No maior
Derby da história do futebol feminino, valendo um título continental, o Corinthians
mostrou a sua força sobre o rival e venceu por 1 a 0, e levou pela 4ª vez o
título da Libertadores feminina.
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O gol do
título foi marcado por Milene, aos 30 minutos de jogo. O Corinthians ainda
perdeu um pênalti, aos 10 minutos do primeiro tempo com Vic Albuquerque, e jogou
25 minutos finais com 10 atletas, devido a expulsão de Taciane, por segundo
amarelo.
Com isso, o
Timão se consolida de forma isolada com a maior força sul-americana da competição,
com quatro títulos – 2017, 2019, 2021 e 2022. Passa o São José, que tem três
títulos (2011, 2013 e 2014).
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Na história da Libertadores feminina, o Corinthians agora acumula 27 vitórias em 33 jogos. São 121 gols marcados e apenas 14 gols sofridos. Uma verdadeira máquina hegemônica!
E melhor
ainda rouba a coroa do rival, já que o Palmeiras era o atual campeão e sofreu a
sua primeira derrota na história da Libertadores feminina – eram 11 jogos e 11
vitórias. Uma conquista com gosto super especial.
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O jogo
marcou a despedida de Arthur Elias, técnico super campeão, do Corinthians.
Agora ele irá se dedicar exclusivamente a seleção brasileira feminina.
O único ponto
ruim da final: apenas 3.580 torcedores, em Cali, acompanharam a final da
Libertadores feminina. Se a final fosse no Brasil, certamente lotaria até o
Morumbi, pela grandeza dos dois clubes no futebol, independente do sexo.
Que a Conmebol
mude o regulamento, para que uma final entre os dois grandes rivais do Brasil
sempre tenha estádios lotados.
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