Copa do Mundo: saiba que horas o Brasil será convocado

O Brasil vai conhecer nesta segunda-feira (18) os 26 convocados de Carlos Ancelloti para a Copa do Mundo, que começa no dia 11 de junho e será disputada no México, Estados Unidos e Canadá. A convocação será realizada às 17 horas no Museu do Amanhã, no Rio de Janeiro. A grande dúvida em torno da convocação gira em torno de Neymar, se ele será ou não convocado. Apesar de ter ficado de fora as últimas escolhas do italiano, o camisa 10 do Santos aparece na pré-lista, que contou com a ausência de Estevão, Éder Militão e Rodrygo, fora da Copa do Mundo por lesão. Onde assistir? A transmissão da convocação será realizada ao vivo no canal oficial da Confederação Brasileira de Futebol (CBF). Neymar vai para Copa? Na semana que antecedeu a convocação do Brasil para a Copa do Mundo, Ancelotti, que renovou contrato até 2030 , deixou no ar a possível ida de Neymar. Segundo ele, em entrevista à Reuters “não é uma decisão tão simples assim”. “Tenho que avaliar bem os prós e os contras. Mas a mim isso não coloca pressão, porque, como disse, há um ano avaliamos não só Neymar, mas todos os jogadores”, disse. Ao The Guardin, o italiano declarou: “A convocação de Neymar depende apenas dele . Depende do que o jogador demonstrar em campo. Esse é um critério muito claro e não se aplica apenas a Neymar. Com a maioria dos jogadores, é preciso avaliar o talento e a condição física. Com Neymar, precisamos avaliar apenas a condição física, porque seu talento é indiscutível. Depende dele, não de mim”. Fora do álbum da Copa do Mundo, o camisa 10 nunca foi convocado por Carlo Ancelotti , desde que assumiu a Seleção em 26 de maio de 2025. Foram cinco oportunidades para chamar o craque entre jogos de Eliminatórias para a Copa do Mundo e amistosos . Aos 34 anos, o atacante convive com problemas físicos recorrentes e não atua com a camisa Amarelinha desde outubro de 2023 . Mesmo sendo o maior artilheiro da história da seleção, com 79 gols, Neymar ainda divide opiniões no país. Pesquisa recente do instituto Datafolha apontou que 53% dos brasileiros defendem sua convocação para a Copa, enquanto 34% são contrários e 13% estão indecisos . Passos do Brasil até a Copa do Mundo 18 de maio – Convocação 27 de maio – Apresentação 31 de maio – Amistoso contra o Panamá no Maracanã 1º de junho – Embarque para os Estados Unidos 13 de junho – Estreia na Copa do Mundo contra o Marrocos Números de Ancelotti na Seleção Ancelotti renovou com a Seleção Brasileira até 2030 │SAULO ANGELO/THENEWS2/ESTADÃO CONTEÚDO No dia 5 de junho de 2026, fará um ano de Ancelotti fez o seu primeiro jogo no comando da Seleção Brasileira, em um empate de 0 a 0 contra o Equador nas Eliminatórias da Copa do Mundo. Os números do italiano no comando da amarelinha são: 10 jogos 5 vitórias 2 empates 3 derrotas 18 gols marcados 8 gols sofridos

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Flamengo empata com Athletico-PR e segue quatro pontos atrás do Palmeiras no Brasileirão

