratação faz parte do projeto de reestruturação da Figc, liderado por Giovanni Malagò, após ausências da Itália em Copas do Mundo.
  • Zola atuará em conjunto com o diretor técnico Claudio Ranieri e continuará como vice-presidente da Lega Pro.

Em conversa por telefone com a agência ANSA, o cartola Giovanni Malagò explicou que a escolha de Zola foi uma decisão conjunta com o novo diretor técnico da Figc, Claudio Ranieri, que assumiu o cargo sucedendo Paolo Maldini. A chegada do ídolo do futebol italiano é vista como um passo estratégico para os planos da federação.

Malagò e a reestruturação da FIGC

Segundo Malagò, Gianfranco Zola, que atualmente ocupa o cargo de vice-presidente da Lega Pro (entidade que administra a Série C do Campeonato Italiano), assumirá a função de “coordenador dos projetos das atividades juvenis”. O presidente da Figc enfatizou a importância desta contratação: “Eu e Ranieri queríamos muito isso”, afirmou.

“O carisma de Zola, sua preparação e seu compromisso mostrado com os jovens nestes anos representam a melhor base para construir nosso futuro”, declarou o chefe da Figc. Ele adicionou que o ex-jogador conciliará a nova função com a vice-presidência da Lega Pro, demonstrando a confiança em sua capacidade de multitarefa e dedicação.

Zola é a peça fundamental que faltava no projeto de Malagò para reconstruir a seleção da Itália, que enfrenta um período desafiador com três ausências consecutivas na Copa do Mundo, torneio que a Azzurra não disputa desde 2014, no Brasil. A reformulação das categorias de base é vista como essencial para reerguer o futebol nacional.

Ex-presidente do Comitê Olímpico Nacional Italiano (Coni) e do comitê organizador das Olimpíadas de Inverno de Milão-Cortina, Malagò foi eleito presidente da Figc em meados de junho. Ele chegou com amplo respaldo para reformar os alicerces do futebol tetracampeão mundial, buscando inovações e novas perspectivas para a seleção.

Qual a importância de Zola para o futuro do futebol italiano?

Inicialmente, Giovanni Malagò havia escolhido Paolo Maldini como diretor técnico e o brasileiro Leonardo como consultor. Contudo, ambos renunciaram após apenas duas semanas de trabalho, devido ao veto da federação à contratação de Andrea Pirlo como treinador da Azzurra, gerando um impasse nos primeiros dias de sua gestão.

Em seguida, Malagò bancou pessoalmente o retorno de Roberto Mancini para comandar a seleção e chamou Claudio Ranieri para o cargo de diretor técnico. Essa dupla experiente agora contará com o auxílio de Gianfranco Zola, que, em sua carreira como jogador, disputou 35 partidas e marcou 10 gols pela Itália entre 1991 e 1997, sendo um nome de peso para inspirar os jovens atletas.

Ídolo do Chelsea, o ex-jogador pendurou as chuteiras em 2005, após uma carreira brilhante. Ele teve uma discreta trajetória como treinador na década passada, mas manteve-se próximo ao esporte. Ao longo dos últimos anos, Zola atuou como comentarista em emissoras de TV italianas e britânicas, e em 2023, foi eleito vice-presidente da Lega Pro, demonstrando seu contínuo engajamento com o futebol. (ANSA)

Leia Mais ►

Jannik Sinner visita clínica antes de temporada nos EUA

IstoÉ News

SÃO PAULO – O tenista Jannik Sinner, atual número 1 do mundo, visitou uma clínica de fisioterapia em Milão, na Itália, nesta terça-feira (4) para realizar avaliações físicas. A ação ocorre antes da sua participação na aguardada temporada de quadra dura nos Estados Unidos, onde ele buscará manter seu desempenho vitorioso após a recente conquista de Wimbledon.

Segundo informações do jornal italiano La Gazzetta dello Sport, Sinner esteve na Physioclinic, reconhecida como uma “estrutura de referência em tratamentos fisioterápicos”, para controles já programados. Embora a visita faça parte da rotina de preparação do atleta, o diário cogita que ela possa estar relacionada a um leve desconforto no joelho direito do italiano, um detalhe que, segundo a publicação, não deverá comprometer sua performance nos próximos torneios americanos.

