Engordadouro Futebol Clube celebra centenário com festa marcada por homenagens e emoção

Fotos: Edney Andreotte

Fundado em 16 de outubro de 1926, o Engordadouro Futebol Clube completou 100 anos de história, conquistas e tradição no futebol regional. Considerado um dos clubes mais tradicionais da região noroeste de Jundiaí, o time construiu uma trajetória marcada pela paixão de gerações de dirigentes, jogadores e torcedores.

Na sexta-feira (23), o clube da AABE foi palco da cerimônia comemorativa do centenário, reunindo mais de 500 pessoas em uma noite especial para celebrar a história da agremiação.

A trajetória do Engordadouro Futebol Clube começou em um campo emprestado. Com o passar dos anos e a chegada do novo século, o espaço que marcou os primeiros passos do time acabou se transformando em sua sede, simbolizando a evolução e o fortalecimento do clube ao longo das décadas.

A celebração reuniu diversas gerações que fizeram parte dessa história, entre ex-presidentes, diretores, jogadores e torcedores apaixonados, que contribuíram para consolidar a identidade e a tradição do Engordadouro Futebol Clube.

A programação contou com um jantar especial, boa gastronomia, música de qualidade e diversas homenagens, em uma noite à altura de uma instituição que chega ao seu primeiro século de existência com uma história marcada por glórias, conquistas e paixão pelo futebol.

Para Marcelo Ruivo, presidente do clube, o evento mantém viva uma história que atravessa gerações. “Mais do que celebrar os 100 anos, o evento representou o reconhecimento de todos aqueles que ajudaram a construir a história do Engordadouro Futebol Clube, mantendo viva uma tradição que atravessa gerações”, ressaltou.

Já para o vice-presidente, João Paulo Ferreira, o Engordadouro ainda vai escrever muitas outras histórias. “Um século de história, milhares de lembranças e uma paixão que não envelhece, o Engordadouro completa 100 anos, mas seu legado continua escrevendo novos capítulos”, comentou.

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Plataforma da USP reúne experiências para ajudar a pensar o futuro do futebol feminino

O que uma atleta conhece sobre as condições de treino? Que dificuldades uma pessoa envolvida em um projeto social observa no dia a dia? E o que torcedores, profissionais de saúde, jornalistas ou pesquisadores percebem sobre o crescimento do futebol feminino? Embora enxerguem partes distintas da mesma realidade, reunir essas experiências e compreender como elas se relacionam é a proposta central do PermeÖ Copa 2027, plataforma digital desenvolvida no âmbito de uma pesquisa de doutorado na Escola de Artes, Ciências e Humanidades (EACH) da USP.

O PermeÖ foi concebido durante a pesquisa de doutorado de Marina Thereza Santos de Souza Özdemir, no Programa de Pós-Graduação em Mudança Social e Participação Política (ProMusPP) da EACH, sob orientação do professor Marco Antonio Bettine de Almeida e com financiamento da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp).

A primeira aplicação pública da tecnologia está aberta à participação de toda a sociedade até 20 de novembro de 2026. Não é necessário ser especialista nem atuar profissionalmente com o esporte: o convite estende-se a quem joga, treina, arbitra, pesquisa, organiza projetos comunitários, atua na gestão ou comunicação, acompanha as partidas como torcedor ou se interessa pelo futuro da modalidade.

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Ao acessar o ambiente virtual, o participante pode relatar uma experiência ou observação pessoal, explorar relatos de outras pessoas e indicar aspectos que considera prioritários para o avanço do futebol feminino. A tecnologia do PermeÖ Copa 2027 cruza e relaciona essas contribuições para identificar práticas bem-sucedidas, gargalos recorrentes em diferentes contextos e caminhos que podem ser priorizados. O objetivo é transformar saberes dispersos em um diagnóstico coletivo que ajude participantes e gestores a compreender a modalidade de forma integrada.

Para interagir, basta acessar a página do PermeÖ Copa 2027 e selecionar a opção “Novo aqui?”. O formulário de solicitação de acesso coleta informações sobre a relação do participante com o futebol feminino e apresenta o Termo de Consentimento Livre e Esclarecido da pesquisa.

