A
Confederação Brasileira de Futebol, que em outros tempos foi um grande sinônimo
de corrupção na história do Brasil (como no caso Fifa Gate, com um ex-presidente
da entidade preso e outro ex-presidente da CBF que não pode pisar fora do país
que será preso), com sua nova administração, com Ednaldo Rodrigues na presidência
cada vez mais quer limpar a sua imagem, e se mostrar que está em outro nível,
que não aceita mais corrupção, casos de assédio (até um presidente da entidade
caiu) e que não vai tolerar o uso da sua imagem a casos de violência, como no último
domingo, em Brasília, quando camisas da seleção brasileira, que usam o escudo
da CBF, foram vistas por terroristas que botaram literalmente o terror em
Brasília.
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A CBF soltou
nota nesta segunda-feira, afirmando que a camisa da seleção brasileira é para
unir o país, e não ser usada para destruir o Brasil.
“A camisa da
Seleção Brasileira é um símbolo da alegria do nosso povo. É para torcer,
vibrar, amar o país. A CBF é uma entidade apartidária e democrática e estimula
que a camisa seja usada para unir e não para separar os brasileiros. A entidade
repudia veementemente que a nossa camisa seja usada em atos antidemocráticos e
de vandalismo”, escreveu em nota a entidade.
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O ato
terrorista em Brasília no domingo, destruiu os palácios onde ficam os três
poderes do Brasil – Congresso Nacional (Senado e Câmara dos Deputados), o Superior
Tribunal Federal (STF) e o Planalto – onde fica o gabinete da Presidência da República.
Os
terroristas com víeis golpistas e criminosos invadiram e depredaram tudo que viram
pela frente. 300 terroristas foram presos durante a invasão às sedes dos Três Poderes,
em Brasília e começaram a ser transferidos para presídios, nesta segunda-feira.
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O ataque às
sedes dos 3 Poderes e à democracia é lago sem precedentes na história do
Brasil. Os terroristas quebraram vidraças e móveis, vandalizaram obras de arte
e objetos históricos, invadiram gabinetes de autoridades, rasgaram documentos e
roubaram armas.
Por conta de
tudo que ocorreu na capital federal, o ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo
Tribunal Federal), afastou o governador do Distrito Federal Ibaneis Rocha por
90 dias. A decisão foi proferida no início da madrugada desta segunda-feira,
horas após invasões nas sedes dos três poderes.
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