O que aconteceu

  • Jannik Sinner, número 1 do mundo, realiza exames físicos em clínica de fisioterapia em Milão.
  • A visita do atleta italiano pode estar ligada a um possível desconforto no joelho direito.
  • Sinner se prepara para a temporada de quadra dura nos EUA, que inclui o Masters 1000 de Cincinnati e o US Open.

O atleta, que é a sensação do circuito mundial de tênis, foi acompanhado por quatro membros de sua equipe durante a avaliação. Ao deixar a clínica, Sinner demonstrou seu carinho pelos fãs, distribuindo autógrafos para os presentes no local.

A saúde do joelho de Sinner preocupa para a temporada nos EUA?

Jannik Sinner não entra em quadra desde 12 de julho, data em que assegurou o bicampeonato de Wimbledon, ao superar o alemão Alexander Zverev por 3 sets a 1. Ele tem embarque agendado para 9 de agosto, com destino aos Estados Unidos, onde tem compromissos importantes. O calendário inclui o Masters 1000 de Cincinnati, que ocorrerá de 13 a 23 de agosto, e o prestigioso US Open, marcado para 30 de agosto a 13 de setembro. Sinner ostenta o título de vice-campeão em ambas as competições do ano anterior, elevando as expectativas para sua performance em 2024.

Leia Mais ►

Brasil vence Chile na estreia do Sul-Americano de basquete feminino

IstoÉ News

A seleção brasileira feminina de baquete sobrou diante do Chile na estreia do torneio classificatório Sul-Americano para a AmeriCupW, a Copa América da modalidade. Na tarde desta segunda-feira (3), em Zárate (Argentina), a equipe cravou 85 a 57 no placar. A próxima equipe adversária pelo Grupo B será a Venezuela, na quinta-feira (6), às 14h (horário de Brasília), com transmissão ao vivo no canal da Federação Internacional de Basquete (Fiba) no YouTube. Se voltar a vencer, a seleção avança às semifinais e, de quebra, garante uma das quatro vagas que o Classificatório distribui para a AmeriCupW de 2027, em El Salvador.

O triunfo de hoje foi o primeiro sob o comando do técnico Léo Figueiró, que assumiu como técnico da seleção no último dia 23, após a saída da treinadora norte-americana Pokey Chatman.

Notícias relacionadas:

A armadora Bella Nascimento foi a cestinha do Brasil contra as venezuelanas, com 17 pontos. Também se destacaram em quadra a pivô Aline Moura, com um duplo-duplo (15 pontos e 10 rebotes), a armadora Aaliyah Guyton (14 pontos e seis assistências) e a ala/pivô Sassá Gonçalves (13 pontos e nove rebotes).

Ao todo sete países disputam o Classificatório Sul-Americano. No grupo A estão Argentina, Colômbia, Paraguai e Uruguai e a chave B conta com Brasil, Chile e Venezuela. Na primeira fase do classificatório, as seleções se enfrentam entre si no mesmo grupo. Quem terminar na liderança da chave, vai direto para a semifinal. Já o segundo e o terceiro colocados disputarão o playoff para se classificar.

Programação

Quinta-feira (06) – 14h – Brasil x Venezuela (primeira fase)

Sexta (07) –  quartas de final

Sábado (08) – semifinais

Domingo (9) – final

Leia Mais ►

“Técnico agride atletas em vôlei de praia; Fipav investiga”

IstoÉ News

Um incidente de agressão durante a final feminina da Copa da Itália de vôlei de praia, em Montesilvano, levou a Federação Italiana de Voleibol (Fipav) a abrir uma investigação nesta segunda-feira (3). O técnico James Martins foi flagrado tratando as atletas Chiara They e Sara Breidenbach com rispidez, segurando seus braços com força durante um tempo técnico da partida, o que gerou forte repercussão no meio esportivo e nas redes sociais.

