Artilheiros brilham em Jundiaí e movimentam disputa no Amador da 1ª divisão

A disputa pela artilharia foi o grande destaque da quarta rodada do Campeonato Amador da 1ª divisão de Jundiaí, 2º nível do futebol amador da cidade.  O dia teve jogador marcando três gols e se tornando artilheiro da competição, atleta marcando mais uma vez e ficando um gol atrás na briga pela artilharia e atleta marcando dois e também entrando na briga para ser o goleador do torneio.

Jeh, do Família da Quebrada, marcou três vezes na goleada por 4 a 0 sobre o Canelada, chegou a quatro gols em apenas duas partidas disputadas e assumiu a liderança isolada da corrida pelo posto de goleador da competição.

A perseguição ao atacante ficou ainda mais acirrada com Vinicius de Jesus, o V9, e Yan. O camisa 9 do 14 de Dezembro marcou na vitória do seu time para o CAM por 3 a 1. 

Já Yan garantiu a vitória do Fundão, anotando um dos gols nos 2 a 0 sobre o São José Nambi e também alcançou a marca de três gols.

Quem perdeu terreno foi Fer, do Cruz Azul, que passou em branco na derrota por 3 a 1 para o Sport Medeiros. Na partida, o destaque ficou por conta de Zé Barros, autor de dois gols da equipe vencedora.

Nos demais confrontos da rodada do Amador da 1ª divisão de Jundiaí, o 2º nível do futebol amador do município, o Asa Negra venceu o União Mirim por 2 a 0, com dois gols de Igor, e assumiu a liderança isolada do Grupo A. O 514 Vila Nambi conquistou sua primeira vitória ao bater o Real Medeiros por 2 a 1, com gols de Jurandir e João, enquanto Evimario descontou.

Com os resultados, a competição segue equilibrada tanto na disputa pelas vagas no mata-mata e também na artilharia.


RESULTADOS DA RODADA

14 de Dezembro 3x1 CAM

Gols: V9, Ézio e Paraguai (14D) | Diogo (CAM)


Asa Negra 2x0 União Mirim

Gols: Igor – 2


Canelada 0x4 Família da Quebrada

Gols: Jeh – 3 | Vitinho


São José Nambi 1x2 Fundão

Gol: Neguinho (SJN); Yan e Lekinha (FUN)


514 Nambi 2x1 Real Medeiros

Gols: Juranir e João (514); Evimario (REA)


Sport Medeiros 3x1 Cruz Azul

Gols: Zé Barros – 2 e Elivelton (SPT); Bahia (CRU)


CLASSIFICAÇÃO

Grupo A

1º Asa Negra: 9pts (SG: +5)

2º Família da Quebrada: 7pts (SG: +6)

3º 14 de Dezembro: 7pts (SG: +3)

4º União Mirim: 6pts (SG: +1)

5º Caio Alianças Vila Ana: 3pts (SG: -2)

6º CAM: 3pts (SG: -3)

7º Canelada: 0pts (SG: -10)


Grupo B

1º Fundão: 7pts (SG: +5)

2º Sport Medeiros: 6pts (SG: +1)

3º CKP2: 4pts (SG: +2)

4º Real Medeiros: 4pts (SG: 0)

5º 514 Vila Nambi: 4pts (SG: -3)

6º São José Nambi: 3pts (SG: +1)

7º Cruz Azul: 3pts (SG: -6)

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Brasil mira fim de tabus contra Noruega e europeus em Copas do Mundo

Lincoln Chaves - Repórter da EBC

São Paulo - Além da classificação às quartas de final da Copa do Mundo, o Brasil mira o fim de dois tabus no jogo deste domingo (5), às 17h (horário de Brasília), contra a Noruega, em Nova Jersey (Estados Unidos). A seleção canarinho busca a primeira vitória na história sobre a equipe escandina e voltar a superar um adversário europeu em um confronto eliminatório de Mundial.

A Noruega é a única seleção, das que o Brasil já enfrentou, que nunca foi derrotada pela Amarelinha. São quatro partidas, com dois empates e duas vitórias do time nórdico.

O primeiro embate foi realizado em 28 de julho de 1988, no Ullevaal Stadion, em Oslo, capital norueguesa, e terminou em 1 a 1. Os donos da casa saíram na frente com Jan Age Fjortoft e o também atacante Edmar, medalhista de prata na Olimpíada de Seul (Coreia do Sul) no mesmo ano, deixou tudo igual.

Comandada por Carlos Alberto Silva, aquela seleção brasileira contava com três nomes que seriam tetracampeões do mundo em 1994: Taffarel, Jorginho e Romário. O time da Noruega, por sua vez, reunia jogadores cujos filhos são da atual geração. Casos do goleiro Erik Thorstvedt, pai do meia Kristian Thorstvedt e de Goran Sorloth, cujo filho é o também atacante Alexander Sorloth.