Após a aprovação do acesso, é possível colaborar enviando relatos e acompanhando o conhecimento produzido coletivamente. Para garantir a segurança e a privacidade, a identidade civil dos colaboradores não é exibida na plataforma, que atribui um apelido automático a cada perfil. A recomendação é não incluir nomes, contatos ou informações que permitam a identificação do participante ou de terceiros nos textos enviados.

A divulgação dos primeiros resultados agregados dessa rodada de escuta está prevista para depois de 21 de novembro de 2026. Os relatórios consolidados apresentarão padrões, capacidades, dificuldades e possibilidades apontadas pelo conjunto das contribuições, preservando o sigilo individual dos participantes.

A tecnologia nasceu de um questionamento central de pesquisa: como fazer com que conhecimentos espalhados entre pessoas que vivem uma mesma realidade possam ser reconhecidos, relacionados e aproveitados para aprender e agir? Tendo como horizonte a Copa do Mundo Feminina de 2027, que será realizada no Brasil, a proposta inicia esse processo de escuta antes do torneio internacional para expandir a compreensão sobre o futebol feminino a partir da visão de quem constrói e acompanha a modalidade diariamente.

Serviço

Projeto: plataforma PermeÖ Copa 2027

Prazo para envio de relatos: até 20 de novembro de 2026

Como participar: acesse a página do PermeÖ Copa 2027, selecione “Novo aqui?” e preencha a solicitação de acesso.

Público-alvo: atletas, treinadores, árbitros, pesquisadores, gestores, jornalistas, torcedores e demais interessados na modalidade



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Conheça a trajetória da campeã internacional de damas, que se prepara para o Mundial da Holanda em 2027

Se tem Carla Calazans com a camisa de São José dos Campos em uma mesa de damas nos Jogos Abertos do Interior, muito provavelmente tem medalha. Referência nacional no esporte, a atleta de 30 anos conquistou em Votuporanga a sua 14ª medalha na competição, a oitava de ouro.

Carla começou nas damas ainda criança, e por um motivo inusitado. Ela e a irmã gêmea, Karina, também uma craque da modalidade, jogavam contra o pai e invariavelmente perdiam. Para piorar, ainda tinham que aguentar as gracinhas e as provocações do vencedor. Mas esse cenário se inverteria rapidamente.

“Começamos a jogar damas por causa do meu pai. Ele ganhava muito da gente. E não era do tipo de pai que deixava os filhos ganharem. Fomos buscar conhecimento sobre o esporte, treinamos, e ele nunca mais venceu um jogo”, conta Karina.

A primeira vítima foi o próprio pai. Na sequência, vieram atletas da mesma faixa etária, treinados para esse tipo de jogo, no Brasil e fora. Os resultados de Carla e Karina só melhoravam. Aos poucos, ganharam o respeito das rivais.

Em 2024, Carla subiu de patamar. Ela conquistou o título pan-americano de damas na Costa Rica, feito que lhe garantiu a classificação de Mestre Internacional, a única de uma mulher no país.

“Na damas, você precisa ganhar um grande campeonato de nível internacional para receber essa norma [de Mestre Internacional]. É um reconhecimento muito importante, que vai me acompamnhar pra sempre. Mas, para além dos resultados, esse título abre caminho para as próximas gerações passarem. Meu maior feito é mostrar o que uma brasileira pode conquistar na damas”, conta Carla.

Na arena de damas montada no Assary Clube de Campo, em Votuporanga, Carla e a irmã justificaram mais uma vez a fama de favoritas. Venceram a disputa por equipes no feminino contra Santos, com quem São José dos Campos rivaliza nos torneios estaduais, e ficaram com o ouro dos Jogos Abertos 2026.

“Os Jogos Abertos é a principal competição de damas por equipes do Brasil. O nível técnico é extremamente alto, a competivivide é forte. É sempre muito bom ganhar aqui”, destaca a damista.

Depois de conquistar o Brasil e a América do Sul, agora Carla quer o mundo. Ela se prepara para o Mundial da Holanda, em 2027. “Sei que ainda não tenho nível técnico para ser campeã. Parece até utopia imaginar uma latino-americano batendo de frente com europeus, norte-americanos e asiáticos, mas sonhar grande e sonhar pequeno dá o mesmo trabalho. Então escolhi sonhar grande.”