Após o Palmeiras empatar por 1 a 1 com o Cruzeiro, o Flamengo visitou o Athletico-PR , na noite deste domingo (17), podendo se aproximar da liderança do Campeonato Brasileiro . No entanto, os times acabaram ficando no empate por 1 a 1 , na Arena da Baixada, em Curitiba (PR), pela 16ª rodada. Com a igualdade, os visitantes permanecem na vice-liderança , com 31 pontos, quatro a menos do que os palmeirenses , sendo que os flamenguistas fizeram uma partida a menos . O Fluminense é terceiro, com 30. Os donos da casa , por outro lado, chegaram a 24 pontos, em quinto lugar , perdendo a quarta posição para o São Paulo no número de gols marcados: 22 a 21. Diante dos olhares do técnico Carlo Ancelotti , que fará a convocação da seleção brasileira para a Copa do Mundo na tarde de segunda-feira (18), os visitantes entraram em campo com uma escalação que chamava a atenção . Danilo foi deslocado para fazer dupla de zaga com Léo Pereira , para que Varella ficasse na lateral direita . Além disso, Léo Ortiz foi escalado como volante , função que não vinha exercendo com frequência, enquanto Lucas Paquetá retornou de lesão em meio a diversos desfalques. O primeiro tempo teve apenas um lance relevante . Aos dez minutos, Zapelli acionou Mendoza dentro da área. O atacante girou, viu a bola desviar em Léo Ortiz e contou com falha do goleiro Rossi para abrir o placar para o Athletico-PR . A etapa final foi bem mais movimentada . Aos dois minutos, Mendoza exigiu bela defesa de Rossi depois de receber de Viveros, que aproveitou vacilo de Léo Pereira. Aos cinco, Carrascal carimbou de cabeça o travessão após cruzamento de Samuel Lino. A partir daí, o Flamengo tentou pressionar , mas abusou de cruzamentos pouco efetivos , sem, de fato, ameaçar os donos da casa. O Athletico-PR, por outro lado, tentou sair em contra-ataques . Aos 33, após lançamento nas costas da zaga, Viveros exigiu duas grandes defesas de Rossi e, na terceira tentativa , carimbou o travessão . Já aos 37, Felipinho arriscou de muito longe e também ficou no poste superior. Quando tudo indicava a vitória mandante , o Flamengo chegou ao empate . Aos 38, Léo Pereira fez ótimo lançamento para Bruno Henrique , que cruzou para Pedro escorar por baixo das pernas de Santos, deixando tudo igual. O cenário mudou mais uma vez, com os visitantes apertando na tentativa de virada . Mas, nos acréscimos, aos 46, Danilo cometeu falta em Viveros , matando jogada promissora, tomou o segundo amarelo e foi expulso , deixando os cariocas com um jogador a menos até o final . Os últimos minutos foram de sufoco para o time carioca , que, ao apito final, ainda foi zombado pela torcida rival aos gritos de “eliminado, eliminado…” em relação à queda da quinta fase da Copa do Brasil , após tropeço diante do Vitória, no meio de semana. As duas equipes entram em campo pela 17ª rodada do Brasileirão no próximo final de semana. O Flamengo recebe o Palmeiras , às 21h de sábado (23), no Maracanã, no Rio de Janeiro (RJ), enquanto o Athletico-PR visita o Remo , às 16h de domingo (24), no Mangueirão, em Belém (PA). Antes, porém, a equipe do técnico português Leonardo Jardim enfrenta o Estudiantes de La Plata , em casa, às 21h30 de quarta-feira (20), pela quinta rodada da fase de grupos da Libertadores . No momento, aparece na liderança do Grupo A, com sete pontos, mesmo enquanto aguarda a definição da Conmebol após a suspensão do duelo contra o Independiente Medellín, no último dia 7, por conta de confusão no estádio Atanasio Giradot. O Athletico-PR espera pelo sorteio dos confrontos das oitavas de final da Copa do Brasil , evento que acontecerá na sede da CBF, na terça-feira da semana que vem (26), às 11h. FICHA TÉCNICA ATHLETICO-PR 1 X 1 FLAMENGO ATHLETICO-PR – Santos; Arthur Dias, Aguirre e Esquivel (Gilberto); Benavídez, Felipinho (Renan Peixoto), Jadson, Zapelli (João Cruz) e Léo Derik (Claudinho); Mendoza e Viveros. Técnico: Odair Hellmann. FLAMENGO – Rossi; Varela, Danilo, Léo Pereira e Alex Sandro; Léo Ortiz (Emerson Royal), Saúl (Everton Cebolinha) e Lucas Paquetá; Carrascal (Ayrton Lucas), Samuel Lino (Bruno Henrique) e Pedro (Vitão). Técnico: Leonardo Jardim. GOLS – Mendoza, aos 10 minutos do primeiro tempo; Pedro, aos 38 do segundo. CARTÕES AMARELOS – Felipinho e Jadson (Athletico-PR); Carrascal (Flamengo). CARTÃO VERMELHO – Danilo (Flamengo). ÁRBITRO – Rafael Rodrigo Klein (RS). RENDA – R$ 2.625.020,00. PÚBLICO – 34.197 presentes. LOCAL – Arena da Baixada, em Curitiba (PR).

