"O jogo não foi feio. O resultado foi feio. O jogo foi uma supremacia total. Numa normalidade, com o pé na forma, faz quatro ou cinco. Perdemos gols fáceis e cria uma instabilidade enorme. Bater boca com o torcedor ou sair sorrindo é porque não satisfeitos. Eles queriam ganhar no aniversário. Saem frustrados. Mas só eles podem dar a resposta. Vir domingo e ganhar, como foi com o Galo. Se eu abrir críticas para um ou para outro, vou perder o que estou construindo. Internamente, vou cobrar, como tenho que fazer. Aqui para fora, não", afirmou.
De acordo com o treinador, a insatisfação dos torcedores é uma pauta acumulada durante os anos, não apenas no duelo da semana.
"Futebol. Essa cobrança do torcedor não vem do jogo de hoje. Se estivéssemos tudo em dia. Fazer um jogo que se finaliza tantas vezes, com 80% de posse de bola, se está tudo em dia, o torcedor entende que é um dia ruim. Mas isso é um acumulado que o torcedor sustenta faz tempo", completou.
O Santos volta a campo pelo Campeonato Brasileiro contra o Fluminense, no próximo domingo (19), às 16h (de Brasília).