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Financiado pela Lei Paulista, projeto ‘Em Busca da Camisa #1’ procura novas goleiras para seleções de base

A Escola de Goleiros Camisa 1, projeto baseado em Americana que conta com recursos da Lei Paulista de Incentivo ao Esporte, será a primeira parada do Em Busca da Camisa #1, iniciativa da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) em parceria com a Federação Paulista de Futebol (FPF) que tem como premissa mapear e desenvolver novas goleiras para as seleções de base do país.

As atividades acontecem de 31 de outubro a 2 de novembro e contemplam atletas nascidas entre os anos de 2009 e 2015 que já atuam como goleiras em clubes e projetos. Além do trabalho de treinamento e observação, o evento oferece também um workshop com 20 preparadores de goleiras e uma clínica prática aberta para meninas que queiram se testar na posição. Atletas e preparadores de goleiras interessados podem se inscrever neste link.

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“Essa iniciativa vai aproximar o interesse de jovens garotas que estão buscando um futuro no futebol. Falando do nosso projeto, fico muito feliz por esse reconhecimento da CBF. É uma honra receber um evento dessa dimensão. Mostra que estamos no caminho certo, fazendo as coisas acontecerem”, afirma Vander Batistella, idealizador da Escola de Goleiros Camisa 1.

O Em Busca da Camisa #1 passa ainda por outras quatro cidades, uma de cada região do país, monitorando jovens talentos. Ao final do período de observações, todos os dados coletados formarão um banco de talentos nacional, que servirá de apoio técnico para convocações de goleiras para as seleções femininas de base do Brasil. A expectativa é de que 1.200 meninas participem do projeto até 2027.

Escola de Goleiros Camisa 1

Há nove anos captando via Lei Paulista de Incentivo ao Esporte, a Escola de Goleiros Camisa 1 já atendeu gratuitamente desde 2005, quando iniciou suas atividades, mais de 4,5 mil crianças e jovens dos municípios de Americana, Sumaré, Santa Bárbara D’Oeste, Limeira, Piracicaba e Nova Odessa. Entre os atletas com projeção revelados pelo projeto estão Léo Aragão, do Cruzeiro, e Daniel Fuzato, do Vasco da Gama.

Hoje, são 150 alunos matriculados com idade entre 7 e 17 anos, de ambos os sexos, treinando às segundas, quartas e sextas. Mais informações em @camisa1oficial no Instagram.

Lei Paulista de Incentivo ao Esporte

Lei Paulista

A Lei Paulista de Incentivo ao Esporte contempla projetos nas áreas educacional, formação desportiva, rendimento, sociodesportivo, participativa, gestão e desenvolvimento e infraestrutura. Ela possibilita à iniciativa privada o apoio a programas esportivos elaborados por entidades privadas sem fins lucrativos de natureza esportiva ou por Prefeituras no Estado de São Paulo. Os projetos aprovados nessa primeira instância avançam para a fase de captação de recursos.

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Desde janeiro de 2023, a Lei Paulista já investiu R$ 240 milhões em benefício de mais de 700 projetos esportivos em todo o estado de SP.



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Atletas do Centro de Excelência Esportiva do Governo de SP ganham oito medalhas no Sul-Americano Sub-23

Só deu Brasil no Sul-Americano de Atletismo Sub-23, encerrado no último domingo (18), em Santa Fé, na Argentina. A equipe verde e amarela liderou a classificação geral com 38 medalhas (8 ouros, 7 pratas e 13 bronzes), somando 371 pontos.

A campanha do título continental teve participação fundamental dos atletas do Centro de Excelência Esportiva de São Bernardo do Campo. O equipamento mantido pela Secretaria de Esportes do Estado de São Paulo voltou ao Brasil com oito medalhas na bagagem.

Pedro dos Santos e Débora Sabino, no salto com vara, Benjamin Oliveira, no salto triplo, e Maria Eduarda Cândido, no salto em distância, levaram o ouro. Luan Robert, no salto triplo, Mayron dos Santos Gomes, no decatlo, e Daniel Pimenta, no salto em altura, ganharam a prata. Ouro no salto em distância, Maria Eduarda Cândido competiu no salto triplo e ficou com o bronze.

O Brasil é o país com o maior número de pódios em 12 edições do Sul-Americano de Atletismo Sub-23, com 509 medalhas (203 de ouro, 174 de prata e 132 de bronze). 