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Flamengo empata com o Athletico-PR e chega pressionado para duelo com o Palmeiras

Por Agência Esportes

Flamengo e Athletico-PR ficaram no empate por 1 a 1 neste domingo (17.05), na Arena da Baixada, em partida válida pela 16ª rodada do Campeonato Brasileiro. O time paranaense saiu na frente com Stiven Mendoza, enquanto Pedro marcou para a equipe carioca, que agora vai para o confronto direto com o líder Palmeiras quatro pontos atrás na tabela.

Com o resultado, o Flamengo chegou aos 31 pontos e segue na segunda colocação do Brasileirão. No próximo sábado, o Rubro-Negro terá pela frente justamente o Palmeiras, às 21h, no Maracanã, em um duelo que pode mexer diretamente na disputa pela liderança. O Athletico-PR, por sua vez, soma 24 pontos e permanece em quinto lugar.

O time da casa abriu o placar ainda no primeiro tempo. Aos 11 minutos, Benavídez recebeu pelo meio e fez o passe de primeira por cima da defesa flamenguista para Mendoza. O atacante colombiano invadiu a área e finalizou cruzado. A bola ainda desviou em Léo Ortiz antes de entrar, e o goleiro Rossi não conseguiu fazer a defesa.

Durante boa parte do jogo, o Athletico conseguiu sustentar a vantagem diante de sua torcida. O Flamengo, no entanto, insistiu até encontrar o empate já na reta final da partida. Aos 38 minutos do segundo tempo, Bruno Henrique foi acionado pela esquerda e cruzou para Pedro, que concluiu por baixo das pernas do goleiro Santos para deixar tudo igual.

Nos minutos finais, o Flamengo ainda sofreu uma baixa importante. Aos 46 da etapa final, Danilo parou um contra-ataque puxado por Viveros com falta e acabou recebendo o segundo cartão amarelo, sendo expulso.

O empate mantém o Flamengo vivo na briga pelo topo da tabela, mas também aumenta a pressão para o confronto da próxima rodada. Já o Athletico soma mais um ponto em casa e segue firme entre os primeiros colocados da competição.

Próximo jogo

Athletico-PR

Jogo: Remo x Athletico-PR
Competição: Campeonato Brasileiro (17ª rodada)
Data: 24 de maio de 2026 (domingo)
Horário: 16h (de Brasília)
Local: Mangueirão, em Belém (PA)

Flamengo

Jogo: Flamengo x Estudiantes
Competição: Copa Libertadores (5ª rodada)
Data: 20 de maio de 2026 (quarta-feira)
Horário: 21h30 (de Brasília)
Local: Maracanã, no Rio de Janeiro (RJ)