Torcedor do Brasil e da Noruega festejam jogo entre suas seleções
Torcedor do Brasil e da Noruega festejam jogo entre suas seleções - Caean Couto/Reuters

Os países voltaram a se encontrar em 30 de maio de 1997, outra vez no Ullevaal. O Brasil detinha uma invencibilidade de 42 meses, anterior à conquista do tetra, em 1994. Mesmo com a dupla Ronaldo e Romário à frente, a seleção dirigida por Zagallo levou 4 a 2 da Noruega, que balançou as redes com o meia Petter Rudi e os atacantes Egil Ostenstad e Tore André Flo. Este último marcou duas vezes e infernizou a defesa brasileira com seu 1,93 metro (m).

Aquela equipe também possui relação com a atual. O lateral Alf-Inge Haaland é pai do atacante Erling Haaland, principal jogador da seleção norueguesa. Os negócios da família têm Ostenstad - que fez o quarto gol do triunfo nórdico - como um dos responsáveis. Já o meia Stale Solbakken é justamente o treinador da Noruega.

O terceiro duelo ocorreu no ano seguinte, na Copa da França, em Marselha. Pela última rodada da fase de grupos, em 23 de junho de 1998, o Brasil de Zagallo saiu na frente com o atacante Bebeto, mas levou a virada. Flo, "carrasco brasileiro", deixou tudo igual e o meia Kjetil Rekdal, cobrando pênalti cometido pelo zagueiro Júnior Baiano, decretaram o 2 a 1.

Oito anos se passaram até que brasileiros e noruegueses realizaram o duelo mais recente do confronto. Em 16 de agosto de 2006, as seleções se enfrentaram mais uma vez em Oslo. Os donos da casa abriram o placar com Morten Pedersen e o também meia Daniel Carvalho garantiu o 1 a 1, evitando o revés na estreia de Dunga no comando do time canarinho.

"Acho que isso [tabu contra a Noruega] pode servir para como motivação para que a gente possa tirar essa escrita. A gente espera que nesse jogo, que é tão especial para nós, possamos dar o melhor e sairmos felizes e contentes com a vitória", projetou o lateral brasileiro Douglas Santos, em entrevista coletiva na última sexta-feira (3).

Cinco Mundiais de jejum

Ganhar da Noruega neste domingo significaria, também, voltar a derrotar uma seleção da Europa em um jogo eliminatório de Copa desde a conquista do penta em 2002, em cima da Alemanha, em Yokohama (Japão), com dois gols do atacante Ronaldo. Jejum que provocou quedas dolorosas e traumáticas nos últimos Mundiais.

A sequência negativa iniciou em 2006, na Copa da Alemanha. Nas quartas de final, o Brasil reencontrou a França sedento para vingar o vice-campeonato de 1998. O problema é que o "carrasco" daquela final, o meia Zinedine Zidane, foi ainda mais brilhante. Com gol do atacante Thierry Henry, os europeus venceram por 1 a 0 em Frankfurt e eliminaram os então atuais campeões, dirigidos por Carlos Alberto Parreira.

Quatro anos depois, na África do Sul, a seleção brasileira teve pela frente a Holanda. No melhor primeiro tempo do time comandado por Dunga naquele Mundial, Robinho colocou o Brasil em vantagem. Na pior segunda etapa possível, o volante Felipe Melo foi expulso e o meia Wesley Sneijder virou o placar. No fim, triunfo holandês por 2 a 1 em Port Elizabeth.

Partida entre Brasil e Alemanha na Copa do Mundo de 2014, quando os alemães venceram por 7 a 1
Partida entre Brasil e Alemanha na Copa do Mundo de 2014, quando os alemães venceram por 7 a 1 - Marcello Casal jr/Agência Brasil

A queda na Copa de 2014 é a mais dolorosa. Por um lado, a melhor campanha do Brasil desde o penta, já que a equipe foi as semifinais. Por outro, teve o inesquecível 7 a 1 aplicado pela Alemanha no Mineirão, em Belo Horizonte. Os volantes Toni Kroos (dois) e Sami Khedira e os atacantes Thomas Müller, Miroslav Klose e André Schürrle (dois) anotaram os gols do massacre. O meia Oscar fez o do time anfitrião.

Em 2018, na primeira Copa da "era Tite", nova eliminação nas quartas de final, desta vez para a Bélgica, com derrota por 2 a 1 em Kazan (Rússia). O gol contra do volante Fernandinho e o chute de fora da área do atacante Romelu Lukaku complicaram a missão brasileira já no primeiro tempo. O meia Renato Augusto descontou na etapa final, mas foi insuficiente.

