O Palmeiras na
era Abel Ferreira derrubou alguns fantasmas. Mas tem um que está mais vivo do
que nunca sobre o Verdão: BOCA JUNIORS. O Alviverde segue com 100% de
eliminações para o adversário, pela Libertadores, com jogo da vaga ocorrendo em
São Paulo. A quarta eliminação foi nesta quinta-feira, com derrota para o rival
por 4 a 2 nos pênaltis, após 1 a 1 no jogo (placar também do agregado), no
Allianz Parque, pelo jogo de volta das semifinais.
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E o fantasma
ficou ainda maior. Pois o Boca sempre eliminou o Palmeiras com empates – que proporcionaram
vitórias no agregado ou na disputa por pênaltis. O time argentino jamais havia
vencido o Verdão em São Paulo. E segue sem vencer.
Quase saiu
com a vitória nos 90 minutos, pois o Boca saiu na frente com Cavani.
O atacante
uruguaio marcou aos 22 minutos de jogo, aproveitando jogada de Merentiel na
esquerda. Merentiel, que atua no Boca emprestado pelo Palmeiras.
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Porém uma
expulsão mudou o jogo dentro do tempo regulamentar. Aos 21 minutos, Rojo
cometeu falta em Kevin, e como já tinha amarelo, recebeu o segundo e foi
expulso.
Com um a
menos, o Palmeiras foi com tudo para buscar pelo menos o empate. E conseguiu
graças a um gol de média-distância, de Piquerez, que o goleiro Romero tentou fazer a defesa, mas a bola entrou. 1 a 1 e penalidades.
Nas
penalidades, os dois times erraram as primeiras cobranças com seus principais
cobradores. Weverton pegou a de Cavani. Romero defendeu a de Veiga. Depois, Valdez
fez para o Boca; porém Gustavo Gómez perdeu sua cobrança, com defesa para
Romero.
E o Boca
depois acertou todas as cobranças para confirmar a classificação a final, vencendo a disputa na marca da cal por 4 a 2.
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Penalidades
que decretam a 4ª eliminação do Palmeiras em confrontos eliminatórios,
repetindo a história de 2000 (final – Boca eliminando a chance do Verdão ser
campeão), 2001 (semifinal) e 2018 (semifinal). Pela terceira vez consecutiva em
uma semifinal. Pela terceira vez o Palmeiras perde para o Boca nos penais – repetindo
2000 e 2001.
O Boca
disputará a sua 12ª final de Libertadores na história. Foi vice em 1963, 1979,
2004, 2012 e 2018. E o grande campeão nas edições de 1977, 1978, 2000, 2001,
2003 e 2007.
O rival será
o Fluminense, no Maracanã, em jogo único, no dia 4 de novembro. E o time
argentino buscará no 3º estádio brasileiro diferente ser campeão, pois levantou
troféu de vencedor em 2000 e 2003 no Morumbi e em 2007 no Olímpico de Porto Alegre.
E a
Libertadores depois de três edições seguidas com finais brasileiras – 2020 (Santos
x Palmeiras), 2021 (Palmeiras x Flamengo) e 2022 (Athletico-PR x Flamengo),
volta a receber um argentino em uma decisão, que ocorreu pela última vez em
2019 (River perdeu a final para o Flamengo).
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