FICHA TÉCNICA
Athletico-PR 1 x 1 Flamengo
Competição Campeonato Brasileiro | 16ª rodada
Local Arena da Baixada, em Curitiba (PR)
Data 17 de maio de 2026 (domingo)
Horário 19h30 (de Brasília)
Cartões amarelos Felipinho e Jádson (Athletico-PR); Carrascal e Danilo (Flamengo)
Cartões vermelhos Danilo (Flamengo)
Árbitro Lucas Casagrande (PR)
Assistentes Bruno Boschilia (PR) e Victor Hugo Imazu dos Santos (PR)
VAR Pablo Ramon Goncalves Pinheiro (RN)
Gols Stiven Mendoza, aos 11′ do 1ºT (Athletico-PR); Pedro, aos 38′ do 2ºT (Flamengo)
Athletico-PR Santos; Esquivel (Gilberto), Aguirre e Arthur Dias; Benavidez, Jadson, Felipinho (Renan Peixoto) e Leonardo Derik; Bruno Zapelli (João Cruz) e Mendoza; Kevin Viveros. Técnico: Odair Hellmann.
Flamengo Rossi, Varela, Danilo, Léo Pereira e Alex Sandro; Saúl (Bruno Henrique), Léo Ortiz e Paquetá; Carrascal (Vitão), Samuel Lino e Pedro (Ayrton Lucas). Técnico: Leonardo Jardim

 

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Bahia x Grêmio: onde assistir ao vivo, horário e transmissão

Bahia e Grêmio se enfrentam neste domingo (17), às 16h, na Fonte Novas, em Salvador, na Bahia, em partida válida pela volta da 16ª rodada do Campeonato Braisleiro. O Bahia é o atual 6º colocado com 22 pontos, oriundo de seis vitórias, quatro empates e quatro derrotas. Vem de um empate e uma derrota no últimos dois jogos. Já o Grêmio, está na 17ª posição com 17 pontos. Soma quatro vitórias, cinco empates e seis derrotas. Nos dois últimos jogos perdeu uma partida e empatou outra. Onde assistir Bahia x Grêmio ao vivo A partida terá transmissão da Globo (TV aberta), Ge TV e Premiere (pay-per-view).

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Bundesliga, Copinha e Brasileirão: mulheres ganham espaço no comando de equipes masculinas

O dia 10 de maio de 2026 ficará eternamente eternizado na história do futebol alemão. Foi no Dia das Mães – que em 2026 foi celebrado no dia 10 – que Marie-Louise Eta venceu a sua primeira partida na Bundelisga . Depois de se tornar a primeira mulher a treinar uma equipe masculina em uma das cinco principais ligas europeias (Alemanha, Inglaterra, Espanha, Itália e França), também se tornou a primeira a vencer um jogo. “Também conquistamos a vitória para ela, porque ela simplesmente faz um ótimo trabalho”, disse o jogador austríaco Christopher Trimmel, do Union Berlin após a partida. Btw: HISTORISCH! 🤫#FCUnion #M05FCU #Bundesliga pic.twitter.com/yLpjMsL8ae — 1. FC Union Berlin (@fcunion) May 10, 2026 Apesar ter assumido o time oficialmente em 2026, ela já havia comandado uma vitória da equipe em 2024, quando foi técnica interina. Marie-Louise, de 34 anos, treina o Union Berlin desde abril, mas está no time desde 2023, quando foi contratada como auxiliar-técnica. Ela também comandava a equipe sub-19. Ela assumiu o comando do time na reta final da temporada com uma missão: evitar o rebaixamento. Conseguiu! O Union Berlin encerra sua participação na temporada na com uma goleada de 4 a 0 sobre Augsburg, ocupando a 11ª colocação com 39 pontos. Marie foi ovacionada na despedida. Así hemos despedido a Marie-Louise tras su último partido con el equipo masculino, que no ha podido ir mejor tras la goleada (4-0) Esta es nuestra realidad en Köpenick: agradecimiento y orgullo por todo lo conseguido en estas semanas 🫂 pic.twitter.com/OXQiUP7dAs — 1. FC Union Berlin ES (@fcunion_es) May 16, 2026 O tempo da treinadora à frente da equipe masculina sempre teve prazo de validade. Ficaria no comando até o final da temporada 25/26, que se encerrou neste sábado (16). Agora, ela assumirá a equipe feminina na próxima temporada. Por mais que o tempo tenha sido breve, apenas um mês, a conquista foi grande. Pensar em mulheres comandando equipes masculinas até uns anos atrás era algo totalmente fora de cogitação. Aqui no Brasil, por exemplo, Nívia de Lima foi a primeira treinadora a vencer um jogo da Copa São Paulo no comando de uma equipe masculina. Ela foi treinadora da Chapecoense na edição de 2026 da Copinha. Na competição, Nívia chegou até a terceira fase, quando sua equipe foi eliminada pelo Grêmio. Após o desempenho, a treinadora, que está no time catarinense há 12 anos e comanda a equipe sub-20 desde 2024, se tornou a primeira mulher auxiliar técnica da história da Série A do Campeonato Brasileiro. Ver essa foto no Instagram Um post compartilhado por Chapecoense (@chapecoensereal) Durante a história, outras mulheres já estiveram no comando de elencos profissionais masculinos. Leia a lista: Sabrina Wittmann, comandou a equipe profissional do FC Ingolstadt, também na Alemanha Faiza Heidar, primeira mulher a treinar um time masculino de futebol no Egito Nilmara Alves foi a primeira mulher a comandar um time na Copinha, em 2017, com o Manthiqueira (SP) Nádima Skeff, assistente técnica da equipe sub-19 do Sfera Priscilla Mayla Greccoo, preparadora de goleiros, em 2013, do Gremetal Claudia Malheiro – preparadora Física do Vasco-AC em 1999