O que aconteceu

  • Agressão de técnico: James Martins foi flagrado segurando com força os braços das atletas Chiara They e Sara Breidenbach durante a final da Copa da Itália de vôlei de praia.
  • Repercussão: O episódio gerou críticas e ampla repercussão nas redes sociais e no meio esportivo.
  • Investigação: A Fipav informou que abriu uma investigação e que todos os envolvidos serão ouvidos para esclarecer os fatos.

As imagens do incidente, que mostram o treinador segurando com força os braços das duas jogadoras, circularam amplamente. Chiara They, a primeira a ser abordada pelo técnico, chegou a gritar para que ele parasse enquanto Sara Breidenbach também era alvo da atitude.

Federação condena conduta e abre inquérito

Em comunicado oficial, a Fipav informou que encaminhou o caso aos órgãos competentes da entidade e que todas as pessoas envolvidas serão ouvidas para esclarecer os fatos. O presidente da Fipav, Giuseppe Manfredi, manifestou-se veementemente.

“As imagens que vimos são inaceitáveis e representam um comportamento que condenamos nos termos mais veementes”, afirmou Giuseppe Manfredi.

Segundo o dirigente, a conduta de Martins ultrapassa qualquer limite do contexto esportivo. “A atitude do técnico em relação às suas atletas vai muito além de qualquer contexto técnico ou esportivo e não pode ser justificada de forma alguma. Comportamentos desse tipo são absolutamente inaceitáveis”, declarou Manfredi.

Qual a postura da Fipav diante de tais atos?

Manfredi reforçou ainda que todos os participantes das atividades promovidas pela federação devem seguir os princípios de proteção à pessoa e respeito mútuo, assegurando a integridade e os direitos dos atletas.

A Fipav destacou que eventuais responsabilidades serão apuradas conforme os regulamentos da entidade e reafirmou seu compromisso com a defesa dos valores esportivos e com a segurança de todos os envolvidos em suas competições.

Da IstoÉ com ANSA.

Leia Mais ►

Presidente do Torino afirma que Lega preferia Antonio Conte na seleção

IstoÉ News

O presidente do Torino, Urbano Cairo, revelou neste domingo (2) ao jornal Gazzetta dello Sport que havia uma preferência entre dirigentes da Lega Serie A pela nomeação de Antonio Conte para comandar a seleção italiana, a Azzurra. A declaração foi dada durante um evento em Versilia, na Toscana, após um amistoso de seu clube. Cairo criticou a escolha final por Roberto Mancini e as decisões de Gianni Infantino na FIFA.

O que aconteceu

  • Presidente do Torino, Urbano Cairo, afirma que havia preferência por Antonio Conte para a seleção italiana.
  • O dirigente questionou a escolha por Roberto Mancini e expôs bastidores da Federação Italiana de Futebol (Figc).
  • Cairo criticou decisões da FIFA, incluindo a proposta de venda de participações comerciais da Copa do Mundo.

Cairo, que participou recentemente de uma reunião da Lega Serie A, detalhou os bastidores da escolha do novo treinador da Azzurra. Segundo ele, o presidente da Federação Italiana de Futebol (Figc), Giovanni Malagò, pretendia inicialmente nomear um diretor técnico antes de definir o comandante da seleção, mas o planejamento acabou “desmoronando”.

“Sabemos como as coisas aconteceram. Malagò queria nomear primeiro o diretor técnico, comprometendo-se a convencer Paolo Maldini, e depois tudo desmoronou por causa da escolha de Andrea Pirlo e da questão do patrocinador russo ligado às apostas”, afirmou Cairo.

Por que a escolha do técnico foi polêmica?

O técnico do Dubai United foi descartado pela Figc para assumir a seleção italiana devido ao seu envolvimento com uma casa de apostas russa. Na sequência, Roberto Mancini, que já havia comandado a Azzurra entre 2018 e 2023, foi apresentado como o novo treinador da equipe nacional.

Na entrevista, Cairo acrescentou que deseja sucesso à nova gestão, ressaltando a importância de um bom desempenho da seleção, especialmente após a ausência da Itália nas últimas três Copas do Mundo.

Ao explicar por que teria optado por Antonio Conte, o presidente do Torino destacou a necessidade de um impacto imediato no trabalho da equipe nacional.