Centro de Excelência Esportiva

Referência na formação de atletas para o alto rendimento, o Centro de Excelência recebeu nos últimos três anos R$ 14,8 milhões de investimento da Sesp para infraestrutura dos complexos de atletismo e judô. Atualmente, o equipamento atende a 140 atletas, que contam com o suporte de equipe multidisciplinar composta de psicólogo, fisioterapeuta e assistente social, além de alojamento com alimentação completa e material esportivo.



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São José dos Campos vence os Jogos Abertos do Interior pela 8ª vez seguida

O roteiro se repetiu pela oitava vez nos últimos oito anos. São José dos Campos confirmou neste domingo (18) o octacampeonato consecutivo dos Jogos Abertos do Interior “Horácio Baby Barioni”, em Votuporanga.

A conquista parecia questão de tempo. Após largar atrás na classificação nos dois primeiros dias de jogos, São José dos Campos começou a somar pontos e no terceiro dia de disputas assumiu a liderança para não largar mais. Na reta final, Santos esboçou uma reação, reduzindo a desvantagem para 20 pontos, mas os joseenses prevaleceram na sexta (16) e no sábado (17).

São José dos Campos fechou os Abertos com 353 pontos, contra 277 do vice-líder Santos. Praia Grande superou Indaiatuba neste domingo e ficou com o terceiro posto, com 159 pontos. Dona da casa, Votuporanga fez a 12ª melhor campanha no geral, com 68,5 pontos.

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Esse é o 10º título de Abertos de São José dos Campos, o que o deixa empatado com Campinas na quarta colocação do ranking histórico. Santo André é o terceiro maior campeão, com 12 taças, São Caetano do Sul é o segundo, com 15, e Santos é isoladamente o maior vencedor, com 26.

“A participação de São José dos Campos nestes Jogos Abertos reflete de maneira exemplar o comprometimento, a disciplina e excelência que caracterizam o esporte joseense. A conquista deste oitavo título assume um significado monumental para a nossa cidade, consolidando uma trajetória de vitórias pautada no planejamento contínuo, no profissionalismo e na integração de toda a estrutura de fomento ao esporte municipal. É a coroação do esforço conjunto de atletas, profissionais multidisciplinares e gestão”, destaca Claudemir Cabral, chefe da delegação de SJC.

A 88ª edição dos Jogos Abertos do Interior reuniu 5.758 atletas de 157 municípios, que competiram em 28 modalidade fixas, mais beach tennis e tiro esportivo, modalidades extras que não contaram pontos para a classificação. Confira os boletins com todos os resultados aqui.

Confira o top 10:

  1. São José dos Campos – 353 pontos
  2. Santos – 277 pontos
  3. Praia Grande – 159 pontos
  4. Indaiatuba – 156 pontos
  5. Sorocaba – 144 pontos
  6. São José do Rio Preto – 140 pontos
  7. Campinas – 91 pontos
  8. Araçatuba – 78 pontos
  9. Bauru – 78 pontos
  10. Piracicaba – 74 pontos


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Time São Paulo disputa os Jogos da Juventude com 201 atletas

O Time São Paulo inicia nesta segunda-feira (19) a saga em busca do tetracampeonato dos Jogos da Juventude, competição escolar organizada pelo Comitê Olímpico do Brasil (COB).

A equipe paulista viaja para Foz do Iguaçu com 201 atletas, todos eles qualificados via seletivas sub-17 dos Jogos Escolares do Estado de São Paulo (Jeesp). A modalidade com mais participantes é o atletismo, com 58 atletas.

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Em 2025, São Paulo confirmou o título com 112 medalhas (44 de ouro, 34 de prata e 34 de bronze). Rio de Janeiro e Paraná completaram o pódio na classificação geral. 

A edição 2026 dos Jogos da Juventude será a maior da história, com mais de 5 mil atletas das 27 unidades federativas do Brasil, mais representantes da Argentina, Japão e Paraguai, que competirão em 20 modalidades. Para mais informações sobre o evento, acesse jogosdajuventude.org.br.

Time São Paulo

time são paulo
Disputa nos jogos da Juventude – Foto: Divulgação/Governo de São Paulo

O Governo do Estado de São Paulo, através da Secretaria de Esportes do Estado de SP, também utiliza a nomenclatura “Time São Paulo” (ou Equipe Paulista) para representar o estado em torneios nacionais e intermunicipais, como os Jogos da Juventude e os Jogos Abertos do Interior.