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Santos x Coritiba: onde assistir ao vivo, horário e transmissão

Santos e Coritiba se enfrentam neste sáabdo (17), às 11h, na Arena do Corinthians, em São Paulo, em partida válida pela volta da 16ª rodada do Campeonato Braisleiro. O Santos é o atual 15º colocado com 18 pontos, oriundo de quatro vitórias, seis empates e cinco derrotas. Vem de uma vitória e um empate nos últimos dois jogos. Já o Coritiba, está na 10ª posição e soma cinco vitórias, cinco empates e cinco derrotas. Nos dois últimos jogos empatou uma partida e venceu outra. Onde assistir Santos x Coritiba ao vivo A Jovem Pan transmiste a partida a partir das 10h30 da manhã com arração de Fausto Favara, comentários de Flávio Prado e reportagem de Guilherme Napolis. Além da transmissão da Jovem Pan, o jogo também pode ser acompanhando no Premiere .

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Fórmula 1 vs IndyCar: comparativo técnico, regras e história

Embora à primeira vista os carros de Fórmula 1 e da IndyCar Series pareçam similares — veículos monopostos de rodas expostas projetados para alta velocidade —, eles representam filosofias de competição radicalmente opostas. A Fórmula 1 posiciona-se como o auge da tecnologia automotiva e da engenharia personalizada, onde cada equipe constrói seu próprio chassi. A IndyCar, por sua vez, foca na competitividade pura e na paridade de equipamentos, utilizando um chassi padrão para todas as equipes, o que coloca uma ênfase maior na habilidade do piloto e na estratégia de corrida em diversos tipos de pistas, incluindo ovais. Origem e evolução das categorias A história dessas duas categorias reflete a divisão cultural entre o automobilismo europeu e o norte-americano ao longo do século XX. A Fórmula 1 foi oficialmente inaugurada em 1950 com o Grande Prêmio da Grã-Bretanha, unificando as corridas de Grand Prix que existiam na Europa pré-guerra sob a chancela da FIA (Federação Internacional de Automobilismo). O foco sempre foi a evolução tecnológica, com fabricantes como Ferrari, Mercedes e Lotus impulsionando inovações que eventualmente chegariam aos carros de rua. A IndyCar tem suas raízes muito antes, especificamente em 1911, com a primeira edição das 500 Milhas de Indianápolis. A organização do campeonato americano passou por diversas fases e nomenclaturas, incluindo a AAA, USAC, a era de ouro da CART nos anos 90 e a cisão com a IRL (Indy Racing League). A reunificação ocorreu em 2008, consolidando a atual IndyCar Series. Diferente da F1, que prioriza circuitos mistos e de rua, a herança da Indy é fundamentada nos circuitos ovais, embora hoje apresente um calendário híbrido equilibrado. Regras e funcionamento técnico Para entender quais as principais diferenças entre os carros e regras da Fórmula 1 e da fórmula indy, é necessário dissecar a engenharia e o regulamento esportivo de cada competição. A principal distinção reside no conceito de “fabricante” versus “categoria monomarca”. Diferenças nos carros e engenharia Chassi e aerodinâmica: Na Fórmula 1, cada equipe é uma construtora obrigada a projetar e fabricar seu próprio chassi e pacote aerodinâmico. Isso gera grandes disparidades de desempenho entre os carros. Na IndyCar, todas as equipes utilizam o mesmo chassi, atualmente fornecido pela italiana Dallara (modelo IR-18). As equipes podem ajustar a configuração (suspensão, asas), mas a base é idêntica para todos, garantindo maior equilíbrio. Motores e potência: A F1 utiliza motores V6 de 1.6 litros turbo híbridos. São unidades de potência extremamente complexas e eficientes, atingindo cerca de 1000 cavalos de potência. A IndyCar utiliza motores V6 de 2.2 litros biturbo. A partir de meados de 2024, a categoria introduziu um sistema híbrido. A potência varia entre 800 e 950 cavalos, dependendo da configuração de pressão do turbo permitida para o tipo de pista (oval ou misto). Sistemas de ultrapassagem: A F1 utiliza o DRS (Drag Reduction System), uma asa móvel traseira que abre para reduzir o arrasto e aumentar a velocidade final, permitido apenas em zonas específicas e quando o piloto está a menos de um segundo do rival à frente. A