Já na Copa anterior, outra eliminação dolorida nas quartas. Em Doha, capital do Catar, Brasil e Croácia ficaram no 0 a 0 no tempo normal. Na prorrogação, Neymar colocou a seleção de Tite em vantagem. A quatro minutos do fim, o também atacante Bruno Petkovic igualou e levou para os pênaltis. Na marca da cal, os europeus levaram a melhor por 4 a 2, com o zagueiro Marquinhos perdendo a cobrança decisiva.

"Temos até certas conversas sobre o momento exato da eliminação [em edições anteriores] porque muitos dos nossos jogadores passaram por isso, mas é muito mais sobre não querer reviver aquele dia do que propriamente sobre o adversário ou a escola de onde ele vem, no caso a europeia. Para ganhar a Copa do Mundo, temos de passar por essas dificuldades. Que agora seja diferente e possamos contar uma outra história", sentenciou o atacante Matheus Cunha, também em entrevista coletiva na última sexta.

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Brasil enfrenta a Noruega hoje pelas oitavas de final da Copa do Mundo

Agência Brasil

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Mais uma rodada das oitavas de final da Copa do Mundo 2026 acontece neste domingo (5), com a disputa entre as seleções do Brasil e a da Noruega. O jogo acontece às 17h (horário de Brasília), em Nova York, no estádio de New Jersey. 

Também jogam hoje os times do México e da Inglaterra, na Cidade do México, às 21h. 

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Os vencedores avançam para as quartas de final e os derrotados deixam a competição. Em caso de empate no tempo regulamentar, haverá prorrogação de 30 minutos e, se necessário, disputa por pênaltis.

Os jogos das oitavas de final seguem até a próxima terça-feira (7). Na quinta-feira (9) começam as disputas pelas quartas de final. 

⚽ Fique por dentro das partidas e resultados. Veja a tabela de pontos por grupos

Jogos deste domingo, 5 de julho

  • 17h – Brasil x Noruega (Nova York/Nova Jersey)
  • 21h – México x Inglaterra (Cidade do México)
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De pênalti, França vence retranca do Paraguai e se classifica na Copa

Lincoln Chaves - Repórter da EBC - São Paulo

Finalista das últimas duas Copas do Mundo, a França continua na briga para chegar à decisão pela terceira vez consecutiva e repetir o feito do Brasil entre 1994 e 2002. Neste sábado (4), os Bleus ("Azuis", na tradução literal do francês, apelido da seleção europeia) superaram o Paraguai por 1 a 0 na Filadélfia (Estados Unidos), pelas oitavas de final.

Os bicampeões mundiais, que vêm de um vice na edição do Catar, em 2022, terão Marrocos como adversário nas quartas de final. O confronto reedita uma das semifinais da última Copa. Na ocasião, os franceses ganharam por 2 a 0. O reencontro será na próxima quinta-feira (9), às 17h, em Boston (Estados Unidos).

Goleador da Copa ao lado de Lionel Messi, o também atacante Kylian Mbappé balançou as redes na competição deste ano pela sétima vez e segue na cola do argentino na artilharia histórica do Mundial. O astro dos Bleus acumula incríveis 19 gols em 19 jogos, média de um por partida, enquanto o camisa 10 dos hermanos contabiliza 20 gols.

O Paraguai, por sua vez, volta a ser frustrado pelos franceses em uma Copa. Em 1998, na casa dos Bleus, a geração sul-americana com nomes idolatrados em clubes brasileiros, como o lateral Francisco Arce e o zagueiro Carlos Gamarra, caiu nas oitavas de final para a França, ao perder por 1 a 0, na prorrogação.

Ferrolho paraguaio

Na França, Didier Deschamps fez apenas uma troca na formação que derrotou a Suécia por 3 a 0 na fase de 16 avos de final. O treinador escolheu Manu Koné para o lugar do também volante Aurélien Tchouaméni.

Preocupado com o poderio ofensivo francês, o técnico Gustavo Alfaro montou o Paraguai fechadinho na defesa, com três alterações em relação ao time que eliminou a Alemanha nos pênaltis, após empate por 1 a 1 com bola rolando. O zagueiro José Canale saiu, mas outros dois entraram: Gustavo Velázquez e Omar Alderete. Pelo meio, Damián Bobadilla, do São Paulo, deu lugar ao também volante Diego Goméz. Outro a ir para o banco foi o atacante Gabriel Ávalos.

No primeiro tempo, a retranca paraguaia deu resultado. A França controlou a posse da bola em 57% do tempo e trocou seis vezes mais passes que o adversário, mas sucumbiu à forte marcação no último terço do campo.

Basta dizer que o goleiro Orlando Gill não foi exigido. Na finalização mais perigosa da seleção europeia, os 21 minutos, Koné arriscou de fora da área, a bola desviou no também volante Diego Gómez e quase surpreendeu os sul-americanos.

