A direção do
Palmeiras suspeita que a falta de reforma no gramado do Allianz Parque ocasionou
a grave lesão em Bruno Rodrigues, que perderá todo o 1º semestre da temporada,
por conta de uma lesão grave no joelho. Para a diretoria do Verdão, a falta de
melhorias e manutenção no gramado sintético do Allianz Parque são de
responsabilidade da WTorre, empresa que reformou e administra o estádio.
O atacante
fará uma artroscopia, e o tempo de recuperação está estimado entre quatro e
cinco meses. Desta maneira, ele perderá a disputa da Supercopa e do Paulistão.
Segundo
matéria do Ge.Globo, clube e construtora já travam uma batalha jurídica por
falta de pagamentos e manutenção em diversas áreas da casa palmeirense. De
acordo com a matéria, a lesão de Bruno Rodrigues fez só aumentar o
aborrecimento da diretoria palmeirense com a empresa.
Alguns
jogadores relataram ao site da Globo, após o jogo de quarta contra a Inter de
Limeira, que o gramado sintético estava pior do que no final do ano passado.
Uma série de shows foram realizados nos últimos meses no local.
Na reta
final do Brasileirão do ano passado, o treinador Abel Ferreira já havia
detonado a qualidade da grama do local – indicando que o local tinha que ter
sido reformado.
O Palmeiras
alega que constantemente avisa a WTorre sobre a necessidade de manutenção no
piso, mas não tem tido os seus pedidos atendidos. O Palmeiras entende que o
problema não é o gramado artificial, mas sim a falta de manutenção.
Instalado no início de 2020, o piso tem garantia de oito anos e passa ao término de cada temporada por uma manutenção ainda maior. No ano passado, o local recebeu, entre os meses de outubro e novembro, por exemplo, 15 shows nacionais e internacionais.