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Seleção masculina de basquete retorna ao Ginásio do Ibirapuera após 42 anos

A caminhada da seleção brasileira masculina de basquete rumo à Copa do Mundo, que acontece em 2027, no Catar, passará pelo Ginásio do Ibirapuera.

O complexo recebe o Brasil em novembro para dois jogos válidos pelas Eliminatórias da Copa: dia 27, contra os Estados Unidos, e 30, contra o México. O horário das partidas ainda não foi definido.

Jogar no Ginásio do Ibirapuera não é algo usual para a seleção masculina de basquete. A última partida oficial no templo do esporte brasileiro foi há mais de 42 anos, em 24 de maio de 1984, quando a equipe venceu Porto Rico por 109 e 107 e carimbou sua vaga para os Jogos Olímpicos de Los Angeles (EUA). Em 1995, a seleção voltou ao Ginásio, mas para um amistoso contra um combinado de estrangeiros que atuavam na liga nacional.

Depois de estrear nas Eliminatórias vencendo República Dominicana e perdendo para o México, o Brasil depende de duas vitórias nesta janela de jogos para garantir seu lugar antecipadamente no Mundial.



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Medalhista olímpico, Fernando Scheffer participa dos Jogos Abertos do Interior

Aposentado, mas nem tanto. Medalhista de bronze na prova dos 200 metros livres das Olimpíadas de Paris, em 2024, o nadador Fernando Scheffer fez uma breve pausa na aposentadoria, anunciada há dois meses, para abraçar um desafio inédito na carreira: competir nos Jogos Abertos do Interior “Horácio Baby Barioni”.

Com a camisa de Santos, onde passou os últimos anos de carreira profissional, Scheffer estreia nas “Olimpíadas Caipiras” no próximo dia 15, quando tem início as provas de natação.

“Apesar de ter uma carreira longa no esporte, com duas participações olímpicas e diversas competições internacionais, ainda não havia tido a oportunidade de viver essa experiência. Estou muito feliz de poder representar Santos”, conta.

Além da possibilidade de aumentar sua coleção particular de medalhas, Scheffer vê os Jogos Abertos como um importante palco para fazer valer o senso coletivo e o sentimento de pertencimento. Por isso, traça até um paralelo com a principal competição poliesportiva do mundo.

“Olimpíadas e Jogos Abertos são competições com dimensões e contextos diferentes, mas existe um paralelo importante: o sentimento de representar algo maior do que você. Nas Olimpíadas, você representa o seu país; nos Abertos, seu município. Em ambos os casos, existe uma responsabilidade e um orgulho muito grandes de vestir a camisa”, explica.

Maior campeão dos Abertos, com 26 títulos, Santos vai a Votuporanga com um time de peso para quebrar o jejum de 23 anos sem levantar a taça. Além de Scheffer, os santistas escalaram outros cinco atletas olímpicos: os também nadadores Daynara Paula, André Linhares, Léo de Deus e Guilherme Basseto, e a paratleta Jennyfer Parinos, do tênis de mesa, bronze nas Paralimpíadas do Rio de Janeiro-2016 e Tóquio-2020, mas que nos Abertos compete como convencional.

Quando mergulhar na piscina do Parque Aquático Savério Maranho, em Votuporanga, Scheffer só vai se preocupar em curtir cada braçada, sem pressão por tempo e resultado. “Estou vivendo essa primeira experiência e quero aproveitar o momento, contribuir com Santos e entender como será essa nova etapa na minha vida.”

A 88ª edição dos Jogos Abertos chega este ano a Votuporanga pela primeira vez e vai reunir mais de 9 mil atletas de 155 municípios, que competem em 28 modalidades oficiais, mais duas, beach tennis e tiro esportivo, experimentais, que não somam pontos no ranking geral. São José dos Campos é o atual heptacampeão do evento.



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Segunda Copa CDHU de Futebol terá 17 equipes e 425 atletas

A Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano (CDHU) realiza, a partir deste mês de outubro, a segunda edição da Copa CDHU de Futebol. Com 17 equipes e 425 atletas inscritos, a iniciativa busca valorizar jovens talentos de conjuntos habitacionais da Capital e ampliar suas oportunidades dentro do esporte.