Doué e Mbappé decidem

O cenário não se alterou na etapa final. A França intensificou a pressão, mas novamente, foi com um chute de Koné, de longa distância, aos nove minutos, que os Bleus conseguiram dar um susto. Gill se esticou no ângulo esquerdo e salvou a finalização.

O desgaste físico não demorou a se manifestar no Paraguai. Antes mesmo dos 15 minutos, foram duas trocas por cansaço, com Canale no lugar de Alderete e Gustavo Caballero, ex-Santos, entrando no lugar do também atacante Júlio Enciso. Pouco depois, após tentar uma arrancada pela esquerda, o meia Miguel Almirón não resistiu e desabou no gramado e colocou a mão no posterior da coxa esquerda.

A resistência sul-americana sucumbiu, enfim, aos 19 minutos, após Désiré Doué, que tinha acabado de entrar no lugar do também atacante Bradley Barcola, sair driblando na área e ser derrubado por Gómez. O árbitro Ilgiz Tantashev reviu o lance no vídeo e marcou pênalti a favor da França. Aos 24, Mbappé cobrou e não deu chances a Gill.

A partida, então, ficou à feição para os Bleus, com os paraguaios obrigados a se lançarem a frente e cedendo espaços para os contra-ataques. Em um deles, já nos acréscimos, Mbappé avançou pela esquerda e finalizou duas vezes, uma da entrada da área e outra no rebote, mas Gill fez duas grandes defesas.

O Paraguai foi com tudo para o ataque nos instantes finais, mas não foi o suficiente. Assim como em 1998, a França levou a melhor.

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Ancelotti dá pista de Martinelli para vaga de Paquetá contra Noruega

Lincoln Chaves - Repórter da EBC - São Paulo

O técnico Carlo Ancelotti tem se acostumado a fazer mistério quanto às escalações que vem mandando a campo na Copa do Mundo. Se foi assim na fase de grupos, não seria diferente para um duelo eliminatório como o deste domingo (5), contra a Noruega, às 17h (horário de Brasília), em Nova Jersey (Estados Unidos).

A dúvida da vez é sobre quem será o substituto de Lucas Paquetá, que sofreu uma lesão no músculo posterior da coxa esquerda na vitória por 2 a 1 sobre o Japão, na última segunda-feira (29), em Houston (Estados Unidos). Embora não tenha batido o martelo quanto ao escolhido, o treinador deu pistas de que o nome seria o do atacante Gabriel Martinelli.

Em uma das respostas da entrevista coletiva deste sábado (4), em Nova Jersey, ao indicar as opções para o lugar do meia, Ancelotti elencou as características projetadas no substituto e, por duas vezes, citou o autor do gol da vitória sobre os japoneses.

"[Precisamos] De um jogador que possa defender pelo lado esquerdo, como fez o Paquetá, quando a equipe não tem a bola. Isto podem fazer Martinelli e [o volante] Danilo [Santos]. Com a bola, ele tem de ocupar bem a posição de meia pela esquerda. Às vezes, pode ser o [atacante] Vinícius [Júnior] e, nesse caso, o [lateral] Douglas Santos avança. Às vezes, pode ser outro jogador, que pode ser o Martinelli. Muda a interpretação do jogador a depender das características", respondeu o italiano.

"Danilo é diferente de Martinelli, que é diferente do [atacante] Matheus Cunha, como também é o [volante] Ederson. O equilíbrio não é somente escolher jogadores com diferentes características, mas manter boa vigilância quando a equipe ataca", completou.

Se não informou a escalação de domingo, Ancelotti confirmou o retorno de Raphinha aos relacionados. O camisa 11 se recuperou da lesão no músculo posterior da coxa direita que sofreu na vitória por 3 a 0 sobre o Haiti, na segunda rodada da fase de grupos, na Filadélfia (Estados Unidos), e desde então tem dado lugar ao também atacante Rayan.

Após permanecer em Nova Jersey para dar sequência à recuperação e não viajar para o jogo contra o Japão, Raphinha voltou a treinar em campo esta semana. Na última sexta-feira (3), ele participou das atividades junto do grupo pela primeira vez desde a lesão. A recuperação agradou ao técnico do Brasil.

"O Raphinha está avançando muito bem. Não está 100%, mas pode estar disponível no banco, jogar alguns minutos. Estamos felizes com essa recuperação, porque ele é muito importante para a equipe", afirmou o treinador, que, por fim, fez uma avaliação da evolução brasileira ao longo da Copa.

"Este [nota] é um dado que pensamos depois dos jogos. Foi uma nota 5 contra Marrocos [na estreia]. Contra o Haiti, um 6,5. Um 7 contra a Escócia [terceira rodada]. E porque estávamos felizes, um 7,5 contra o Japão. Aprovados [risos]", concluiu Ancelotti.

