Guerra pode fazer Brasil voltar a ter piloto na Fórmula 1, diz imprensa alemã

03/03/2022 - 14:05

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Por Thiago Batista – Redação Esporte Paulista

Foto: Divulgação

 

A Guerra da Rússia contra a Ucrânia pode derrubar um piloto russo e fazer o Brasil voltar a ter um piloto começando uma temporada na Fórmula 1 depois de 5 anos. Segundo a Sky Sports, da Alemanha, a Haas deverá anunciar nas próximas horas a retirada de Nikita Mazepin, piloto da Rússia e a entrada de Pietro Fittipaldi, brasileiro no seu lugar.

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Pietro deverá estar ao volante nos testes pré-temporada no Bahrain. Ele é neto do lendário Emerson Fittipaldi, duas vezes campeão da F-1. O brasileiro correu as duas últimas etapas da temporada 2020, substituindo o francês Romain Grosjean. Último ano que um brasileiro começou uma temporada da F-1 foi Felipe Massa, como piloto da Williams em 2017.



Outros cotados para o lugar de Mazepin são Antonio Giovinazzi (ITA), Antonio Giovinazzi (ITA), Nico Hulkenberg (ALE), Colton Herta (EUA), Callum Ilot (GBR), Juri Vips (EST) e Liam Lawson (NZL) e  Nyck de Vries (PBX).

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Inicialmente, a Haas planejava deixar Mazepin fora das primeiras etapas, até antes do início da temporada europeia, e acompanhar o andamento da situação na Guerra entre Rússia e Ucrânia.

 

Mas nos últimos dias, o cerco em relação aos esportistas vem se fechando na mesma proporção que as sanções contra a Rússia e Belarus se intensificam. E o plano inicial da Haas pode ter de mudar antes mesmo de começar.

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Em teoria, Mazepin poderia correr com a bandeira da FIA, depois da decisão publicada pela Federação Internacional de Automobilismo (FIA) na última terça-feira. No dia seguinte, no entanto, o Motorsport UK, órgão que rege o automobilismo no Reino Unido, anunciou que não permitirá que pilotos com licença da Rússia ou Belarus compitam no país. E isso inclui o GP da Grã-Bretanha, marcado para julho.

 

Não há garantias de que os britânicos sejam os únicos a fazer isso. Outras federações tomaram decisões parecidas, mas nenhuma delas recebe a F1.

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