IndyCar utiliza o “Push-to-Pass” (em circuitos mistos e de rua), um botão que libera potência extra no motor por um tempo limitado (cerca de 200 segundos totais por corrida). O piloto pode usar para atacar ou defender, sem restrição de distância para o oponente. Diferenças nas regras esportivas Tipos de pista: A Fórmula 1 corre exclusivamente em autódromos (circuitos permanentes) e circuitos de rua. As pistas devem ter a certificação Grau 1 da FIA. A IndyCar é o único campeonato de alto nível que mescla circuitos ovais (curtos e superspeedways), circuitos de rua e autódromos mistos, exigindo uma versatilidade única dos pilotos. Pit stops e reabastecimento: Na F1, o reabastecimento de combustível é proibido desde 2010. Os pit stops focam apenas na troca de pneus, durando entre 2 e 3 segundos. Na IndyCar, o reabastecimento é parte fundamental da estratégia. Os pit stops envolvem troca de pneus e enchimento do tanque, durando entre 6 e 9 segundos. Formato de classificação: A F1 usa o sistema de eliminação em três partes (Q1, Q2, Q3). A IndyCar varia o formato. Em mistos, usa grupos que avançam até o “Fast Six”. Em ovais, a classificação é feita pela média de velocidade de voltas lançadas individualmente (duas ou quatro voltas, dependendo do evento). Títulos e pilotos lendários A comparação de sucesso entre as categorias é complexa, pois poucos pilotos conseguiram triunfar em ambas. A “Tríplice Coroa do Automobilismo” (vencer o GP de Mônaco, as 500 Milhas de Indianápolis e as 24 Horas de Le Mans) une os dois mundos, sendo Graham Hill o único a conquistá-la. Campeões de Fórmula 1 na Indy: Nigel Mansell é o caso mais notável, sendo campeão da F1 em 1992 e vencendo a IndyCar logo em sua estreia em 1993. Emerson Fittipaldi, bicampeão de F1, também se tornou uma lenda na Indy, vencendo o campeonato de 1989 e duas vezes as 500 Milhas. Jacques Villeneuve: Fez o caminho inverso com sucesso, vencendo a Indy 500 e o título da IndyCar em 1995, para depois conquistar o mundial de Fórmula 1 em 1997. Mario Andretti: Uma lenda global, campeão mundial de F1 em 1978 e tetracampeão da IndyCar, sendo um dos maiores embaixadores da versatilidade no esporte. Curiosidades e dados financeiros Além da técnica, o aspecto financeiro e de segurança apresenta contrastes interessantes que definem a realidade das equipes. Orçamentos: Uma equipe de ponta na Fórmula 1 opera com um teto de gastos que gira em torno de 135 milhões de dólares anuais (excluindo salários de pilotos e marketing), mas historicamente gastava-se muito mais. Na IndyCar, o orçamento para colocar um carro competitivo na pista durante toda a temporada é drasticamente menor, estimado entre 8 e 15 milhões de dólares. Segurança do cockpit: A Fórmula 1 introduziu o “Halo”, uma barra de titânio em forma de Y para proteger a cabeça do piloto. A IndyCar, devido aos riscos de detritos em ovais, desenvolveu o “Aeroscreen”, uma tela de policarbonato balístico reforçada por uma estrutura de titânio, que funciona quase como um para-brisa. Duração das provas: As corridas de F1 são limitadas a 305 km ou 2 horas de duração. Na IndyCar, a distância varia, sendo as 500 Milhas de Indianápolis (800 km) a prova mais longa e exigente, durando cerca de 3 horas. Pneus: A F1 não usa aquecedores de pneus (cobertores térmicos) para pneus de chuva, mas usa para os slicks. A variedade de compostos é fornecida pela Pirelli. A IndyCar usa pneus Firestone e, em certas corridas, introduz um composto alternativo (pneu macio com lateral vermelha ou verde) que é obrigatoriamente usado durante a prova, adicionando uma camada extra de estratégia. A coexistência da Fórmula 1 e da IndyCar é vital para o ecossistema do automobilismo, oferecendo produtos distintos para fãs de velocidade. Enquanto a Fórmula 1 representa o auge da engenharia e do glamour global, atraindo fabricantes e desenvolvendo tecnologias de ponta, a IndyCar preserva a essência da disputa roda a roda, onde o piloto e a estratégia muitas vezes superam a máquina. Ambas as categorias exigem níveis extremos de precisão e coragem, consolidando-se como os pilares máximos do esporte a motor em seus respectivos territórios e filosofias.

