Por Thiago
Batista de Olim -
Foto: Divulgação
O presidente
do Paulista, Rodrigo Alves, explicou no programa Papo Reto, desta
segunda-feira, os motivos do porque da demissão do treinador Aarão Alves, do
clube, faltando 19 dias para começar a 4ª divisão do Paulistão, a ‘Bezinha’.
Segundo o atual presidente do clube, o time era para estar no momento em um
patamar melhor do que do início do ano. As declarações foram na TV Japi de Jundiaí, para o apresentador Adilson Freddo e comentarista Marco Antônio Zuffo.
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Saiba
mais
• Segundo Rodrigo Alves, a dispensa foi tomada
em decisão entre direção de futebol e diretoria executiva
• De acordo com Rodrigo Alves, o Paulista foi o
primeiro a começar a sua preparação para ‘Bezinha’ (início em fevereiro) e
neste momento o time não estava em um patamar melhor do que era
• Segundo Rodrigo Alves, a direção do Paulista
esperava estar agora num patamar melhor de qualidade tática e técnica
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• Nos jogos-treino de março, o Paulista perdeu
três jogos, sem marcar gols e todos por 1 a 0 e para rivais da ‘Bezinha’:
Independente de Limeira, Flamengo de Guarulhos e Jabaquara
• Nos jogos-treino, o presidente do Paulista
declarou no programa que viu um time nervoso e reativo no sentido de ser
violento, que não é a filosofia histórica do Paulista
• Rodrigo Alves declarou que o Paulista não
irá expor os nomes dos jogadores envolvidos na confusão do jogo-treino contra o
Jabaquara, pois segundo ele para não prejudicar o nome deles no futebol, apesar
de terem prejudicado o nome do Paulista, de acordo com o presidente. Ele disse
que o caso também está sendo analisando pelo jurídico do clube
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• Sobre as categorias de base, Rodrigo Alves
disse que a decisão de jogar o Paulistão sub-15 e 17, é devido os melhores do
sub-20 estarem no profissional e os garotos de 15 e 17 anos estarem ‘numa
escadinha’ para futuramente jogarem sub-20 e que a decisão foi tomada devido a
custos
• A notícia de parceria entre Paulista e Metropolitano
para 2024 no futebol profissional, segundo o presidente é Fake News (mentira) e
explicou a visão dele sobre toda negociação para Paulista e Metropolitano
jogarem juntos no sub-20 (que não fechou)
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“Decisão da direção de futebol junto com a diretoria executiva e fazer a liberação do Aarão Alves. Paulista foi um clube que começou primeiro a pré-temporada e a gente esperava estar agora num patamar melhor de qualidade tática e técnica. E nos jogos-treinos, perdeu os três, e o que a gente viu é que o time fica nervoso e reativo a agressão no sentido de ser violento e não é a cara do Paulista. Fiquei triste que ocorreu na sexta-feira (briga no jogo-treino com Jabaquara). Liberamos os três jogadores que ocorreu, no qual Aarão soube e concordou”, disse Rodrigo Alves, presidente do Paulista
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“A gente disputa sub-15 e 17 ou sub-20. É obrigatório o clube disputar uma categoria de base em conjunto, que é sub-15/17, 11/13 e 20. O sub-20 tem sub-23 e os melhores do sub-20 sobem ao profissional. E mirando a escadinha, a gente disputa sub-15 e 17 neste ano e os melhores do 20 subiram para o profissional e foi a melhor decisão a ser tomada por questão de custos. Vitinho, Enzo Cavalcante, Rafinha e Ítalo que eram do sub-20 e estão no profissional”, sobre a decisão de disputar o Paulistão sub-15 e 17 e não sub-20 em 2023
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“O primeiro contato foi Walter Lopes e o secretário de Esportes, Cleber, que nos fez uma boa recepção e foi o Paulista jogar sub-15 e 17 em Campo Limpo Paulista, porque tem os laudos para jogos de Federação. Na conversa com secretário, ele perguntou se era rival ou não e para gente não tinha nenhuma rejeição. Aí surgiu a conversa com Vinicius (CEO do Metropolitnao). A gente até ofereceu um trabalho social nas escolas de Campo Limpo para serem torcedores e acompanhar os jogos na base. Depois disso, o Vinicius entrou em contato que teve a reunião e aguardo a decisão de liberar o campo e ele foi até o Jayme Cintra e propôs a parceria no sub-20. A parceria seria assim: comissão técnica e mais 4/5 jogadores do Metropolitano e o Paulista mais jogadores, e os custos seriam divididos, com gerência do Paulista. Mas começou forte discussão nas redes sociais e o Vinicius disse que não queria essa pressão e declinou”, comentou Rodrigo Alves, na entrevista
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