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França vence Paraguai com gol de Mbappé e garante vaga nas quartas

João Vitor Revedilho

A França garantiu sua vaga nas quartas de final da Copa do Mundo neste sábado ao vencer o Paraguai por 1 a 0. O gol decisivo foi marcado por Kylian Mbappé, de pênalti, em uma partida disputada sob calor escaldante, classificando a equipe para enfrentar Marrocos.

O que aconteceu

  • A França venceu o Paraguai por 1 a 0 nas oitavas de final da Copa do Mundo de Futebol.
  • O atacante Kylian Mbappé marcou o único gol da partida, convertendo um pênalti no segundo tempo.
  • Com o resultado, a seleção francesa avança para as quartas de final, onde enfrentará Marrocos, e Mbappé iguala Lionel Messi na artilharia do torneio.

Em um confronto tenso e marcado pela cautela de ambas as equipes, a seleção francesa conseguiu balançar as redes aos 25 minutos da etapa complementar. A oportunidade surgiu após uma investida na área paraguaia, onde o reserva Desiré Doué foi derrubado por Diego Gómez.

Após consulta ao VAR (Árbitro de Vídeo), o árbitro principal confirmou a infração e assinalou a penalidade máxima. A responsabilidade da cobrança ficou a cargo de Kylian Mbappé, que deslocou o goleiro adversário e converteu com precisão.

Qual o impacto da vitória para a França?

Este gol não apenas selou a vitória da França, mas também marcou o sétimo tento de Mbappé na atual edição da Copa do Mundo, colocando-o em igualdade com o argentino Lionel Messi no topo da lista de artilheiros do torneio. A performance do atacante tem sido crucial para a campanha francesa.

A classificação para as quartas de final mantém vivo o sonho do bicampeonato mundial para a equipe europeia, que agora se prepara para um desafio contra a surpreendente seleção de Marrocos.

*Com Reuters

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Bruno Guimarães projeta duelo com Odegaard e alerta sobre bola parada

Lincoln Chaves - Repórter da EBC

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A partida deste domingo (5) entre Brasil e Noruega, valendo um lugar nas quartas de final da Copa do Mundo, coloca, frente à frente, dois dos principais "maestros" da competição. Com quatro assistências, o volante Bruno Guimarães é o segundo maior assistente do Mundial, com quatro passes para gol, um a mais que o meia Martin Odegaard, da seleção nórdica.

"Espero que eu possa levar a melhor. O jogo é coletivo, mas duelos individuais são importantes. A gente tem que estar em um bom dia. Tudo pode ser decidido em alguns momentos. Quero continuar fazendo história aqui", disse o camisa 8 brasileiro, em entrevista coletiva em Nova Jersey (Estados Unidos), sede do confronto pelas oitavas de final, que se inicia às 17h (horário de Brasília).

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"Venho me sobressaindo nas assistências, mas meu futebol não é só isso. É fazer as bolas chegarem para os caras [meias e atacantes] poderem criar, marcar. Correr bastante. É o que venho fazendo, mesmo nesse calor", completou o jogador do Newcastle United (Inglaterra).

A expectativa é que o jogo ocorra, de fato, em meio a uma temperatura elevada. A previsão meteorológica é de 33ºC na hora da partida, com sensação térmica perto de 40ºC. Bruno Guimarães, porém, avaliou que o calor impacta igualmente as duas seleções.

"Acho que vai ser um jogo muito físico. É importante ter um grupo bom, com jogadores que possam vir frescos para decidir como fez o [Gabriel] Martinelli. Acho que vai ser um jogo truncado", projetou o volante, em referência ao gol marcado pelo atacante, que decidiu a vitória por 2 a 1 sobre o Japão na última segunda-feira (29), em Houston (Estados Unidos), pelos 16 avos de final.

Outro detalhe salientado pelo camisa 8 diz respeito à principal estratégia de jogo da Noruega, que é aproveitar a estatura da equipe, a maior da Copa, nas bolas paradas. Estrela da seleção escandinava e autor de quatro gols neste Mundial, Erling Haaland tem 1,95 metro (m), assim como o também atacante Alexander Sorloth. O zagueiro Gabriel Magalhães, com 1,90 m, é o mais alto do time brasileiro.

"Em qualquer escanteio e falta, eles vão dar a vida para tentar fazer gol. Treinamos muito isso para tentar neutralizar os pontos fortes. A gente espera, acima de tudo, estar em um bom dia para fazer nosso melhor futebol e sair com a classificação", concluiu Bruno Guimarães.

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Kimi Antonelli conquista pole no Grande Prêmio do Reino Unido

João Vitor Revedilho

O piloto Kimi Antonelli, líder da Fórmula 1, assegura a pole position para o Grande Prêmio do Reino Unido neste sábado, em Silverstone, após uma vitória dominante na corrida sprint. Com essa performance, o italiano de 19 anos desferiu um novo golpe contra seu companheiro de equipe da Mercedes, George Russell, ampliando sua vantagem na disputa pelo título.