Nesta nova edição, o torneio será realizado nas categorias masculina Sub-15, com 11 equipes participantes, e feminina Sub-18, com seis times na disputa. As equipes são formadas por adolescentes de diferentes bairros da Zona Leste e da Zona Sul.

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Para reforçar o vínculo da Copa com os conjuntos habitacionais, todos os elencos masculinos contam com pelo menos cinco atletas residentes em unidades da CDHU ou da Cohab. Entre os times femininos, a exigência mínima é de três atletas.

A abertura da competição está marcada para o dia 17 de outubro, com confronto feminino entre Complexo Parque Santo Antônio e AD São Caetano – Golaço. A partida ocorre no Centro Esportivo Brigadeiro Eduardo Gomes, no Tatuapé. O evento de abertura oficial começa às 10h.

Centro Esportivo Brigadeiro Eduardo Gomes

Já a primeira disputa da categoria masculina acontece na semana seguinte, no dia 24. As equipes Associação Esportiva Codó e Negritude Futebol Clube fazem o duelo inaugural, na Arena Airton de Oliveira, em Guaianases, às 9h.

Arena Airton de Oliveira

Estrutura do torneio

As categorias terão formatos diferentes. Na masculina, dez equipes disputam confrontos eliminatórios na primeira rodada. As cinco vencedoras avançam e se juntam ao Capital United, previamente sorteado para ir diretamente à segunda fase.

Os confrontos da primeira rodada masculina, definidos em Congresso Técnico, são:

  • Associação Esportiva Codó x Negritude Futebol Clube
  • Associação Atlética Facavi x Esporte Clube Itaquerense
  • Sociedade Esportiva Shallon x Complexo Marcos Freire
  • Grêmio Botafogo Futebol Clube x Projeto Elite Craques do Futuro
  • Sociedade Esportiva Paulistinha x Sport Clube Pimentas

Na segunda fase, as seis equipes são distribuídas em duas chaves de três times. Cada time enfrenta, uma única vez, as três equipes da chave oposta. Ao fim dos confrontos, os líderes de cada chave avançam para a final, disputada em partida única no dia 5 de dezembro, às 13h, em local a definir.

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No feminino, seis equipes são divididas em duas chaves de três times. Na primeira fase, cada elenco enfrenta uma única vez as três equipes da chave oposta. Ao fim dos confrontos, os primeiros colocados de cada grupo avançam para a decisão.

A chave A é formada por Helenense Futebol Clube, Complexo Parque Santo Antônio e Sport Club Pimentas. Na chave B, estão Associação Tiger Futsal, AD São Caetano – Golaço e Negritude Futebol Clube.

A final feminina será disputada no sistema de ida e volta. A primeira partida ocorre em 29 de novembro, às 11h. Já a segunda está marcada para 5 de dezembro, às 11h. Os locais ainda serão definidos.

Essa segunda edição é continuidade da competição que reuniu jovens atletas de conjuntos habitacionais na região no segundo semestre de 2025. As equipes campeãs foram Vamo Q Vamo, no masculino e Helenense F.C., no feminino, ambos da zona leste. Os atletas da categoria masculina que mais se destacaram passaram a integrar uma seleção formada pela CDHU, que disputou amistosos contra equipes das categorias de base do Santos, Mirassol, Juventus e Portuguesa, entre outros.

Sobre a Copa

Copa CDHU
Foto: Divulgação/Governo de SP

A Copa CDHU integra o projeto Zona Leste Somos Nós, que vai além da questão habitacional e reúne ações voltadas ao desenvolvimento social, econômico e cultural da região, criando oportunidades e estimulando a convivência em um ambiente saudável.

O impacto da Copa CDHU foi medido recentemente em uma pesquisa realizada em parceria com a Fundação Instituto de Pesquisa Econômicas (FIPE). Apresentado em agosto, o levantamento ouviu 487 atletas que participaram da primeira edição, sendo 36,5% moradores de conjuntos habitacionais. A idade média dos participantes foi de 16 anos.

Os resultados mostram que a competição foi percebida pelos participantes como uma oportunidade de aproximação entre diferentes territórios. Para os atletas entrevistados, a Copa contribuiu para um maior engajamento entre as comunidades, além da geração de novas oportunidades.

