O Palmeirinha encerrou com chave de ouro uma campanha marcada pela regularidade e pelo poder de reação dentro da Copa Aramis Polli. Neste domingo, a equipe conquistou o título do torneio ao derrotar o Tulipas nos pênaltis por 4 a 3, após empate sem gols no tempo normal da decisão, no centro esportivo da Vila Hortolândia. A taça coroou uma trajetória de dez partidas e apenas duas derrotas durante toda a competição.
A caminhada do campeão começou com um revés para o K20 FC (2x0), mas a equipe rapidamente se recuperou e avançou de fase após uma campanha consistente na primeira fase. O Palmeirinha venceu Camaradas (1x0), Chivas (3x0) e Vasco da Tupi (3x2), empatou com Real Doze e Arizona (ambos 1x1) e sofreu outra derrota diante do Bertioga (2x0). Mesmo sem terminar com uma das melhores campanhas gerais, o time mostrou força nos confrontos decisivos.
Nas oitavas de final, o Palmeirinha eliminou o Sanca após empate sem gols e vitória por 4 a 2 nas penalidades. Nas quartas, reencontrou o Chivas e venceu por 3 a 2 em uma das partidas mais movimentadas do mata-mata - time perdia até aos acréscimos do 2º tempo por 2 a 1.
A vaga na final veio diante do Jundiaí City, com empate por 1 a 1 no tempo normal e triunfo por 4 a 1 nas cobranças de pênaltis. Na decisão, contra o Tulipas, a equipe voltou a mostrar equilíbrio defensivo e sangue frio. Após um novo empate sem gols, o Palmeirinha levou a melhor nas penalidades por 4 a 3 e confirmou a conquista do campeonato.
O atacante Welton, com três gols marcados, terminou como artilheiro da equipe na campanha vitoriosa.
Mais do que o resultado da final, o título premiou a consistência do Palmeirinha, que soube crescer nos momentos decisivos e fez da eficiência nos mata-matas a principal arma para levantar a taça.