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Palmeiras empata com o Cruzeiro e chega ao terceiro jogo sem vencer no Brasileirão

Por Agência Esportes

Palmeiras e Cruzeiro ficaram no empate por 1 a 1 na noite deste sábado, na Arena Barueri, em partida válida pela 16ª rodada do Campeonato Brasileiro. Em um confronto marcado por momentos de equilíbrio e problemas físicos no time paulista, Felipe Anderson balançou as redes para o Verdão, enquanto Arroyo marcou para a equipe mineira. Com o resultado, o time comandado por Abel Ferreira completou três partidas seguidas sem vitória na competição.

Mesmo com o tropeço em casa, o Palmeiras segue na liderança do campeonato, agora com 35 pontos. A situação, no entanto, pode ficar mais apertada ao fim da rodada. Se o Flamengo derrotar o Athletico-PR neste domingo, na Arena da Baixada, a diferença entre os dois cairá para apenas dois pontos. Além disso, o Rubro-Negro ainda tem uma partida a menos e será justamente o próximo adversário do líder, em confronto marcado para o Maracanã. Já o Cruzeiro chegou aos 20 pontos e subiu para a 12ª colocação.

O jogo

O time mineiro foi mais eficiente na primeira chegada perigosa da partida. Aos 11 minutos, Matheus Pereira arrancou em velocidade após erro de passe de Sosa, encontrou Christian, que fez o passe para Arroyo. O atacante equatoriano trouxe para o meio, deixou Arthur para trás e finalizou rasteiro para abrir o placar.