Da IstoÉ

O que aconteceu

  • Kimi Antonelli conquista a pole position no Grande Prêmio do Reino Unido, em Silverstone, após vitória dominante na corrida sprint.
  • O feito marca a quinta pole da temporada para o piloto da Mercedes e amplia o recorde da equipe de largar na frente em todas as nove corridas.
  • George Russell, seu principal rival, larga em quarto, enquanto Lewis Hamilton parte da terceira posição.

Russell, que é o principal rival de Antonelli na disputa pelo título, classificou-se apenas em quarto lugar no circuito de Silverstone, ficando atrás de Charles Leclerc, da Ferrari, e do heptacampeão mundial Lewis Hamilton. Leclerc foi 0s175 mais lento que o piloto de 19 anos, que, com sua quinta pole da temporada, estendeu o recorde da Mercedes de garantir a primeira posição em todos os nove Grandes Prêmios disputados até agora.

Como Antonelli dominou em Silverstone?

“Foi uma volta muito bem feita, uma volta em que consegui juntar tudo”, disse Antonelli sobre seu melhor tempo de 1min28s111, registrado após ser o primeiro a entrar na pista para a volta final. Ele acrescentou que as condições climáticas foram desafiadoras: “Foi muito complicado com o vento, porque havia muitas rajadas e era imprevisível.”

Mais cedo, Antonelli já havia vencido a corrida sprint à frente de Hamilton, abrindo uma vantagem de 43 pontos sobre o britânico Russell na classificação geral da temporada. Vencedor de cinco corridas consecutivas até Hamilton interromper a sequência na Espanha no mês passado, Antonelli tem consolidado sua posição no esporte e parece ter a vantagem sobre Russell em sua corrida em casa.

Sobre a corrida de domingo, o jovem piloto expressou cautela: “Não vai ser fácil, porque tenho duas Ferraris atrás de mim e, com certeza, elas vão trabalhar juntas. O ritmo delas é bom, mas o nosso foi forte na corrida sprint. Espero que possamos manter isso amanhã e fazer uma boa corrida.”

Quais as posições de largada para o GP do Reino Unido?

Isack Hadjar se classificou em quinto pela Red Bull, à frente do atual campeão mundial da McLaren e vencedor do ano passado, Lando Norris. O tetracampeão mundial da Red Bull, Max Verstappen, largará em sétimo, com Oscar Piastri, da McLaren, em oitavo. A dupla da Racing Bulls, formada pelo novato Arvid Lindblad e Liam Lawson, completa as dez primeiras posições no grid.

*Com Reuters

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Ounahi brilha com dois gols, Marrocos bate Canadá e vai às quartas

Lincoln Chaves - Repórter da EBC

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Sensação da última Copa do Mundo, Marrocos está novamente nas quartas de final. Neste sábado (4), os Leões do Atlas (apelido da seleção africana) bateram o Canadá por 3 a 0 em Dallas (Estados Unidos), na partida que abriu as oitavas de final do Mundial.

A vitória contou com o brilho de Azzedine Ounahi. Remanescente da histórica campanha de 2022, no Catar, quando o país foi o primeiro representante africano a chegar às semifinais, o meia do Girona (Espanha) balançou as redes duas vezes e foi decisivo para a classificação.

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O triunfo estende para 34 jogos a invencibilidade da equipe marroquina, a segunda maior entre as seleções da Copa, atrás somente da Espanha (35). A meta, agora, é chegar às semifinais e repetir a campanha de 2022, no Catar, quando o país se tornou o primeiro representante africano a se colocar entre os quatro melhores times do Mundial.

Nas próxima fase, Marrocos como adversário o ganhador da partida entre Paraguai e França, que jogam ainda neste sábado, às 18h (horário de Brasília), na Filadélfia. A partida das quartas será na quinta-feira (9), às 17h, em Boston, também nos Estados Unidos.

A queda para os marroquinos fez do Canadá o primeiro dos três anfitriões da Copa a dar adeus à competição - os demais são Estados Unidos e México. Mesmo assim, o país da América do Norte atingiu o melhor desempenho na história dos Mundiais, chegando de maneira inédita a uma fase eliminatória.

Quase deu certo

O Canadá foi a campo com três mudanças em relação à vitória por 1 a 0 sobre a África do Sul - uma por setor. Na defesa, Derek Cornelius deu lugar a Luc de Fougerolles. Mais adiante, Niko Sigur foi escolhido para a vaga do também volante Nathan Saliba. Já no ataque, Liam Millar saiu e Ali Ahmed começou como titular na equipe de Jesse March.

Em Marrocos, o zagueiro Chadi Riad, que teve de ser substituído por lesão no duelo contra a Holanda (empate por 1 a 1 no tempo normal e triunfo nos pênaltis), ficou mesmo no banco, com o também zagueiro Redouane Halhal ocupando o lugar. Foi a única mudança do técnico Mohamed Ouhabi em relação aos 16 avos de final.