A avaliação qualitativa foi realizada por meio de conversas com grupos focais formados por dirigentes, técnico e coordenadores de clubes, além de pais e torcedores. A técnica da pesquisa permitiu coletar dados por meio das interações entre os participantes. Entre os principais indicadores analisados estavam o sentimento de pertencimento territorial, a ampliação das redes de integração, a cooperação comunitária, o engajamento esportivo, a autoestima, a percepção de talentos e desenvolvimento pessoal.



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Programa Talento Esportivo abre novas vagas para bolsistas

O Programa Talento Esportivo, que oferece apoio financeiro a atletas de diferentes níveis, abre a partir desta sexta-feira (9) vagas para novos bolsistas. O período de admissão se estende até o dia 24 deste mês.

Para se inscrever, o interessado precisa preencher formulário e enviar à Comissão de Análise do programa no e-mail bolsatalento@sp.gov.br, pelos correios ou entregar pessoalmente na sede da Secretaria de Esportes do Estado de SP, juntamente com os documentos comprobatórios obrigatórios, na Rua São Bento, 398 – 6º andar, Centro – São Paulo (SP) – CEP: 01010-904.

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A plataforma de financiamento contempla quatro categorias: Estudantil (14 a 17 anos), com bolsa no valor de R$ 450; Juniores (17 a 21 anos), com bolsa que varia entre R$ 415 e R$ 830; Nacional (a partir de 21 anos), com bolsa que varia entre R$ 1.245 e R$ 1.660, e Internacional (sem distinção de faixa etária), com bolsa que varia entre R$ 2.075 e R$ 2.490.

A página do programa traz mais informações sobre o edital, formulário para preenchimento e a lista de documentos necessários. (https://www.esportes.sp.gov.br/sec_esportes/programa_talento_esportivo).

Além da seleção das vagas diretas, a Comissão de Análise também elaborará uma lista de espera para vagas futuramente abertas por exclusão e/ou desistência.

Bolsa Talento Esportivo

Bolsa Talento Esportivo

O Bolsa Talento Esportivo, da Secretaria de Esportes do Estado de São Paulo, oferece apoio financeiro a atletas de diferentes níveis de desempenho, desde a categoria estudantil até a internacional. O programa busca incentivar a formação esportiva e contribuir para que os beneficiários mantenham a rotina de treinamentos e participem de competições. A seleção é realizada por meio de edital, com critérios e requisitos específicos para cada categoria. As informações sobre inscrições, documentação exigida e etapas do processo seletivo estão disponíveis no site da Secretaria de Esportes.



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Em família! Ricardo Costa chega ao Galo com irmão Edmar como auxiliar-técnico

Ricardo Costa não chegará sozinho ao Paulista para a temporada 2027. O novo treinador do Galo terá como auxiliar técnico o irmão Edmar Costa, de 49 anos. Ambos foram apresentados na quarta-feira, na coletiva do Paulista, como novos integrantes da comissão técnica do Paulista.

Quatro anos mais velho que Ricardo, de 45, Edmar também estava no Marília nesta temporada e participou, ao lado do irmão, da campanha que levou o clube da Série A3 para a Série A2 do Campeonato Paulista.

A parceria entre os irmãos será repetida agora em Jundiaí, onde esperam repetir o sucesso do 1º semestre deste ano: conquistar o acesso da A3 para A2 com o Tricolor.

Além da dupla, o Paulista manterá praticamente toda a comissão técnica permanente que trabalhou no clube em 2026. 

A única mudança ainda pendente está na função de treinador de goleiros. João Paulo deixou o Paulista no mês passado e, até o momento, o clube ainda não anunciou o substituto. Com isso, a estrutura para 2027 já está praticamente definida, tendo a dupla de irmãos Costa entre os profissionais.


Comissão técnica do Paulista para 2027

  • Treinador: Ricardo Costa
  • Auxiliar: Edmar Costa
  • Preparador físico: Fernando Maestri
  • Auxiliar de preparação física: Eduardo Tavares
  • Analista de desempenho: Henrique Araújo
  • Fisiologista: Igor Luiz
  • Fisioterapeuta: Alisson Feitosa
  • Médico: Renato Millen

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