Depois de sair atrás, o Palmeiras aumentou a pressão. Aos 18 minutos, a arbitragem chegou a marcar pênalti em lance envolvendo Jonathan Jesus e Flaco López, mas a decisão foi revista em seguida, com marcação de escanteio. Na cobrança, o empate veio rapidamente. A defesa cruzeirense afastou mal, e Felipe Anderson arriscou de fora da área. A bola ainda desviou em Otávio antes de entrar.

Com o jogo novamente igualado, o Palmeiras passou a ocupar mais o campo de ataque e quase virou aos 31 minutos. Após receber de Felipe Anderson, Jhon Arias finalizou forte de longa distância, e a bola saiu perto da trave direita do goleiro cruzeirense. Na parte final do primeiro tempo, a principal preocupação do time alviverde foi a lesão de Felipe Anderson, que sentiu em uma arrancada aos 44 minutos.

Na volta do intervalo, o duelo ganhou velocidade. O Cruzeiro teve mais posse de bola nos primeiros minutos, mas a melhor oportunidade foi do Palmeiras. Aos 15, em lance originado de escanteio cobrado por Andreas Pereira, Marlon Freitas levantou para Gustavo Gómez, que tentou uma bicicleta e parou em grande defesa de Otávio.

A partir desse lance, o Palmeiras voltou a crescer no jogo e empurrou o adversário para o campo de defesa. Aos 29 minutos, Andreas Pereira desperdiçou uma chance clara após erro na saída de bola de Jonathan Jesus, chutando por cima. Depois disso, com a entrada de Paulinho, o time paulista intensificou ainda mais a pressão e criou novas oportunidades, mas não conseguiu transformar o volume ofensivo em gol.

Nos minutos finais, o Cruzeiro se fechou, suportou a pressão palmeirense e segurou o empate fora de casa, somando um ponto importante diante do líder da competição.

Agora, as duas equipes voltam suas atenções para a Copa Libertadores. O Palmeiras entra em campo na quarta-feira, 20 de maio, às 21h30, contra o Cerro Porteño, no Nubank Parque, em São Paulo. O Cruzeiro joga antes, na terça-feira, 19 de maio, também às 21h30, quando enfrenta o Boca Juniors, na Bombonera, em Buenos Aires.

FICHA TÉCNICA
Palmeiras 1 x 1 Cruzeiro
Competição Campeonato Brasileiro (16ª rodada)
Local Arena Barueri, em Barueri (SP)
Data 16 de maio de 2026 (sábado)
Horário 21h (de Brasília)
Cartões amarelos Flaco López (Palmeiras); Keny Arroyo, Artur Jorge, Matheus Pereira, Otávio e Lucas Silva (Cruzeiro)
Cartões vermelhos Nenhum
Arbitragem Árbitro: Savio Pereira Sampaio (DF); Assistentes: Rafael da Silva Alves (RS) e Leila Naiara Moreira da Cruz (DF); VAR: Pablo Ramon Gonçalves Pinheiro (RN)
Gols Keny Arroyo, aos 11′ do 1ºT (Cruzeiro); Felipe Anderson, aos 19′ do 1ºT (Palmeiras)
Palmeiras Carlos Miguel; Giay (Khellven), Gustavo Gómez, Murilo e Arthur (Jefté); Marlon Freitas, Andreas Pereira (Paulinho), Arias e Felipe Anderson (Lucas Evangelista); Sosa (Maurício) e Flaco López
Técnico Abel Ferreira
Cruzeiro Otávio; Fagner, Fabrício Bruno, Jonathan Jesus e Kaiki Bruno; Gerson, Lucas Romero e Matheus Pereira (Sinisterra); Christian (Lucas Silva), Arroyo (Kaique Kenji) e Kaio Jorge
Técnico Artur Jorge

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