Apesar das mudanças, o Canadá adotou a mesma estratégia das partidas anteriores, marcando forte e buscando a retomada da posse já no campo de Marrocos. Aos dez minutos, Ahmed interceptou o passe do meia Neil El Aynaoui, puxou o contra-ataque pela esquerda e acionu Tani Oluwaseyi. O atacante girou em cima de Halhal e bateu, parando em ótima defesa do goleiro Yassine Bono.

A missão marroquina de escapar da marcação canadense ficou mais complicada aos 21 minutos, quando Ismael Saibari sentiu a coxa direita e precisou ser substituído. Artilheiro dos Leões do Atlas na Copa, com três gols, ele deu lugar ao também atacante Soufiane Rahimi.

A dificuldade de Marrocos no primeiro tempo se evidenciou nas estatísticas. Além de apenas um chute a gol em 45 minutos, a equipe africana cometeu 15 faltas (contra seis do Canadá) e quatro jogadores foram ao intervalo pendurados com cartão amarelo. Do lado canadense, faltou o gol para constatar que a estratégia funcionou.

Ounahi é decisivo

E fez falta. No início do segundo tempo, Marrocos utilizou a bola parada para sair o placar. Aos quatro minutos, em jogada ensaiada, o lateral Achraf Hakimi, pela direita, rolou na entrada da área para Ounahi chutar rasteiro e de primeira. Rahimi, em meio à marcação canadense, deixou a bola passar e ela foi no canto esquerdo do goleiro Máxime Crepeau.

O jogo mudou, com os Leões do Atlas mais tranquilos em campo pela vantagem e o Canadá, que perdeu o controle das ações, correndo atrás do prejuízo e dando espaços. Marrocos soube aproveitar as brechas e, aos 36 minutos, liquidou a fatura em Dallas.

Em contra-ataque, o meia Chemsdine Talbi lançou Brahim Díaz pela direita, nas costas da marcação. O atacante invadiu a área, demorou para finalizar, mas conseguiu girar e rolar à esquerda para Ounahi chutar no ângulo.

E deu tempo de Marrocos, nos acréscimos, anotar o terceiro. Na sequência de uma bola retomada no meio-campo, Brahim Díaz avançou em direção à área e abriu na esquerda para Rahimi, substituto do artilheiro Saibari, que bateu na saída de Crepeau e deu números finais ao jogo.

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Marrocos avança às quartas da Copa após aplicar 3 a 0 no Canadá

João Vitor Revedilho

Marrocos avança às quartas de final da Copa do Mundo após vencer o Canadá por 3 a 0 neste sábado. A equipe garante sua segunda classificação consecutiva para esta fase, impulsionada por dois gols de Azzedine Ounahi.

O que aconteceu

  • Marrocos venceu o Canadá por 3 a 0, classificando-se para as quartas de final da Copa.
  • O meio-campista Azzedine Ounahi foi o destaque da partida, marcando dois dos três gols.
  • A vitória assegura a segunda participação consecutiva do Marrocos nas quartas de final do torneio.

Azzedine Ounahi marcou a primeira vez aos 5 minutos do segundo tempo. Em uma jogada ensaiada, Achraf Hakimi cobrou uma falta com um passe rasteiro pela direita para Ounahi, que finalizou no canto inferior da rede.

Destaque de Ounahi e gol decisivo

Ounahi marcou seu segundo gol aos 37 minutos do segundo tempo. Um contra-ataque rápido de quatro contra dois resultou em Brahim Diaz servindo o meia, que chutou com precisão no ângulo superior, ampliando a vantagem marroquina.

O Marrocos selou a vitória com o terceiro gol no final da partida. O reserva Soufiane Rahimi coroou uma atuação convincente da equipe, garantindo um placar expressivo.

Desfalque e próximo adversário

A seleção marroquina teve uma baixa importante durante o jogo, perdendo o atacante Ismael Saibari, autor de três gols no torneio, devido a uma lesão no tendão da coxa ainda no primeiro tempo.

Qual será o próximo adversário de Marrocos na Copa?

O Marrocos enfrentará nas quartas de final o vencedor do confronto das oitavas de final, que ocorre neste sábado, entre Paraguai e França. A partida decisiva pelas quartas está marcada para o dia 9 de julho.

*Com Reuters

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Luisa Stefani avança às oitavas de final nas duplas em Wimbledon

Lincoln Chaves - Repórter da EBC

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A brasileira Luisa Stefani está nas oitavas de final do Torneio de Wimbledon nas duplas. Neste sábado (4), a parceria da paulista, sétima do ranking da Associação de Tênis Feminino (WTA, sigla em inglês), com a canadense Gabriela Dabrowski (terceira), venceu as norte-americanas Caroline Dolehide (67ª) e Alycia Parks (207ª) por 2 sets a 0, com parciais de 6/4 e 6/2, em uma hora e 32 minutos de partida.