“Eu o teria escolhido porque é necessário dar um forte impulso à atividade, para começar bem desde o início. Respeito o Conte, ele já havia se saído bem com a seleção, uma seleção que não era nada de especial, principalmente no ataque”, declarou Urbano Cairo.

Críticas à gestão da FIFA

Para Cairo, Antonio Conte também “estava motivado” e, portanto, “poderia ser o homem certo”. “Havia uma tendência na Lega a favor de Conte como treinador, mas Malagò escolheu diferente”, declarou o presidente do Torino.

Além da questão da seleção italiana, Urbano Cairo também comentou temas relacionados à política do futebol internacional. O presidente do Torino elogiou algumas iniciativas do presidente da FIFA, Gianni Infantino, como a expansão dos direitos de transmissão da Copa do Mundo e do Mundial de Clubes, mas criticou outras decisões recentes.

Entre elas, mencionou a suspensão do jogador dos Estados Unidos Folarin Balogun e questionou a proposta de venda de participações comerciais da Copa do Mundo para investidores externos.

“O futebol deve ser intocável. E depois a ideia de vender as cotas da Copa do Mundo para investidores externos, uma decisão tomada assim, quase da noite para o dia. Não, as decisões devem ser compartilhadas sem seguir uma política pessoal”, concluiu Urbano Cairo.

Leia Mais ►

“Infantino busca apoio de Trump em meio a pressão na Fifa”

IstoÉ News

O presidente da Fifa, Gianni Infantino, é alvo de crescente pressão para deixar o comando da entidade máxima do futebol. Em meio a esta crise, ele teria buscado apoio do então mandatário dos Estados Unidos, Donald Trump, conforme noticiado pelo jornal “New York Post” nesta segunda-feira, 3 de agosto.

+ Uefa critica Infantino após Fifa recuar de venda da Copa do Mundo

O que aconteceu

  • Gianni Infantino, presidente da Fifa, é acusado de buscar apoio de Donald Trump em meio à crescente pressão por sua saída do cargo.
  • A iniciativa de buscar suporte político teria sido motivada por críticas generalizadas à proposta de criação da Fifa Forward Enterprise (FFE).
  • Após o recuo da Fifa sobre a FFE e sentir-se isolado, Infantino teria tentado contato repetido com o governo dos EUA, embora a Fifa negue as alegações.

A informação, divulgada pelo “New York Post”, citou duas fontes familiarizadas com o assunto. A busca por apoio de Trump teria ocorrido após o aumento das críticas à proposta de Infantino para a criação de uma empresa com investidores privados. Esta empresa administraria competições organizadas pela Fifa, incluindo a Copa do Mundo.

Críticas à Fifa Forward Enterprise

O projeto da Fifa Forward Enterprise (FFE) provocou uma ameaça de boicote por parte da Uefa e recebeu duras críticas de confederações importantes, como a da Ásia (AFC) e a da América do Norte, Central e Caribe (Concacaf). A repercussão negativa gerou um clima de tensão na cúpula do futebol mundial.

Diante do cenário adverso, o dirigente ítalo-suíço Gianni Infantino afirmou que a criação da FFE tinha como objetivo principal “fornecer uma base para fortalecer ainda mais nosso esporte em todo o mundo, especialmente nos países onde o apoio é mais necessário”. Apesar de defender a iniciativa, ele garantiu que o projeto não seria levado adiante, recuando da proposta original.

Infantino sente-se isolado em meio à crise?

Ainda de acordo com a reportagem do “New York Post”, Infantino teria tentado contato com Trump repetidas vezes desde a última sexta-feira, 31 de julho, data em que abandonou oficialmente a proposta da FFE. Contudo, o presidente da Fifa não teria conseguido estabelecer o contato desejado com o então chefe de estado norte-americano, o que o fez sentir-se “isolado” diante da crise.

A mesma reportagem também alegou que o presidente da Fifa teria marcado conversas privadas com o secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio. No entanto, fontes da própria Fifa negaram categoricamente à Fox News que qualquer ligação com Rubio ou “com qualquer outro membro da administração Trump, hoje ou em qualquer outro dia”, estivesse sendo realizada, contradizendo as informações veiculadas pelo “New York Post”.

Leia Mais ►