O presidente da Liga Jundiaiense de Futebol, esteve nos
estúdios da Rádio Cidade 730 AM nesta quinta-feira para entrevista a Ayrton
Miguel Vaz e Antônio Carlos Zillo, no programa Cidade Esportiva, respondendo
perguntas dos entrevistados e também dos ouvintes da emissora. E a grande
novidade é que a Liga Jundiaiense pretende voltar a montar uma seleção, como
ocorreu entre 2010 e 2011, quando Jundiaí foi vice-campeão paulista de seleções
de ligas em 2010. E a entidade pretende disputar o Campeonato Brasileiro
Amador.
“Existe na Federação (Paulista) o planejamento para criação
de seleções de Ligas. A Liga ficou de fora do Paulista de Seleções de Ligas desde
2015, pois a partir de 2015 ficou devendo a FPF. Regularizamos essa situação em
2016. 2017 não tínhamos condições pois seria gasto a mais para os clubes. Mas em
2018 a gente está filiado e pretendemos disputar o Campeonato Brasileiro
Amador”, declarou. O detalhe que a Federação não organiza o Campeonato Paulista
de seleções de Ligas desde 2015. A última edição ocorreu em 2014, quando
Bragança Paulista foi campeão.
Sobre o planejamento de 2017 e também de 2018, Serginho
declarou o seguinte. “Nós fomos surpreendidos por falta de documentações e tal
e a municipalidade não conseguiu repassar a verba do Amador. Mas este ano
tivemos problemas, mas o campeonato não foi ruim, premiou os melhores. Fomos
obrigados a seguir um planejamento nestes 2 anos e agora podemos fazer um
campeonato nosso. 1º semestre com Master e Série B e a Série a começando depois
da Segundona, já que um ano que tem eleições presidências e Copa do Mundo”, disse. “Como
calendário em 2018 e curto, e não vamos permitir atrasos”, completou Serginho, que continua no cargo da presidência da Liga até dezembro de 2019.
Sobre a verba destinada pela Prefeitura de Jundiaí para
custeio da arbitragem em 2017, Serginho explicou como está a situação. “A verba
de 2017 estava prevista no orçamento. Tivemos uma reunião com comissão dos
clubes, mas a verba estava prevista, mas tem umas pessoas que se sentem
prejudicadas em alguns sentidos e movem processos e acabaram judicalizando o futebol,
porque a gente contraria alguns interesses. Essa verba ficou e essa verba deve
volta para o orçamento. Mas isto não impede que a Prefeitura repasse uma verba
maior este ano (2018) ao esporte amador. A Prefeitura nunca negou, sempre nos
recebeu, mas estamos ainda nas tratativas. Mas a gente está recebendo protestos
de 2014 (gestão do Toninho de Oliveira na presidência da Liga)”. A entrevista
na integra está no player abaixo.