Luisa e Dabrowski chegaram embaladas a Wimbledon, um dos quatro principais torneios do tênis mundial, os Grand Slams. Elas atingiram ao menos as semifinais em sete competições este ano, além de conquistarem três títulos. O mais recente no WTA 250 de Eastbourne (Reino Unido), que também é disputado em piso de grama.

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O próximo compromisso da dupla no All England Club, em Londres (Reino Unido), será contra a australiana Storm Hunter (20ª) e a norte-americana Caty McNally (46ª). O jogo ainda será marcado e vale vaga nas quartas de final.

Se avançar, a brasileira iguala a melhor campanha em Wimbledon nas duplas femininas, repetindo 2023 (com a francesa Caroline Garcia) e 2025 (ao lado da húngara Tímea Babos). No ano passado, a paulista ainda foi vice-campeã nas duplas mistas, tendo como parceiro o britânico Joe Salisbury.

Quem não teve o mesmo destino de Luisa foi Fernando Romboli. O carioca, número 83 do ranking da Associação dos Tenistas Profissionais (ATP), despediu-se neste sábado da chave de duplas masculinas. Ele e o australiano John-Patrick Smith (60º) caíram para o argentino Guido Andreozzi (16º) e o francês Manuel Guinard (17º) por 2 sets a 0, com parciais de 6/4 e 7/6 (7-2), após uma hora e 32 minutos de disputa.

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Brasil faz último treino antes de encarar Noruega pelas oitavas

Lincoln Chaves - Repórter da EBC

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O técnico Carlo Ancelotti comandou, na manhã deste sábado (4), o último treino da seleção brasileira antes do confronto contra a Noruega. O Brasil decide um lugar nas quartas de final da Copa do Mundo neste domingo (5), às 17h (horário de Brasília), em Nova Jersey (Estados Unidos).

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Como de praxe, a imprensa pôde acompanhar somente os primeiros 15 minutos da atividade no Columbia Park, centro de treinamento do New York Red Bulls, em Nova Jersey.

Debaixo de muito calor, com o termômetro marcando 33ºC e umidade próxima dos 50%, provocando uma sensação termina na casa dos 37ºC, os jogadores se hidrataram bastante e não economizaram no filtro solar.

Soccer Football - FIFA World Cup 2026 - Brazil Training - Columbia Park Training Facility, Morristown, New Jersey, U.S. - July 4, 2026
Brazil's Neymar Jr. and teammates arrive at training IMAGN IMAGES via Reuters/Vincent Carchietta
Treino com muito intenso

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 - Reuters/VINCENT CARCHIETTA/IMAGN IMAGES/Proibida reprodução

Durante o período aberto aos jornalistas, foi possível ver apenas o aquecimento dos atletas e a

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 conversa do grupo com Ancelotti. No bate-papo, em mais de uma ocasião, o treinador sinalizou a cabeça, como se reforçasse a importância de se manter a concentração.

O aquecimento teve, pela segunda vez, a presença de Raphinha. O atacante está finalizando o processo de transição para o campo após tratar uma lesão no músculo posterior da coxa direita, que o deixou fora dos últimos dois jogos. Ele se contundiu ainda na segunda rodada da Copa, na vitória por 3 a 0 sobre o Haiti, na Filadélfia (Estados Unidos). Desde então, Rayan tem sido titular.

A presença indica que Raphinha está próximo do retorno aos gramados. Sem ritmo, porém, o camisa 11 deve ser opção no banco, da mesma forma que ocorreu com Neymar - depois de mês tratando uma lesão na panturrilha direita - quando foi relacionado pela primeira vez por Ancelotti no triunfo sobre a Escócia, em Miami (Estados Unidos), por 3 a 0, pela terceira rodada da fase de grupos.

Quem também acompanhou o treino foi o presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), Samir Xaud. O dirigente cumprimentou os jogadores e teve longo papo com o volante Casemiro, um dos líderes do elenco.

O meia Lucas Paquetá, com uma lesão no músculo posterior da coxa esquerda, segue em tratamento. O camisa 20, que deixou a vitória por 2 a 1 sobre o Japão, em Houston (Estados Unidos), na última segunda-feira (29), ainda no intervalo, está fora da partida. Os atacantes Endrick - que entrou no lugar do jogador do Flamengo diante dos japoneses - e Gabriel Martinelli, além do volante Danilo Santos, são os favoritos à vaga.

A provável escalação contra a Noruega terá: Alisson; Danilo, Gabriel Magalhães, Marquinhos e Douglas Santos; Casemiro, Bruno Guimarães e Danilo Santos (Gabriel Martinelli ou Endrick); Rayan, Matheus Cunha e Vinícius Júnior.

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